Pseudociese em cadelas (gravidez psicológica)

Fenômeno ocorre normalmente depois da fase do cio da cadela, mesmo sem ela ter tido contato com um macho

por George Augusto — publicado 17 fev 2014 - 21:48

A pseudociese, ou popularmente chamada de falsa gestação, é o quando uma fêmea, de qualquer espécie, tem uma gravidez inexistente, porém, com sintomas de uma prenhez. Esse fenômeno ocorre normalmente depois da fase do cio da cadela, onde começam a aparecer sintomas de gestação, mesmo a fêmea não tendo tido contato com nenhum macho. Essa condição não é relacionada com idade, raça ou tamanho do animal.

Para melhor entendermos a fase reprodutiva da cadela, devemos ter conhecimento de que a mesma se divide em proestro, estro, metaestro e anestro. Esse fenômeno é conhecido como fases do ciclo estral.

 

Pseudociese em cadelas. Foto: Reprodução

Pseudociese em cadelas. Foto: Reprodução

Proestro: É a fase que a cadela começa a apresentar uma secreção sanguinolenta pela vulva. A vulva da fêmea fica bastante edemaciada para atrair os machos que estão perto, contudo se um macho quiser copular, ela não o permite. Esse evento é conhecido como cio, e cada cadela tem um tempo de duração.

Estro: É na fase do estro que a cadela aceita o macho para copular, sem nenhum impedimento. É nessa fase também que ocorre a ovulação da cadela, permitindo assim, a fertilização. Essa fase  permanece em média durante 4 à 6 dias.

Metaestro: É a fase da gestação propriamente dita. Tudo é comandado pela glândula hipofisária que secreta hormônios para a manutenção da gestação.

Anestro: É o momento em que os órgãos sexuais estão se recuperando para uma outra possível prenhez (se não fecundada). A cadela cicla de 6 em 6 meses.

Segundo os pesquisadores, a principal causa do aparecimento da  pseudociese é porque ocorre o aumento da concentração plasmática de prolactina, levando a uma produção de leite. Outro fator também contribuinte é a manutenção do corpo lúteo (produção de progesterona), que, não sendo destruído como normalmente acontece,  irá secretar o hormônio, assim mantendo a gravidez falsa.

Os sinais clínicos de uma pseudociese são iguais ao de uma gravidez normal. Ocorrem os seguintes sintomas:

Aparecimento de um corrimento vaginal em média 1 mês após a cópula; dilatação do abdômen da cadela; os mamilos tornam-se maiores, havendo ou não leite; ocorre a preparação do ninho;  demonstra agressividade; a cadela lambe a região do abdomem; a cadela pode adotar filhotes de outra ninhada; e em alguns casos apresenta fome excessiva.

O diagnóstico mais  preciso para descobrir se é ou não uma pseudogestação é o exame de ultra-som, onde um médico veterinário irá fazer um exame minucioso no animal. Além da utilização do aparelho de ultra-som é indicado que haja uma anamnese, levantando-se  o histórico do animal, para verificação de alguns fatores de relevância, como: se é castrada ou não, se vive com machos e se é a primeira vez que está ocorrendo esse fenômeno.

O tratamento é de acordo com cada animal. Um médico veterinário deverá avaliar o caso detalhadamente e de forma particular, podendo ele ser resolvido apenas com terapia medicamentosa ou, em casos mais graves, com uma intervenção cirúrgica, fazendo a castração da fêmea. A cadela apresentando a sintomatologia de gestação, sendo ela falsa ou não, deverá ter sempre o acompanhamento de um profissional habilitado.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018,

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Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava.

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Mãe e filha escolhem o mesmo presente uma para outra e família ganha dois cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 fev 2018 - 9:33

No dia 14 de fevereiro é comemorado o Valentine’s Day (ou dia de São Vallentin) em muitos países do mundo. A data é como o Dia dos Namorados para nós brasileiros, porém ainda mais amplo, pois, além de casais e romance, também são celebradas as relações de amor de amizade e entre familiares, como mães e pais e seus filhos.

Nos Estados Unidos, um vídeo que mostra o momento em que mãe e filha trocam presentes acabou viralizando nas redes sociais.

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Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018, evento que teve sua abertura no dia 9 de fevereiro e segue até o dia 25 deste mesmo mês.

Ativistas fizeram protestos e intensificaram campanhas para acabar com o consumo de carne de cachorro. (Foto: Reprodução / AFP / Arquivos)

As próprias autoridades locais até tentaram intervir e evitar que carne de cachorro fosse servida por restaurantes na cidade sede das Olimpíadas de Inverno durante os dias em que o evento estivesse sendo realizado.

Porém, mesmo sendo oferecidos subsídios em troca dessa breve paralisação nas vendas de carne de cachorro, o oficial do governo de Pyeongchang, Lee Yong-Bae, informou que apenas dois, de um total de 12 restaurantes, acataram a solicitação.

Para evitar “uma impressão ruim dos estrangeiros”, os restaurantes substituíram os anúncios que mostram pratos feitos com carne de cachorro por pratos considerados “mais neutros”, como o yeomsotang (sopa de cabra).

Felizmente, de acordo com informações locais, à medida que os cães passam a ser vistos como animais de estimação, o consumo de carne de cachorro está diminuindo, principalmente entre a população mais jovem.

Fonte: Diário Catarinense / Agence France-Presse

Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava. Ele afirmou ainda que conversou com vizinhos para saber se alguém conhecia o animal, mas nenhum deles sabia de quem era o cachorro.

O cachorro não quer sair da frente deste portão que dá acesso a uma fazenda. (Foto: Reprodução / G1 / Edi Paulo Dalbosco)

O homem não pensa que o animal tenha sido abandonado. Ele acredita que o cachorro vive na fazenda ou deve ser dos proprietários do local. Ainda de acordo com o Sr. Edi, os donos do sítio vão até lá apenas nos finais de semana.

“Tem um pessoal que tem um sítio, fazenda, que vem no fim de semana e volta para a cidade. Provavelmente o cachorro se perdeu, seguiu o rastro até o portão e ficou ali esperando. Tentei chamar ele aqui para a minha morada, onde tenho mais dois, mas ele preferiu ficar”, contou o homem, que ficou preocupado com o cão e levou comida e água para ele.

Ainda na noite da última quinta-feira, dia 15 de fevereiro, o cão continuava no mesmo local. O Sr. Edi espera que os proprietários da fazenda visitem o local neste fim de semana e que o animal seja mesmo deles.

Caso alguém tenha informações que ajudem a encontrar os tutores do cachorro, é só entrar em contato através do número (54) 99954-9644.

Fonte: G1