O seu cãozinho está com problemas comportamentais?
Pergunte para o Alexandre Rossi e Cão Cidadão
Necessidades no lugar certo
24 jan 2017
Comportamento: Necessidades
Tutor(a): Geanni, Fernando, Frederico e Maria do Carmo, | O cachorro: Tedy, Lua e Meggie Theodora Lucas
Necessidades no lugar certo

“Tenho três: Meg, de três anos; Lulu, de doze anos e o Tedy, de quatro meses. Todos são muito lindos e educados. Só tenho um problema com o Tedy: ele só faz xixi e cocô nos tapetes da casa. Você poderia me ajudar para eu saber como faço para ensiná-lo a fazer no quintal, como os outros? Meus bebezinhos! Amooo demais!” – Geanni, dona do Tedy, de quatro meses.

“Sou Fernando, de 10anos, e meu irmão Frederico, de 8 anos. Temos uma cachorrinha, de cinco meses, que faz cocô em todos os lugares. A mamãe briga conosco e nós que temos que catar os cocôs e limpar os xixis. Não estamos aguentando tanto cocô! O que devemos fazer para ensinar a Lua a fazer cocô só no matinho. Tenho uma foto com a Lua”. – Fernando e Frederico, donos da Lua, de cinco meses.

“Não consigo que ele faça suas necessidades no local correto em casa, já tentei tapetes, caixa de xixi com tapete dentro, mas a mesma prefere os tapetes macios na casa”. – Maria do Carmo Lucas, dona da Meggie Theodora Lucas, de dois anos. Ver resposta

Ansiedade de separação
1 nov 2016
Comportamento: Ansiedade de Separação
Tutor(a): Daiane Oleiro, Jossane e Cecília, | O cachorro: Buddy, Junio e Sheldon
Cães que sofrem com ansiedade de separação

“Meu Buddy nunca ficou sozinho, pois ela vai para minha loja comigo todos os dias, agora não tenho mais como sair de casa sem ele, acho que esta com ansiedade da separação, a VET receitou um floral que está ajudando bastante mas não resolve o problema, tem alguma dica de como ajudar meu filhocão a não sofrer tanto…” – Daiane Oleiro, dona do Buddy, de um ano e seis meses.

“Olá, Junio sempre foi um grude. Nos dois/três primeiros anos dele fomos só eu e ele num apartamento. Ele sempre ficou só o dia todo mas nunca foi de latir nem de ficar se lambendo. Casei e criamos junto dele mais dois cachorros que hoje já faleceram. Depois que ele começou a conviver com os irmãos, aprendeu a latir e começou a sofrer com a separação. Além disso, começou a se lamber principalmente na barriga e nas unhas. Ele nunca se feriu com esse comportamento mas já teve umas alergias feias por causa disso. Sempre chego em casa e ele fica muito ansioso, pedindo colo e latindo fino. E mesmo quando estou em casa o dia todo ele fica se lambendo. Eu digo não e ele para, mas logo volta. Ele tem acesso a casa toda, deixo a tv ligada para ficar com barulho de pessoas e uma luz acesa. Eu saio com ele pela manhã e às vezes a noite mas não consigo ir em casa na hora do almoço. Hoje ele tem uma irmã, uma gatinha. Os dois se adoram. O que eu poderia fazer para que ele não ficasse assim? Acho que ele fica o dia todo só esperando a gente voltar… Beijos pra Estopinha! Jô” – Jossane, dona do Junio, de nove anos.

“Alexandre, tenho a seguinte dúvida. Meu filhote É um poodle, com a nossa rotina Ele tem ficado sozinho parte do dia e tem criado um comportamento Que tem vem nos deixando preocupados. Sempre que ele sente. Que vamos sair ele corre e se enfia embaixo da cama e não sai de jeito nenhum se não formos tirar e tem lambido demais as patas. Estamos fazendo o possível. Pra dar atenção a ele, comprar brinquedos, levar pra passear, Ele começa agora numa creche pra cães Pra vê se sente menos sozinho. Teria algo mais que se poderia fazer? Nós amamos a Estopinha e o Bartho!”– Cecília, dona do Sheldon, de um ano e nove meses. Ver resposta

ATIVIDADE FÍSICA
3 jul 2016
Comportamento: ATIVIDADES FÍSICAS
Tutor(a): Lilian Vieira e Luiz Fernando, | O cachorro: Lua e Mickey
Atividades para cães com limitações físicas

