A importância da proteína na alimentação dos pets

por Fabio Sakita — publicado 23 set 2012 - 15:22

A proteína é um dos ingredientes fundamentais para a nutrição dos pets. Presente em todas as células do organismo, a importância desse nutriente já está em seu próprio nome que vem do grego proteios, que significa “em primeiro lugar”. Não é para menos que a proteína acumula diversas funções, como a de renovar e constituir as estruturas dos órgãos internos (osso, pele e músculos), veicular e transportar determinadas moléculas, constituir os hormônios que regulam o funcionamento dos mais diversos órgãos do corpo e os anticorpos responsáveis pelo combate às doenças.

Todos os alimentos industrializados possuem esta substância, porém é exatamente a qualidade da proteína um dos fatores que diferencia as categorias de alimentos – econômicos, standard, premium e super premium. “Quando vamos analisar o perfil nutricional de um alimento, devemos ficar atentos à qualidade da proteína e não à quantidade, pois os números enganam”, explica o médico veterinário da Total Alimentos Wander Palomo.

Wander esclarece que muitos produtos do mercado exibem em seus rótulos o número de 22% de proteína em um alimento para cães adultos, mas muitas vezes a fonte dessa proteína pode ser, por exemplo, pena de galinha, que realmente possui esse valor, mas não pode ser digerida pelos animais – que não possuem a enzima necessária para sua absorção – ficando com uma digestibilidade em torno de 40%. “Isso significa que de 100% que o animal come, 40% ele absorve e 60% ele elimina em forma de fezes!”, alerta.

Subprodutos de miúdos de carne e farinha de ossos também são componentes que podem ajudar a aumentar a quantidade de proteína descrita na embalagem, mas possuem baixa digestibilidade. “Agora, se temos um produto para cães adultos com 18% de proteína, originada de carne fresca, galinha, ovelha e até mesmo peru, mas com uma digestibilidade de 88 a 92%, temos um aproveitamento muito melhor, eliminando uma quantidade muito pequena de fezes”, explica o veterinário.

Os proprietários de animais de estimação devem ficar atentos à relação de ingredientes descrita nas embalagens dos alimentos, geralmente no item “composição básica”. Wander explica que dificilmente as embalagens descrevem o nível de digestibilidade do produto, porém agora, com a criação do selo PIQ Pet – Programa Integrado de Qualidade Pet – o primeiro projeto que tem como objetivo a certificação voluntária das indústrias do setor, os proprietários terão maior facilidade em reconhecer os níveis de garantia do produto. “As empresas participantes devem seguir padrões nutricionais com níveis de digestibilidade mínimo e máximo para cada categoria de alimento, o que vai proporcionar um maior nivelamento e facilitar a escolha pelo consumidor”, explica o veterinário.

Para produtos premium para cães, por exemplo, os fabricantes são obrigados a ter uma digestibilidade de matéria seca maior ou igual a 75% e Proteína Bruta maior ou igual a 75%, extrato etéreo (gordura) maior ou igual a 85%, extrativo não nitrogenado (ENN) maior ou igual a 80%. Já para produtos super premium, deve-se ter uma digestibilidade de matéria seca acima de 80% e Proteína Bruta acima de 80%, extrato etéreo (gordura) maior ou igual a 90%, extrativo não nitrogenado (ENN) maior ou igual a 85%. “Para essas duas categorias – premium e super premium – o mais importante é o que chamamos de energia metabolizável in vivo, que nada mais é do que obter resultados de digestibilidade avaliados e comprovados frequentemente com os cães da Estação de Pesquisas da empresa”.

Fonte

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail