Intolerância a certos alimentos em cães

Os produtos mais comuns que podem causar alergia alimentar em cães, são: Carne, leite, trigo, verduras e frutas.

por George Augusto — publicado 22 maio 2014 - 12:30

É muito comum ouvirmos falar em tutores que tiveram problemas na hora da alimentação dos seus pets. Muitas vezes por falta de informações do criador, cães ingerem alimentos que têm um efeito maléfico para os mesmos, levando-os, muitas vezes, a óbito. É bastante comum vermos, principalmente em épocas festivas, tutores fornecendo aos seus animais alimentos totalmente impróprios para cães, sendo que, muitas vezes, afirmam alimentar os pets com aquelas comidas por anos, sem nunca ter dado nenhuma reação.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

O principal efeito maléfico que acontece na hora da alimentação errônea é a alergia alimentar, também conhecida como hipersensibilidade alimentar. É importante que seja ressaltado, que existem alimentos que não dão reação em um animal e que podem dar em outro. Existem casos, que até mesmo a ração comercial causa reação alérgica em alguns cães. Ao contrário do que muitos pensam, a alergia alimentar é extremamente perigosa podendo ser mesmo fatal.

Os produtos mais comuns que podem causar alergia alimentar em cães, são: Carne, leite, trigo, verduras e frutas. O processo alérgico varia de indivíduo para indivíduo, existindo cães que não apresentam hipersensibilidade alimentar com esses componentes. No organismo do cão, assim como no nosso, existe um sistema imunológico que atua em defesa do corpo contra antígenos (agentes ofensivos). Em alguns organismos, ocorre essa resposta imune em substâncias que, geralmente,  são totalmente inofensivas, como, por exemplo, um alimento, acarretando assim a alergia.

Os principais sintomas que os animais que apresentam à hipersensibilidade alimentar, são: A pele apresenta um aspecto eritematoso (pele avermelhada); coceira intensa; pálpebras edemaciadas; urticária na pele (elevações na pele); vômito; diarréia; náuseas e até a morte.

O diagnóstico é feito somente por um médico veterinário, onde o mesmo irá fazer a anamnese do animal, em seguida avaliar os sinais clínicos que o animal apresenta.

O tratamento para a hipersensibilidade alimentar (alergia) consiste em uma terapia medicamentosa escolhida pelo médico veterinário de sua confiança. É de suma importância observar que, se depois da alimentação o animal apresentar uma sintomatologia indicativa de alergia,  o mesmo seja encaminhado imediatamente a uma clínica veterinária para início do tratamento. Não se deve, por hipótese alguma, administrar um medicamento sem a consulta de um profissional, pois o remédio pode desencadear uma alergia medicamentosa e agravar ainda mais o quadro do animal.

A prevenção da alergia alimentar consiste na escolha correta da alimentação do seu animal de estimação. Jamais administre um alimento em grande quantidade antes de saber se o mesmo causa ou não hipersensibilidade alimentar no animal. É sempre indicado que a dieta alimentar do seu animal seja feita por um médico veterinário, principalmente se ela for comida caseira, pois além de saber os alimentos certos a fornecer, ainda existe a preocupação do equilíbrio nutricional adequado. Em casos de tutores que são adeptos do uso das rações industrializadas, é indicada também a escolha de uma ração que o animal possa manter o equilíbrio nutricional e que tenha um bom paladar. Tenha sempre o apoio de um Médico Veterinário.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times