O seu cãozinho está com problemas comportamentais?
Pergunte para o Alexandre Rossi e Cão Cidadão
Problemas comportamentais e surdez
2 abr 2018
Comportamento:
Tutor(a): Jeniffer, | O cachorro: Nikita
Como lidar com um filhote surdo?

“Ganhei uma cadela da raça Labrador, em novembro, que é surda. Estou com muita dificuldade em me adaptar, pois já tenho uma cadela de 8 anos (mistura de Pitbull com Labrador), mas que já é bem mais calma, devido à idade.  Essa que ganhei é bem levada: morde tudo! Já mordeu fios de eletrodomésticos, eletro portáteis, sandálias, sapatos, roupas (ela pula na gente e sai puxando e rasgando a roupa, ou encontra algo que esteja ao seu alcance em cima de móveis e puxa). Além disso, ela derruba o pote água e molha todo o chão e derruba a comida.  A Nikita já arranhou a porta da sala e comeu fio do rádio e uma bomba de água. Meu marido está furioso e quer se desfazer dela, disse até que se eu não arrumar alguém para doar vai largá-la na rua. Óbvio que eu não deixaria, mas infelizmente não sei como lidar com ela, ela está muito levada, eu a prendi na área de serviço e ela mordeu o sifão todo. Por favor, me ajude, não gostaria de me desfazer dela. Desde já agradeço!”

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Reforço positivo e dessensibilização de medo
16 mar 2018
Comportamento:
Tutor(a): Pedro, | O cachorro: Zeca
Dessensibilização ao toque

“Olá, Alexandre e equipe Cão Cidadão!

O meu namorado tem um Buldogue Francês que é muito agressivo. Ele não permite que ninguém, além do dono, toque nele. Ele também avança em mãos e pés de forma muito agressiva. Já mordeu, inclusive, o pai do meu namorado.

O interessante é que ele deita em cima de mim no sofá e dorme, mas eu não posso tocar nele em hipótese alguma. Também consigo colocar comida a ele sem que o mesmo fique nervoso, mas é só eu andar distraída que ele avança na minha mão.

Venho tentando uma aproximação, sempre levando ele passear, mas a hora de colocar a guia também é bastante tensa, pois ele fica nervoso e feroz.

Quando era bem pequeno ele quebrou a patinha e teve que passar por uma cirurgia e fisioterapia. Essa patinha não ficou 100% e ele anda mancando.

O que podemos fazer para mudar esse comportamento? Ajuda a gente, por favor! Obrigada!”

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Cão medroso e triste
9 mar 2018
Comportamento:
Tutor(a): Gerson, | O cachorro: Otto
Reforço positivo

“Otto é da raça Dachshund (basset). Pegamos ele agora, com oito meses. Não sabemos o motivo nem como lidar com ele, pois o mesmo demonstra um estado de profunda tristeza e medo excessivo de tudo: pessoas, barulhos, qualquer coisa. Se deixar, ele fica o dia todo no canil deitado. Não late, não chora e não se move. Quando a gente se aproxima, às vezes sai correndo e foge. Se alimenta pouco perto da gente, mas se deixo leite e ração no pote de manhã, ele come tudo de noite. Não bebe água. Faz xixi e cocô somente de madrugada, quando não estamos próximos. O que pode estar acontecendo com Otto? Como podemos ajudá-lo?”

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Apego ao tutor
2 mar 2018
Comportamento:
Tutor(a): Roder Lima, | O cachorro: Rex
Mais interação com o tutor 

“Olá, Dr. Pet. Parabéns pelo trabalho que faz. Gostaria de entender porque meu cachorro, que eu cuido e amo de paixão desde seu primeiro mês de idade, se desfaz de mim quando meu melhor amigo vem aqui em casa, pois ele deixa de dormir comigo para dormir com ele. E quando saímos e andamos, se meu amigo vai mais na frente, ele puxa a coleira para tentar alcançá-lo. Já se eu vou na frente e ele está com o meu amigo, ele fica de boa e nem liga.

Quando meu amigo vai embora ele chora, mas se eu saio ele não faz isso. Quando chegamos juntos ele vai direto no meu amigo e depois em mim. Enfim, meu amigo gosta dele sim, claro, mas não mais do que eu. Onde estou errando? Acho que o Rex não gosta de mim. O que faço?

Sou eu quem dá comida, banho, carinho. Deixo até de sair às vezes por causa dele, e ele faz isso comigo. Tem alguma resposta sobre esse comportamento? Obrigado.”

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Limites para cães possessivos e territorialistas
23 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Inaiara Lopes, | O cachorro: Max
Como lidar com um cão territorialista?

“O Max dorme com a minha mãe em seu quarto. Toda vez que abrimos a porta do quarto ele entra primeiro, rosna e late muito, e acaba se escondendo embaixo da cama. Gostaria de saber o que posso fazer para ele mudar este comportamento.”

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Agressividade e agitação na rua
16 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Kátia Balan, | O cachorro: Belinha e Capitu
Latidos em excesso na rua

“Adotei as duas: mãe e filha. A Belinha (Poodle), que é a mãe, foi resgata prenha. Ela estava nas ruas em situação bem precária.  Quando eu a trouxe para casa, a Belinha era bem quieta e até desconfiávamos que ela tinha depressão. A Capitu (SRD), já com dois meses, era bem sapeca.

