O seu cãozinho está com problemas comportamentais?
Pergunte para o Alexandre Rossi e Cão Cidadão
Possessividade
11 out 2018
Comportamento:
Tutor(a): Roseli Pinto, | O cachorro: Hércules
Cães possessivos: como lidar?

“Hércules aparentemente é manso. O problema dele é a possessão. Temos outra cadela, a Morgana, de oito meses, e ele não a deixa fazer nada. Se ela pega um brinquedo que está jogado no chão, ele avança nela para pegá-lo. Ele também acha que o espaço debaixo da mesa é só dele. Outro dia estávamos todos sentados à mesa e ele estava embaixo da mesma, quando Morgana entrou, ele mordeu o rosto dela (abaixo do olho), tirando sangue. Ele é assim, se eu pego a bolinha dele, ele avança, se ele quer comer a comida da Morgana, não a deixa comer e, se eu vou corrigi-lo e mandá-lo comer a dele, ele rosna para mim ficando em posição de ataque. Ele só obedece e sai de perto quando pego a vara e a bato no chão ou no portão. Às vezes, fico com medo dele.”

Por Amagoya Garcia, franqueada e adestradora da Cão Cidadão.

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adestrar um pet surdo
17 set 2018
Comportamento:
Tutor(a): Nelly e Lucas, | O cachorro: Maria
Ensinando um cão surdo

“Meu filho, Lucas, adotou um Bulldog Francês fêmea que tem dois meses e é surda. Por conta disso, ele não sabe como ensiná-la a fazer as necessidades no lugar certo. Ele já tem dois cães da mesma raça que fazem suas necessidades no jornal. Todos moram em apartamento. O que fazer? Desde já agradeço a ajuda.”

Por Samantha Melo, franqueada e adestradora da Cão Cidadão.

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Latidos excessivos
20 ago 2018
Comportamento:
Tutor(a): Ludmila Brisolla Mattedi, | O cachorro: Gaia
Enriquecimento ambiental durante a viagem

“Viajamos todos os fins de semana para Monte Verde, em Minas Gerais, e costumamos levar a nossa cachorra junto. Gaia sempre é a primeira a entrar no carro, fica desesperada para ir. Porém, assim que o carro entra em movimento ela começa a latir sem parar. São duas horas de viagem com a Gaia latindo. Temos a impressão de que ela late para os carros, mas também late para o nada. Já tentamos dar o medicamento Dramin, Passiflora, Anizen, esguicho de água no focinho, entre outros. Já ficamos bravos, sentamos atrás com ela, agradamos, mas nada até agora funcionou. No mais, ela é uma cachorra meiga, dócil e tranquila. Só no carro que se transforma. O que mais podemos fazer?”

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Destruição de objetos
13 jul 2018
Comportamento:
Tutor(a): Aline, | O cachorro: Belinha
Cães destruidores: como eliminar o problema?

“A Belinha veio para a minha casa de forma provisória, mas não tive coragem de mandá-la embora depois. No entanto, ela é muito arteira, puxa as minhas roupas do varal e rasga várias peças. A última arte que ela aprontou foi comer a tomada da minha máquina de lavar. Ela destrói tudo! Não sei mais o que fazer. Achei que depois de castrada ela melhoraria, mas foi inocência minha. Me ajuda!”

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Coprofagia
13 jun 2018
Comportamento:
Tutor(a): Thaís Jester, | O cachorro: Amora
Como lidar com a coprofagia?

“Olá! Tenho uma cachorrinha da raça Shih Tzu que se chama Amora. Já levei ela no veterinário e eles costumam dizer que o fato de ela comer as próprias fazes é normal, mas fazendo algumas pesquisas vejo que não é normal um cachorro ter esse comportamento.

Moramos somente eu e o meu marido, então Amora fica muito tempo dentro de casa comigo. Não são todas as vezes que ela come, mas gostaria de saber o que posso fazer para que ela pare com isso. Desde já agradeço.”