“Lua me achou, era noite e ela apareceu na esquina da minha casa, muito magra e assustada, mas também muito carinhosa, bastou um “oi, vem cá” e ela veio, meio se arrastando, com rabo entre as pernas. Logo passou a confiar em mim e em minha família. No dia seguinte levei ao veterinário, ela tinha em torno de 8 meses e tremia de uma pata, veio a desconfiança e depois o exame confirmou que ela tinha Parvo virose, doença séria, que mata e não tem cura. O tratamento era paliativo e esperar que ela reagisse. Minha guerreira, que é todo pretinha, mas iluminada (por isso o nome Lua), reagiu. Ela ficou com a sequela da patinha esquerda tremendo, engordou um pouco, mas continua magra, o veterinário disse que é o biotipo dela e continua muito assustada, ela late, mas se a pessoa der um passo na direção dela, ela corre. A minha dúvida é que ela não brinca ou não sabe brincar. Se jogar bolinha ou brinquedo ela não vai atrás, se falar “pega Lua” ela fica é assustada. Tenho dois filhos” – Lilian Vieira, dona da Lua, de dois anos.

“Ele é um pequinês só que o pelo dele não cresce tanto, mas ele é muito quieto preguiçoso n tem vontade de brincar n late pra outros cachorros e eu queria saber o que eu posso fazer para ele ser mais ativo ter mais vontade de brincar.” – Luiz Fernando, dono do Mickey, de dez anos. Ver resposta

AGRESSIVIDADE
1 jun 2016
Comportamento: Agressividade
Tutor(a): Danielli Novak, Josiane de Souza e Josiane Souza, | O cachorro: Crixus, Lola e Billy
Agressividade canina: o que é preciso saber?

“Olá Alexandre Rossi e equipe da Cão Cidadão. Eu tenho uma dúvida sobre o comportamento do meu pastor alemão. Ele se chama Crixus e vai fazer dois anos e é o mais mimado da casa. Além dele tenho mais três que também são muito amados, e mais alguns gatos adotados da rua. Porém, ele pensa que manda em tudo, coloca a cabeça dos gatos na boca dele, ameaça morder, mas nunca machuca; morde e briga com os outros cães com quem ele vive desde os dois meses de idade e o pior, se tem outro cão na rua, ele faz de tudo para fugir e atacar, fica violento. Os vizinhos já o detestam por isso e os cães de rua tem pavor dele. Fiz de tudo para socializá-lo desde bebê, ele tinha contato com muitos cães; quando o levo para praia o deixo solto pra correr e nunca tive problemas assim. É só em casa mesmo e apenas com cães. O que devo fazer pra inibir esse comportamento dele? Outro comportamento que ele tem é querer catar pulga em nós (eu e minha mãe principalmente). Sempre que está ganhando carinho ou quando ele quer mais atenção, nós ficamos com hematomas, sempre!” – Danielli Luahra Novak, dona do Crixus, de um ano e dez meses.

“Alexandre, minha cachorra é muito estressada e ciumenta. Ninguém pode chegar na porta do meu quarto ou onde eu estiver que ela avança na pessoa e começa a rosnar e rodopiar em volta dela mesma querendo pegar o próprio rabo, muito brava. A raça dela é pinscher, uma raça pequena que dá para segurá-la, mas se fosse uma raça maior teria que sacrificá-la porque ninguém ia dar conta de segurar. Ela avança mesmo… o que eu faço? Me ajuda doutor” – Josiane Alves de Souza, dona da Lola, de três anos.

“Boa tarde, meu cachorro é um poodle e ele não pode ficar solto porque morde todos. Amo muito ele e sei que tem como modificá-lo. Por isso, estou aqui pedindo sua ajuda. Não sei mais o que fazer, ele pede carinho, vou fazer e ele morde, vou brincar e, do nada, ele morde. Não posso colocar a coleira nele porque ele não deixa e morde. Me ajuda, por favor, amo meu cachorro, mas não sei o que fazer, tenho mais três cachorros adotados de rua mas não posso deixá-los juntos porque brigam.” – Valeria Borghi Prates, dona do Billy, de seis anos. Ver resposta

Sociabilização
6 mar 2016
Comportamento: sociabilização
Tutor(a): Giulia Sterchele, | O cachorro: Cookie
Dicas para uma boa sociabilização

“Li seu livro de adestramento quando o Cookie ainda era filhotinho (com aproximadamente 3 meses) e uma das coisas que me chamou atenção é que o cachorro precisa passar por diversas situações e experiências até os 5 meses de idade, para que se acostume com elas e não estranhe futuramente/ tenha algum tipo de trauma. Sabendo disso, o levei ao parque Ibirapuera, onde há dezenas de cães para que ele pudesse brincar e ser sociável – uma preocupação que tinha pois sharpeis tendem a ser antissociais e muitas vezes bravos. Sendo assim, observando o comportamento do Cookie percebi que no começo ele era bem na dele, era curioso para conhecer outros cachorros e brincava de vez em quanto, embora não seja seu ponto forte. Acontece que, com o passar do tempo, ele foi se tornando cada vez mais antissocial com os outros cachorros, mesmo com minha preocupação constante em continuar as atividades ao ar livre e contato com outros cães praticamente todo o final de semana. Hoje em dia, com 1 ano de idade, percebo que ele se tornou o contrário do que eu temia. Em vez de bravo, ele é extremamente medroso. Não deixa nenhum cachorro chegar perto dele no parque, principalmente se for cheirá-lo pra dar um ”oi”, independente de seu tamanho (foge até de pinscher e chihuahuas). Com humanos ele não apresenta medo nenhum e deixa mexerem tranquilamente. Qual poderia ser a causa do problema? Como solucioná-lo?” – Giulia Sterchele, dona da Cookie, de um ano. Ver resposta