Saio com as duas todos os dias, pelo menos duas vezes ao dia, já que a mãezinha, Belinha, não faz as necessidades em casa, para a minha tristeza.  No início, a Belinha andava quieta e desprendida do mundo ao seu redor durante os passeios. A Capitu já é bem elétrica e estabanada, como os filhotes são.

Aos poucos, os problemas começaram. Moro em um condomínio que os animais são proibidos de andarem no chão, então, nosso deslocamento é com o carrinho especifico para pets. Elas não podem ver uma pessoa perto, e às vezes mesmo longe do carrinho, que já começam a latir sem parar. Já fora do condomínio, quando as coloco no chão, a Capitu late mesmo que não tenha ninguém (ou outro animal) por perto, como se estivesse avisando ‘cheguei’. Aí o inferno começa: a Belinha, que era quieta, hoje puxa o coro dos latidos quando vê outro animal. Para pessoas em si a Belinha não late, mas a Capitu late para quase todas.

Comprei as coleiras Gentle Leader, para poder controlá-las melhor, porque a Belinha puxa muito durante os passeios e a Capitu pula nas pessoas e nos animais. Elas nunca morderam ninguém, até porque não as deixo próximas das pessoa ou de outros animais.

Algumas pessoas atravessam a rua quando veem a gente. Outros pegam seus animais no colo. Reações desse tipo são um termômetro de que as coisas não andam bem.

Encontro com as amigas passeando com seus pets e até andamos todos juntos. As minhas cheiram seus amigos e seus tutores e param de latir, e assim seguimos passeando tranquilamente.

Não sei se é certo dizer, mas parece que elas não gostam de certas pessoas, porque latem todos os dias para as mesmas pessoas, que por vezes tentam uma aproximação.

Resumo: a Belinha, de quieta, está terrível (mas menos que a Capitu). A Capitu põe medo em todo mundo. Dou petisco como premiação e elogio quando raramente não latem. A Capitu já chegou a pegar o petisco e se engasgar, porque latiu com o petisco na boca.  Os passeios estão muito estressantes.  Em casa, elas são muito calmas e quietas, nem parecem as mesmas da rua.

Ressalto que sou uma tutora que mima, trato como filhas, dormem comigo e são muito bem cuidadas. Estou desesperada!”

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Personalidade do cão
9 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Alessandra Santos, | O cachorro: Simba

“Bom dia! Na verdade, eu não sou a dona do cachorrinho Simba, ele é da minha patroa. Já trabalho com ela há mais de dois anos. Além do Simba, ela também tem o Duque (ambos da raça Lhasa Apso – Duque é filhote do Simba) que é muito dócil. Mas de uns tempos para cá, o Simba está me mordendo toda vez que dá o meu horário de ir embora. Minha patroa tem que trancar ele até eu sair, caso contrário, ele vem me morder e eu nem sequer posso falar com ela. Sempre dou as coisas para ele comer e converso com ele. O que posso fazer?”

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Treinos para demarcação de território
3 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Felipe, | O cachorro: Zack
Não dar atenção pode ser a solução 

“Adotamos o Zack quando ele tinha dois meses. Ele é mestiço de Yorkshire e Pequinês.  Morávamos em um apartamento e depois moramos por dois anos em uma casa com bastante espaço. Logo que mudamos para a casa, adotamos também uma gata, que teve filhotes. Acabamos ficando um mais ums gatinha da ninhada. Resumindo: hoje somos eu, minha esposa, o Zack e duas gatas.

Atualmente, moramos novamente em um apartamento. Os problemas que passamos com o cão são os seguintes: – Urinar em todo lugar: tanto a urina curta, de demarcação de território, quanto a normal. Isso acontece desde que era filhote e ainda o único animal da casa.  Ele dorme no sofá ou na cama, junto com as gatas (sei que é errado, mas não conseguimos acostumá-los em uma caminha, ele urinava nelas e a casa toda ficava fedida).

Já tentamos usar jornal, jogar vinagre e/ou água sanitária onde ele urinou, mas não funciona. Queremos que ele urine na varanda do apartamento, que é onde fica a caixa de areia das gatas. A única coisa que eu não testei ainda foi o “Xixi pode” e o “Xixi não pode”, mas creio que não vá funcionar.  – Agressividade: ele parece estar meio confuso. Rosna, late e às vezes avança quando ele está em cima do sofá ou da cama e alguém fica em pé virado para ele, principalmente eu.  Parece se sentir ameaçado. Quando ele faz isso eu ignoro ou às vezes vou mexer com ele, fazer um carinho, aí ele brinca. Geralmente ele é extremamente carinhoso.

Ele tem um bichinho de pelúcia que gosta bastante, não larga para nada, chega a ser até doentio, ele deita e põe o queixo em cima do bichinho e fica chorando por horas se deixar, isso quando não dorme.  Muitas vezes, temos que esconder o tal bicho para ele lembrar da vida, lembrar de comer, de beber água. Quando tentamos tirar o bichinho, ele rosna muito e até avança, mas adora quando jogamos a pelúcia para ele pegar, mas, ao mesmo tempo, não aceita que tomemos dele. Muito confuso. Estamos há tempos tentando resolver isso, mas já não sei mais para quem mandar esse texto. Obrigado.”

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