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Reforço positivo
18 maio 2018
Comportamento:
Tutor(a): Ivonete Assunpção, | O cachorro: Diana
Xixi fora do lugar

Por Samantha Melo, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Olá, Ivonete. Tudo bem?

Primeiramente, parabéns pela nova filhote! Os cães são excelentes companheiros e tenho certeza que a Diana trará muita alegria para a sua família. Agora, voltando ao seu problema, é completamente normal os cachorros novinhos errarem o local do xixi, afinal, eles vieram de um ambiente cujo espaço geralmente é mais restrito, como ONGs e canis, e ficam confusos quando chegam em nossa casa. Mas fique calma! Existem várias estratégias para educá-la e resolver o problema.

Para começar, é preciso entender qual é o instinto natural dos cachorros. Na natureza, eles sempre procuram locais absorventes para fazer xixi (como grama, que não os deixa sujar as patas), além de preferirem se afastar do local onde comem, dormem e bebem água para fazerem as necessidades.

Contudo, os filhotes precisam da proteção da mãe e não conseguem se afastar muito do ninho. Então, você deve estar se perguntando, como trazer essa situação para a nossa realidade? Usando tais informações para montar banheirinhos atrativos e que sejam fáceis para o animal. Vamos lá?

Passo a passo

Escolha um local arejado para ser o banheiro principal, como a lavanderia ou varanda. Na hora de decidir o material, dê preferência ao tapete higiênico, jornal ou grama sintética – que são bastante absorventes –, e monte um “banheirão” para o pet, juntando uns quatro tapetes (um no outro).

Ah, é importante prender tudo com fita adesiva, para dar estabilidade e o cão não patinar. Por fim, deixe a caminha e os comedouros o mais longe possível dos tapetes, mas ainda assim no mesmo ambiente.

Se a sua casa é grande e a Diana tem acesso liberado em todos os momentos, esse pode ser um dos problemas. Não é natural para os filhotes pararem o que estão fazendo e se afastarem até a lavanderia, por exemplo. Sem falar que eles não conseguem segurar a vontade por muito tempo, por isso, os acidentes acabam acontecendo.

A solução para ajudar o peludo a acertar é ter mais banheirinhos pela casa, principalmente nos locais onde a família se reúne, como na sala. Se for ficar no quarto com ele, leve um tapete para lá também. Já quando for precisar deixá-la sozinha em casa, o ideal é que ela fique em um espaço menor, como a cozinha e/ou lavanderia. Grades e portõezinhos podem ajudar.

No início, a gente deve facilitar e valorizar ao máximo os acertos. Para isso, leve-a ao banheiro com certa frequência e em momentos estratégicos, como após uma soneca, 20 minutos após ela se hidratar ou quando ela apresentar comportamentos que indiquem que vem xixi por aí, como cheirar o chão e dar algumas voltinhas.

Fique um tempo com a mascote por lá, sem excitá-la, só dizendo “muito bem”. Aguarde o momento do xixi, espere terminar e recompense com carinho, festa e um petisco gostoso! Essa dica é muito importante, pois quanto mais vezes sua pet for recompensada na hora certa, mais ela vai procurar acertar.

Finalmente vamos falar sobre locais em que os cachorros insistem em errar, como é o caso da caminha da Diana. Os produtos comuns de limpeza não limpam profundamente e alguns deles, por terem amônia na fórmula, deixam ainda mais rastros de xixi. A solução é usar removedores enzimáticos (à venda em pet shops) e seguir à risca as recomendações de uso do produto, além de não realizar a limpeza na frente do pet.

Além disso, cubra locais que estejam competindo com os banheirinhos, como tapetes e carpetes.

Por fim, é importante saber que os erros vão acontecer por um tempo e que isso é comum para os filhotes, que ainda estão aprendendo. Siga as nossas dicas, tenha paciência e lembre-se de verificar se os acertos estão aumentando. E conte com a nossa equipe de adestradores para ajudar, não deixe de nos contatar. Boa sorte!

