Os principais cuidados na gravidez em cadelas

Cuidados e atenção com as cadelas se estendem da pré até pós-gestação

por George Augusto — publicado 25 out 2014 - 16:43

É fácil ouvirmos de tutores de cães, principalmente de raça, o desejo de que sua cadela tenha uma cria, no caso de alguns, para que se tenha um descendente daquele cão, e na maioria dos outros, para fins lucrativos. Existem pessoas que pensam que é obrigatório a cadela ter uma cria pelo menos uma vez na vida, porém essa informação é incorreta. É muito mais interessante a proprietária da cadela castrá-la, caso não tenha interesse em ter fins lucrativos com os filhotes.

Ao contrário do que muitos pensam, decidir que sua cadela tenha cria não é uma tarefa tão simples. Existem alguns cuidados importantíssimos para que o tutor tenha em mente, favorecendo assim, uma boa sanidade para a cadela prenhe e seus futuros filhotes. Alguns criadores de raças, colocam seus cães para cruzar sem o mínimo de atenção pré e pós-gestação, ocorrendo muitas vezes, a morte dos filhotes e da própria mãe. Outra prática bastante preocupante é a inseminação artificial, feita por leigos, na maioria das vezes. É importante enfatizar que a prática de inseminação deve ser feita por um médico veterinário.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Pra um melhor entendimento, a gestação de uma cadela tem uma duração média de 60 dias, tendo em uma única ninhada uma quantidade que pode variar de 1 até 10 filhotes, lembrando que isso depende de vários fatores, como raça, porte do animal e etc. Antes de decidir pela reprodução do pet, é importante que ela passe por uma avaliação de um profissional, para que ela passe por todos os exames laboratoriais e clínicos, para avaliar se a cadela pode ou não passar por uma gestação.

A cadela sendo apta a gestação, é feito o acasalamento normal ou inseminação artificial, mas no caso da cadela não ter sido fecundada, é necessário examinar os espermatozóides do macho para diagnosticar a fertilidade do mesmo. Em caso de fertilização, é comum nas primeiras três semanas de prenhez, a cadela pode ter uma alteração no apetite, diminuindo a quantidade de comida ingerida. Depois do 1º mês de gestação, é importante que a cadela receba alimentos de boa qualidade e bastante nutritivos, pois assim, ajudará o bom desenvolvimento do feto. É importante que a cadela seja levada à clínica veterinária rotineiramente, para assim ser feito o ultrassom e o acompanhamento da gestação.

Nas 48 horas antes da parição, a cadela normalmente para de se alimentar. A maioria das cadelas resolvem fazer ninhos e podem chegar a ficar agressivas. É importante que nesse momento antes da cadela ter os filhotes, o médico veterinário de sua confiança fique de sobreaviso para caso ocorra alguma complicação. Caso a cadela não consiga ter os seus filhotes no parto normal, será necessário que ocorra a cesariana, sendo feita apenas em grandes clínicas ou hospitais que tenham centro cirúrgico.

Nascendo os filhotes, todos devem passar por um exame clínico para a detecção de uma possível doença congênita e dar a assistência necessária que os filhotes devem receber. Jamais deixe filhotes em quintais que levem fatores climáticos intensos, pois eles podem desenvolver problemas sérios de saúde.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times