Castração não garante a inibição no caso de comportamentos já adquiridos

Só a castração não resolve problemas comportamentais pré-adquiridos

por Olivier Soulier — publicado 10 abr 2014 - 1:18

Só a castração não resolver problemas pré-adquiridos. Foto: Reprodução

Só a castração não resolve problemas comportamentais pré-adquiridos. Foto: Reprodução

Por mais que deixe de produzir testosterona, hormônio atuando nos caracteres secundários masculinos, o machinho não vai sofrer de amnésia seletiva.

Em alguns casos a castração pode resolver, quando o aspecto hormonal tem influência no comportamental.

No caso de um animal novo não tendo descoberto os sinais sexuais na puberdade ou até num animal não tão novo, mas com o caráter bastante submisso, infelizmente medroso, com um comportamento consequentemente menos definido ou firmado, o simples desaparecimento da testosterona aos poucos elimina o comportamento de marcação territorial.

Agora se ele marcar por razões de estresse ou por submissão e/ou agitação, a influência hormonal geralmente é bem próxima do zero, outra razão pela qual a castração está longe de resolver todos os casos de marcação.

Sem falar de razões patológicas que podem provocar ou favorecer as marcações como, por exemplo, infecções urinárias, doenças endócrinas e alterações digestivas. Daí a importância de uma consulta geral e alguns exames de sangue e de urina do seu animal, se for o caso.

É claro que nesses casos patológicos a castração não deve ajudar também.

A monta assexuada ou aparente da parte de machos em outros, por liderança ou dominância, também não deve desaparecer somente com a castração, pois ela não é ligada a sexualidade, nem somente a produção de hormônios, mas sim a tentativa de autoafirmação hierárquica.

Somente nos casos de animais novos ou de temperamento muito submisso, medroso, a castração pode surtir efeitos. Embora nos casos de animais muito submissos tal comportamento é muito raro ou jamais aparece.

Nos dois casos, marcação ou monta assexuada, a educação e o controle da parte dos tutores são os meios mais eficientes de evitar, reduzir e eliminar esses comportamentos.

Sou a favor da castração por razões medicinais ou de controle de natalidade, não como solução milagrosa a comportamentos indesejados.

Alguém iria castrar o seu filho humano quando, no inicio da adolescência, começa a delimitar e controlar o acesso do seu quarto e pertences ou a disputar com colegas eventual autoridade, capacidade ou hierarquia nos grupos que frequenta?

Não seria mais lógico, natural e eficiente educá-lo e ensiná-lo limites e autocontrole desde sempre?

 

Matéria atualizada 11/02/2014, 00:02

Angélica lamenta nas redes sociais a morte do novo filhotinho de sua família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jul 2017 - 9:37

Nós contamos para vocês aqui sobre o mais novo filhotinho do casal de apresentadores Angélica e Luciano Huck. O animal, da raça Rhodesian Ridgeback, ou Leão da Rodésia, foi presente do médico veterinário e adestrador de cães Henrique Perdigão.

No último domingo, dia 16 de julho, Angélica publicou uma foto em homenagem ao cãozinho Babbo, que passou cerca de 18 dias com a família da apresentadora e, com apenas dois meses, acabou falecendo.

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Rainha Elizabeth adota cachorro de funcionário que faleceu

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 21:18

A Rainha Elizabeth é conhecida por seu amor por cães, especialmente da raça Corgi. Desde pequena ela sempre teve pelo menos um grupinho de Corgis em sua vida, correndo felizes com aquelas perninhas curtas pelos palácios do Reino Unido.

Porém, nos últimos anos, ela diminuiu o número de pets e ficou apenas com 3 – Willow, o Corgi, e Vulcan e Candy, dois mixes de Dachshund com Corgi.

O motivo da mudança se deu por causa de possíveis riscos de queda e o medo do futuro de seus pets,

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Luisa Mell relata conversa emocionante com seu filho sobre a partida de Marley

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 20:15

A inocência das crianças é sempre um alento poderoso, mesmo quando a vida ganha tons de tristeza e saudade. No caso de Luisa Mell, que há poucos dias perdeu seu companheiro canino Marley, o momento difícil também tem sido compartilhado com sua família.

A ativista relatou uma conversa emocionante que teve com seu filho sobre a partida do pet.

O que vc tá fazendo mamãe? Tô chorando filho… pq mamãe? Tô triste… o Mamá foi morar lá no céu com Deus…

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Angélica lamenta nas redes sociais a morte do novo filhotinho de sua família

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jul 2017 - 9:37

Nós contamos para vocês aqui sobre o mais novo filhotinho do casal de apresentadores Angélica e Luciano Huck. O animal, da raça Rhodesian Ridgeback, ou Leão da Rodésia, foi presente do médico veterinário e adestrador de cães Henrique Perdigão.

No último domingo, dia 16 de julho, Angélica publicou uma foto em homenagem ao cãozinho Babbo, que passou cerca de 18 dias com a família da apresentadora e, com apenas dois meses, acabou falecendo.

Um cometa de amor em nossas vidas❤️ #babboksyvickishuck #descanseempaz #rodhesianridgeback 💔

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Apesar de ficar pouco tempo com a família, todos já estavam bastante apegados a Babbo, que também já fazia sucesso nas redes sociais de seus papais humanos.

Para anunciar o falecimento do animal, Angélica publicou uma linda foto em que ela aparece com o cãozinho e escreveu: “Um cometa de amor em nossas vidas❤”. Junto da frase a apresentadora colocou as hashtags: #babboksyvickishuck #descanseempaz #rodhesianridgeback.

Sem filtro …, so com amor , gratidao e saudade 🙏

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Depois, a apresentadora também publicou uma imagem do pôr do sol no Stories e escreveu: “para meu Babbo com amor”. No seu perfil do Instagram, a foto do pôr do sol aparece com a legenda: “Sem filtro …, so com amor , gratidao e saudade”.

Não foi divulgada nenhuma informação sobre a causa da morte do cão, que também pegou os fãs de Angélica e Luciano Huck de surpresa.

Fonte: UOL

Rainha Elizabeth adota cachorro de funcionário que faleceu

por Samantha Kelly — publicado 19 jul 2017 - 21:18

A Rainha Elizabeth é conhecida por seu amor por cães, especialmente da raça Corgi. Desde pequena ela sempre teve pelo menos um grupinho de Corgis em sua vida, correndo felizes com aquelas perninhas curtas pelos palácios do Reino Unido.

Porém, nos últimos anos, ela diminuiu o número de pets e ficou apenas com 3 – Willow, o Corgi, e Vulcan e Candy, dois mixes de Dachshund com Corgi.

O motivo da mudança se deu por causa de possíveis riscos de queda e o medo do futuro de seus pets, caso acontecesse algo com sua saúde, apesar de acharmos que haveria literalmente um população inteira disposta a adotá-los.

Mesmo assim, o destino ainda reservava mais um pequeno para a rainha. Quando a saúde de Bill Fenwick, funcionário do palácio de Sandringham, se deteriorou, a Rainha Elizabeth passou a levar o pet de Bill em seus passeios.

Com o tempo, ela e o cachorro de nome Whisper formaram um verdadeiro laço e, após a morte de Bill no começo desse ano, a Rainha Elizabeth pediu autorização para a família Fenwick para que pudesse adotá-lo.

Depois do pedido especial, ele passou a oficialmente fazer parte da realeza britânica.

 

Foto: Annie Leibovitz. Willow, Candy, Vulcan e Holly (falecida em outubro de 2016).