Agressividade no banho e necessidades no local errado
27 abr 2018
Comportamento:
Tutor(a): Nicole , | O cachorro: Duda
Reeducar e oferecer associações positivas

“Olá! Minha cachorrinha é da raça Lhasa Apso. Ela se chama Duda. Desde que pegamos ela, com três meses, começamos a ensinar onde ela deveria fazer as suas necessidades. Acontece que de uns tempos para cá ela começou a fazer suas necessidades nos tapetes da casa, e não no seu próprio tapete.

Nós moramos em uma fazenda, então ela não tem convívio com outras pessoas e ou com outros cachorros. Temos um Poodle que fica fora de casa, mas quando a Duda era pequena foi atacada por ele e acho que isso acabou deixando ela com medo de outros cães, pois quando vamos à praia, e os cães vão querer cheirá-la, ela fica com muito medo e às vezes chega a mostrar os dentes.

Ela também é extremamente desconfiada com outras pessoas, foge quando tentam dar carinho e quando está em seu ambiente late muito para eles. Ela não é acostumada a usar coleira, mas como fomos para a praia ela teve que usar para poder passear. Acho que a viagem, o ambiente desconhecido e usar algo que ela não está acostumada acabou deixando a pet muito estressada. Será que é por isso que ela está fazendo suas necessidades no lugar errado?

Outra questão é que ela fica muito agressiva quando vai tomar banho. Sempre que vamos pegá-la, ela vira outra cachorra de tão brava, ou seja, morde sem dó. Então, decidimos parar de levar ela no pet shop e dar banho em casa mesmo, mas ainda assim ela é muito brava: na hora do banho não deixa a gente esfregar seus pelos, além de odiar o chuveirinho. Temos que molhar ela com uma caneca.

Não sabemos o que fazer para ela ficar mais calma, pois é brava assim apenas no banho e quando encostam nela se está dormindo. Ela não tem ciúmes dos brinquedos e nem da ração, na verdade ela só come ração quando está com muita fome (não damos comida humana).

Resumindo: o que posso fazer para deixar minha cachorrinha mais calma na hora do banho e deixar ela mais sociável com outras pessoas e cães? Além disso, como fazê-la parar de se aliviar no lugar errado?

Obs – quando comprei ela, perguntei sobre seus pais e me falaram que o seu pai era bravo.

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Sociabilização e dessensibilização
6 abr 2018
Comportamento:
Tutor(a): Mário Júnior, | O cachorro: Kyara
Comunicar para ajudar

“Olá. Me chamo Mário Júnior e moro em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

Tenho um Bulldog Francês (fêmea) chamado Kyara, hoje com 10 meses. A Kyara foi gerada em um canil e criada até seus seis meses com vestígios de maus tratos. Depois, foi vítima de uma troca, situação em que o criador devia um valor a um comerciante e, como pagamento, deu a Kyara a este homem. Ela ficou cerca de dois meses com aquela família, que não se adaptou por ela ser extremamente acuada.

Recentemente eu e minha esposa havíamos perdido um filhote com as mesmas características, por atropelamento. Foi aí que encontramos o anúncio sobre a venda dela por parte do comerciante.

Trouxemos a Kyara com muito amor e carinho, fora a expectativa. Mas mesmo depois de dois meses conosco, preenchendo o nosso vazio, ela ainda está muito acuada. Além disso, ela solta bastante pelo, não se socializa e não consegue ficar tranquila com a presença de pessoas. Contudo, notei que ela engordou 1.2 kg, mas ainda apresenta um peso abaixo do esperado.

Todas as vacinas dela estão em dia, ela faz consultas periódicas ao veterinário, só come ração premium e recebe muito amor, carinho e atenção.

Como posso melhorar o ânimo e a confiança da Kyara? Ela ainda não entrou nem no primeiro cio. Me ajudem!”

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