Andreza “Meu filhote de pastor alemão vive arrancando flores do jardim o que eu posso fazer para resolver esse problema?”

por Olivier Soulier — publicado 23 out 2012 - 7:38

Andreza, eu quero realmente ajudá-la a acabar com o tornado canino no seu jardim e assim permitir um entendimento melhor e um convívio bem mais fácil entre você e seu Pastor Alemão.

Certamente os dois merecem o mesmo tipo de cumplicidade que tive, desde criancinha, com cada um dos pastores que minha família sempre criou.

Para ensinar seu cão a desistir de mexer nas suas plantas ou no seu jardim deve, em primeiro lugar, procurar entender as razões que podem desencadear esse comportamento.

Qual o histórico da questão:

Como e quando se originou o comportamento?

Se ele já se atenuou ou até desapareceu temporariamente e em que ocasião(ões)?

Se ele voltou ou se intensificou?

Quando e/ou por quê?

Algo que teria omitido, esquecido, ou destratado, mas que talvez possa ser interessante ou importante?

Se responder criteriosamente e honestamente a esse questionário e com uma orientação especializada das realidades dos nossos amigos caninos, irá entendê-lo melhor evitando também castigá-lo ou simplesmente desconsiderá-lo injustamente.

Se armando de paciência e compreensão, terá todos os elementos para resolver as dificuldades comportamentais.

E, quase sempre, é nesse momento que os proprietários desemparados e afetivamente implicados, até abalados, tiram o melhor proveito da ajuda e das competências de um(a) excelente profissional.

Ele(a) sempre orientará os proprietários a identificar os “Porquês e os como”, reestabelecer expectativas realistas e as vezes eliminar ambições fantasiosas, determinar e adaptar estratégias de resolução funcionais e efetivas em função do caso único que encontrará.

Usando de técnicas corretivas apropriadas, respeitando a integridade física e psicológica do(s) animal(is) e de todos os membros da família e sempre usando, prioritariamente e como complemento, de condicionamentos ou contra condicionamentos com reforços positivos dos comportamentos almejados.

 

A destruição qualquer seja a forma pode corresponder a:

– Necessidades exploratórias ou ocupacionais.
– Resposta a estresses (como nos casos frequentes de angustia de separação).
– Resposta a tensões e/ou conflitos (casos de disputas por alimento, espaço, objeto ou simplesmente estatuto social nos casos de restruturação social do grupo, por exemplo, e/ou forçamentos nos condicionamentos). – – – – -Tentando alivia-los através do prazer da mastigação e nunca por vingança, o cão não cria, não pratica e nem entende tais conceitos.
– Tentativas e formas de chamar atenção.
– Comportamentos repetitivos, compulsivos e/ou de fixação.

 

Simplificando muito, por não ter feito uma avaliação presencial do caso, oriento que proporcione mais exercícios físicos e ocupacionais, uma participação mais frequentes a atividades orientadas junto com a família e com outros animais se possível.

O ensina regras e limites mais claras, recompensando o animal cada vez que demonstra estar entendendo, mesmo que parcialmente.

Com paciência, insistência e determinação ele irá rapidamente compreender e assimilar o que esperam dele.

Evite força-lo ou entrar em conflito e também não recompense os erros, mesmo que com intenção contrária querendo chamar atenção e acabando dando atenção.

Se tiver que usar de paliativos, para acentuar um impacto inicial com correções eventuais, como se trata de um comportamento que pode ocorrer também nas suas costas ou na sua ausência então deve usar de correções despersonalizadas.

Sem ele ter como perceber que alguém ocasionou a correção, mas ao contrário ele somente podendo associá-la ao comportamento indesejado.

Correções inteligentes, supervisionadas e proporcionais, sobretudo nunca demais ou com intensidade desproporcional.

Assim que ele começa a evitar as plantas e flores do seu jardim elimina o corretivo e sim o distrai mais e desvia a sua atenção com brinquedos atrativos participando também de atividades lúdicas com ele.

Mais interações dirigidas, atividades físicas e distrações prazerosas com a sua proprietária, tenha a certeza que o seu pastor irá agradecer calorosamente por toda a sua vida.

Sem mais por enquanto, espero que você também encontre um novo equilíbrio e certo prazer em preservar seu jardim ocupando e distraindo seu xodó.
PS: Meus textos são usados em seminários, palestras e cursos e juntados para confecção de livros sobre o assunto. Agradeço para não repassar sem minha autorização expressa e escrita.

Atenciosamente,
Olivier Soulier.

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

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Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

O ator firmou uma parceria com o Ibama e o Instituto Vida Livre e transformou o seu rancho pessoal em um centro de recuperação e área de soltura de animais silvestres que sofreram e foram resgatados do tráfico de animais.

“Você sabia que o Rio de Janeiro é a principal rota do tráfico de animais silvestres? Por isso há tanto bicho sofrendo”, explica o ator.

No rancho, que fica localizado em Secretário, na Serra Fluminense, está sendo construída uma casa que servirá como hospital, onde os animais receberão os cuidados e tratamentos necessários antes de serem recolocados na natureza.

“Acabamos de libertar um veado e estamos cuidando de um lobo-guará. Montei ainda um viveiro para reensinar pássaros machucados a voar”, conta Bruno.

Os custos da construção da casa, que já está sendo feita e será toda sustentável, com placas solares, reuso d’água, teto verde e cortinas automáticas para preservar a temperatura ambiente conforme o deslocamento do sol, devem chegar aos 3 milhões de reais.

A obra deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2018, porém, animais recuperados já estão sendo soltos no terreno.

Fonte: Veja Rio