POSSESSIVIDADE
8 fev 2016
Comportamento: possessividade
Tutor(a): Emanuela Alves, Eliza e Sílvia, | O cachorro: Juninho, Zeus, Thor e Princesa
Possessividade: entenda melhor esse comportamento

Em meados de janeiro/2015, resgatei das ruas um lhasa apso, macho, de aproximadamente 2 anos. Estava tosado, o que demonstrava q tinha dono. Contudo, o dono nunca apareceu e eu o coloquei para adoção, visto que já possuo 4 cachorros e 4 gatos, além de cuidar de animais de rua. Ele foi adotado 2 vezes: a primeira, a adotante me devolveu com menos de 24 horas, alegando que não tinha experiência com bichos (sem comentários!); a segunda, devolveu o animal depois de 2 meses, alegando que ele havia mordido seu filho e sua secretária. Nos períodos em que ele permaneceu na minha casa antes de ser adotado, eu tinha percebido que ele era dominante, agitado, possessivo. Mas, agora, ele voltou pior: late muito e para tudo; não deixa que ninguém pegue seus brinquedos; não gosta de nenhum dos meus bichos; já mordeu minha diarista; de repente, fica agressivo, sem que ninguém esteja brigando ou falando com ele; só tem confiança em mim, que foi quem resgatou ele; não admite que eu fale ou faça qualquer coisa para outro animal ou pessoa. Diante deste quadro, resolvi dar floral para ele. Como tem poucos dias, ainda não vi efeito. Já decidi que, mesmo com as dificuldades, vou ficar com ele. Sinto que a confiança dele está em mim, mas não posso mantê-lo sem que o mesmo aceite meus outros animais. Ressalto que os outros não implicam com ele e nem são agressivos. Informo, ainda, que ele foi castrado e nada no comportamento dele foi alterado. Por favor, preciso de ajuda. Preciso de uma luz. Sempre tive animais, resgato da rua, mas este caso tem sido o mais complicado. Obrigada! – Emanuela Alves, dona do Juninho, de dois anos.

Olá Alexandre, meu cachorro é muito ciumento comigo e meu marido. Quando vamos a casa de parentes não podemos fazer carinhos nos cães da casa que ele já avança, e se uma pessoa vier nos cumprimentar e ele estiver do lado ele avança também. O que devo fazer? Beijo! PS: Adoro seu trabalho! Já assisti várias entrevistas suas! E adoro a Estopinha e o Barthô! – Eliza, dona do Zeus, de 1 ano e 1 mês.

Thor um shitzu superpacato até demais..e princesa uma lhasa apso superagitada embora já mãe pela 2 vez . De certo tempo ela começou nunca ciúmes doentio com qualquer pessoa da família ou outro cãozinho que se aproxima de mim ou eu faça carinho . As brincadeiras dela estão machucando em mordidas inesperadas no ato de pular em vc. Soltar da guia nem pensar…foge saindo correndo…foge de banho, empurra vasilha de água ou comida . Estou cansada e o Thor as vezes briga feio com ela..tendo eu que jogar água..Será ciumes? Como posso fazer ambos entender que os amos iguais? – Sílvia, dona do Thor e da Princesa, de 2 anos e 5 anos, respectivamente. Ver resposta

Lynda, Bella, Princesa, Príncipe e Nina
19 jan 2016
Comportamento: Coprofagia
Tutor(a): Larissa Pereira, Maria Paiva e Maria Cermaria, | O cachorro: COPROFAGIA
O que é preciso saber sobre a coprofagia

“Olá, tenho quatro cadelas lindas e tenho uma dúvida. A Lynda come coco, mas come a mesma ração que as 3. A Bella e a Princesa roem as caminhas delas mesmo tendo brinquedinhos. Gostaria de saber o que eu faço para que a Lynda pare de comer coco e que as 2 “roedoras de caminhas” kkkkkkkkk parem de roer?” – Larissa Pereira, dona da Lynda, Bella e Princesa, de três anos, um ano e nove meses.

