Devo cruzar meu cachorro?

por Samantha Kelly — publicado 3 ago 2012 - 17:43

Devo cruzar meu cachorro?

 

A maioria dos abrigos já estão absolutamente lotados de cachorros de raça pura ou mix, amigáveis e perfeitos para a adoção. Porém, infelizmente não há casas suficientes para eles. Produzir mais filhotes é uma responsabilidade grande e recomendamos que haja uma pesquisa antes, que não coloque o seu cachorro para acasalar deliberadamente. Por exemplo, cachorros com históricos de agressão ou um comportamento excessivamente submisso, ou cachorros com problemas de saúde hereditários, na teoria, não deveriam cruzar.

 

O que significa tomar conta de uma cria?

Primeiro considere se você tem o tempo, o compromisso o e dinheiro que são necessários para tomar conta de uma cria de cachorros. Faça as seguintes perguntas e considerações:

– Eu tenho dinheiro para arcar a cria?

– Tanto o macho quanto a fêmea foram testados em busca de brucelose, um tipo de doença venérea?

– Eles devem ser testados em busca de problemas genéticos, possíveis condições que poderiam ser passadas para seus filhotes, como problemas nos olhos e coração.

– A fêmea também deve ser vacinada e vermifugada antes de cruzar.

– Uma vez grávida, ela precisará fazer exames de pré-natal, e possíveis radiografias e ultra-sonografias abdominais.

– Se houver algum problema durante a gravidez, ela poderá precisar de um procedimento de emergência.

– Depois do nascimento, os filhotes precisarão de exames no veterinário, vacinação, vermifugação, remédio para Dirofilariose (o parasita do coração), antes de serem mandados para casa.

– Posso lidar com o processo de nascimento?

– Você estará lá para auxiliar com o processo de nascimento?

– Você sabe o que fazer se houver um problema? Se houver alguma complicação, a mãe e/ou o filhote podem não sobreviver.

– Eu tenho tempo para cuidar da cria? Algumas mães rejeitam seus filhotes, ou desenvolvem mastite (infecção nos seios que pode acontecer após o nascimento), tornando difícil para elas poderem cuidar da cria. Caso uma mastite ocorra, você deverá alimentá-los diversas vezes por dia.

– Também você precisará passar uma boa parte do seu tempo limpando. É interessante também que os filhotes já sejam treinados, antes de ir para outro lar, para fazer as necessidades em um canto específico.

 

Quais são as minhas responsabilidades como criador?

– Cruzar cachorros de raças puras para melhorar a raça. Seguir o padrão da raça e testar tanto a fêmea quanto o macho em busca de defeitos genéticos. Possuir os papeis de tais testes comprovando a saúde dos animais.

– Dar atenção suficiente para cada filhote, e trabalhar para que eles se socializem com outros animais e com humanos.

– Entrevistar donos em potencial para achar os melhores lares para os filhotes.

– Fazer com que os donos assinem um contrato. O contrato possuindo cláusulas como a obrigação de castrar o filhote ou caso haja negligência no cuidado do filhote, o dono é obrigado a devolver o animal para o criador.

– Garantia de saúde. Possuir os papéis necessários provando que o os filhotes passaram por uma avaliação física pelo veterinário e estão com todas as vacinas e medicamentos em dia.

– Estar disponível para oferecer conselhos por meses, até mesmo anos.

 

Há riscos no processo?

Sempre há riscos associados com  gestação, especialmente com cadelas que são muitos jovens ou muito idosas.

 

Fonte

 

Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018,

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Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava.

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Mãe e filha escolhem o mesmo presente uma para outra e família ganha dois cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 fev 2018 - 9:33

No dia 14 de fevereiro é comemorado o Valentine’s Day (ou dia de São Vallentin) em muitos países do mundo. A data é como o Dia dos Namorados para nós brasileiros, porém ainda mais amplo, pois, além de casais e romance, também são celebradas as relações de amor de amizade e entre familiares, como mães e pais e seus filhos.

Nos Estados Unidos, um vídeo que mostra o momento em que mãe e filha trocam presentes acabou viralizando nas redes sociais.

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Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018, evento que teve sua abertura no dia 9 de fevereiro e segue até o dia 25 deste mesmo mês.

Ativistas fizeram protestos e intensificaram campanhas para acabar com o consumo de carne de cachorro. (Foto: Reprodução / AFP / Arquivos)

As próprias autoridades locais até tentaram intervir e evitar que carne de cachorro fosse servida por restaurantes na cidade sede das Olimpíadas de Inverno durante os dias em que o evento estivesse sendo realizado.

Porém, mesmo sendo oferecidos subsídios em troca dessa breve paralisação nas vendas de carne de cachorro, o oficial do governo de Pyeongchang, Lee Yong-Bae, informou que apenas dois, de um total de 12 restaurantes, acataram a solicitação.

Para evitar “uma impressão ruim dos estrangeiros”, os restaurantes substituíram os anúncios que mostram pratos feitos com carne de cachorro por pratos considerados “mais neutros”, como o yeomsotang (sopa de cabra).

Felizmente, de acordo com informações locais, à medida que os cães passam a ser vistos como animais de estimação, o consumo de carne de cachorro está diminuindo, principalmente entre a população mais jovem.

Fonte: Diário Catarinense / Agence France-Presse

Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava. Ele afirmou ainda que conversou com vizinhos para saber se alguém conhecia o animal, mas nenhum deles sabia de quem era o cachorro.

O cachorro não quer sair da frente deste portão que dá acesso a uma fazenda. (Foto: Reprodução / G1 / Edi Paulo Dalbosco)

O homem não pensa que o animal tenha sido abandonado. Ele acredita que o cachorro vive na fazenda ou deve ser dos proprietários do local. Ainda de acordo com o Sr. Edi, os donos do sítio vão até lá apenas nos finais de semana.

“Tem um pessoal que tem um sítio, fazenda, que vem no fim de semana e volta para a cidade. Provavelmente o cachorro se perdeu, seguiu o rastro até o portão e ficou ali esperando. Tentei chamar ele aqui para a minha morada, onde tenho mais dois, mas ele preferiu ficar”, contou o homem, que ficou preocupado com o cão e levou comida e água para ele.

Ainda na noite da última quinta-feira, dia 15 de fevereiro, o cão continuava no mesmo local. O Sr. Edi espera que os proprietários da fazenda visitem o local neste fim de semana e que o animal seja mesmo deles.

Caso alguém tenha informações que ajudem a encontrar os tutores do cachorro, é só entrar em contato através do número (54) 99954-9644.

Fonte: G1