“Dr.Alexandre, o Príncipe ele é um cão muito agitado, mas adora crianças. Quando ele fica dentro de casa, ele fica na guia porque ele sai mijando em tudo. Recentemente, ele foi castrado. Eu tenho um gato e, se der bobeira, ele come as fezes dos gatos. O que eu faço? Espero sua resposta. Desde já muito obrigado. bjos na Estopinha.” – Maria José Paiva, dona do Príncipe, de um ano e cinco meses.

“Ela é uma cachorrinha muito agitada, apesar de ter espaço em casa e eu andar com ela. Às vezes, ela come partes de suas fezes, outras vezes não chega a engolir, ficando na boca e depois cuspindo. Por orientação da veterinária, passei a dar floral, mas nada adiantou, pois ela só come o que acabou de fazer. Li muito sobre coprofagia, tentei de tudo que me indicaram, mas não resolve, preciso urgente de sua ajuda, pois é muito desagradável e ela é muito fofa e fica dentro de casa. Obrigada! Bjs para a Estopinha e Bartho.” – Maria Cláudia Cermaria, dona da Nina, de um ano. Ver resposta

MEU CÃO NÃO GOSTA DE CRIANÇAS
12 jan 2016
Comportamento: MEU CÃO NÃO GOSTA DE CRIANÇAS
Tutor(a): Kássia Nascimento, Alda Magaly e Larissy Lúcio, | O cachorro: Duke, Dryka e Simba
Acostumando o cão ao convívio com crianças

“Adotei o Duke, mix de poodle com pequinês, quando ele tinha apenas 29 dias (A mãezinha dele morreu quando ele tinha quinze dias de nascido), e desde que chegou sempre se comportou muito bem. O único (e grande problema) e que minha sobrinha de 3 anos tem MUITO medo de cachorro e sempre que ela chega aqui em casa é a maior gritaria! No começo o Duke não se importava muito, ate ignorava. Mas de três meses pra cá, ele não atura mais esses gritos, chegou a tentar ataca-la e também a criar raiva de outras crianças. Se elas estiverem paradas, tudo ok, mas se começarem a correr ou gritar ele já fica incontrolável. Fico muito triste, pois ela frequenta bastante minha casa e para não haver transtornos sou abrigada a prendê-lo na área de casa e ele fica muito estressado, chora o tempo todo! Além disso, preciso viajar daqui a dois meses, e a melhor opção pra mim seria levá-lo, já que não tenho com quem deixar, porém, a minha sobrinha vai também e tenho medo que acabe sendo um stress! Essa semana, será providenciada a castração do Duke, mas temo que isso não funcione. Eu NECESSITO de uma luz, e acredito verdadeiramente no seu trabalho e no da sua equipe. Farei o que for necessário para que essa situação seja resolvida. Desde já, obrigada pela atenção.” – Kássia Nascimento, Duke, de onze meses e quinze dias.

“A Dryka, não é sociável com visitas, e principalmente com crianças, quando chega alguém em casa, logo tem q colocá-la em algum ambiente separado, pq já aconteceu até dela morder! Ela é uma fofa, mas só com a nossa família ( menos as crianças ). Nem na rua ela fica mansa, pois fica querendo pegar nos pés das pessoas q passam por perto. A amo demais, muitas vezes deixo de levá-la aos lugares por causa desse temperamento! O q devo fazer ???” – Alda Magaly M Campos, dona da Dryka, de dois anos.

“Olá, Alexandre e equipe do Cão Cidadão! Meu cachorrinho, Simba, é um Pequinês de 6 meses. Ele é muito carinhoso com as pessoas em casa, aprendeu certinho o lugar de fazer as necessidades e o comando “Não”. Porém ele tem um grande problema de socialização com os outros cachorros e com crianças. Inicialmente achei que o problema com crianças era por ciúme que ele possui de mim, tanto que evitava ficar perto das crianças e nenéns, quando ele estava no ambiente, ele lidava razoavelmente bem com isso, então achei que estava dando certo. Até o momento em que ele mordeu o rostinho do meu sobrinho de apenas 1 ano enquanto ele, o cão, estava no colo do meu cunhado e o neném fazendo carinho nele pelas “costas”. Isso foi um choque para mim, pois pretendo ser mãe em breve e não sei como o Simba poderá reagir. O que eu poderia fazer para adestrá-lo com relação a isso? Outro problema que ele tem é que ele não pode ver outros cachorros de maneira alguma, que ele quer avançar! Isso é muito difícil também, pois ele é muito pequeno e qualquer cachorro um pouco maior que ele o estrangularia em uma mordida só. Também gostaria muito da ajuda de vocês com isso! Agradeço pela atenção. Beeijos” – Larissy Lúcio, dona do Simba, de seis meses. Ver resposta