O seu cãozinho está com problemas comportamentais?
Pergunte para o Alexandre Rossi e Cão Cidadão
Agressividade no banho e necessidades no local errado
27 abr 2018
Comportamento:
Tutor(a): Nicole , | O cachorro: Duda
Reeducar e oferecer associações positivas

“Olá! Minha cachorrinha é da raça Lhasa Apso. Ela se chama Duda. Desde que pegamos ela, com três meses, começamos a ensinar onde ela deveria fazer as suas necessidades. Acontece que de uns tempos para cá ela começou a fazer suas necessidades nos tapetes da casa, e não no seu próprio tapete.

Nós moramos em uma fazenda, então ela não tem convívio com outras pessoas e ou com outros cachorros. Temos um Poodle que fica fora de casa, mas quando a Duda era pequena foi atacada por ele e acho que isso acabou deixando ela com medo de outros cães, pois quando vamos à praia, e os cães vão querer cheirá-la, ela fica com muito medo e às vezes chega a mostrar os dentes.

Ela também é extremamente desconfiada com outras pessoas, foge quando tentam dar carinho e quando está em seu ambiente late muito para eles. Ela não é acostumada a usar coleira, mas como fomos para a praia ela teve que usar para poder passear. Acho que a viagem, o ambiente desconhecido e usar algo que ela não está acostumada acabou deixando a pet muito estressada. Será que é por isso que ela está fazendo suas necessidades no lugar errado?

Outra questão é que ela fica muito agressiva quando vai tomar banho. Sempre que vamos pegá-la, ela vira outra cachorra de tão brava, ou seja, morde sem dó. Então, decidimos parar de levar ela no pet shop e dar banho em casa mesmo, mas ainda assim ela é muito brava: na hora do banho não deixa a gente esfregar seus pelos, além de odiar o chuveirinho. Temos que molhar ela com uma caneca.

Não sabemos o que fazer para ela ficar mais calma, pois é brava assim apenas no banho e quando encostam nela se está dormindo. Ela não tem ciúmes dos brinquedos e nem da ração, na verdade ela só come ração quando está com muita fome (não damos comida humana).

Resumindo: o que posso fazer para deixar minha cachorrinha mais calma na hora do banho e deixar ela mais sociável com outras pessoas e cães? Além disso, como fazê-la parar de se aliviar no lugar errado?

Obs – quando comprei ela, perguntei sobre seus pais e me falaram que o seu pai era bravo.

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Sociabilização e dessensibilização
6 abr 2018
Comportamento:
Tutor(a): Mário Júnior, | O cachorro: Kyara
Comunicar para ajudar

“Olá. Me chamo Mário Júnior e moro em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

Tenho um Bulldog Francês (fêmea) chamado Kyara, hoje com 10 meses. A Kyara foi gerada em um canil e criada até seus seis meses com vestígios de maus tratos. Depois, foi vítima de uma troca, situação em que o criador devia um valor a um comerciante e, como pagamento, deu a Kyara a este homem. Ela ficou cerca de dois meses com aquela família, que não se adaptou por ela ser extremamente acuada.

Recentemente eu e minha esposa havíamos perdido um filhote com as mesmas características, por atropelamento. Foi aí que encontramos o anúncio sobre a venda dela por parte do comerciante.

Trouxemos a Kyara com muito amor e carinho, fora a expectativa. Mas mesmo depois de dois meses conosco, preenchendo o nosso vazio, ela ainda está muito acuada. Além disso, ela solta bastante pelo, não se socializa e não consegue ficar tranquila com a presença de pessoas. Contudo, notei que ela engordou 1.2 kg, mas ainda apresenta um peso abaixo do esperado.

Todas as vacinas dela estão em dia, ela faz consultas periódicas ao veterinário, só come ração premium e recebe muito amor, carinho e atenção.

Como posso melhorar o ânimo e a confiança da Kyara? Ela ainda não entrou nem no primeiro cio. Me ajudem!”

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Problemas comportamentais e surdez
2 abr 2018
Comportamento:
Tutor(a): Jeniffer, | O cachorro: Nikita
Como lidar com um filhote surdo?

“Ganhei uma cadela da raça Labrador, em novembro, que é surda. Estou com muita dificuldade em me adaptar, pois já tenho uma cadela de 8 anos (mistura de Pitbull com Labrador), mas que já é bem mais calma, devido à idade.  Essa que ganhei é bem levada: morde tudo! Já mordeu fios de eletrodomésticos, eletro portáteis, sandálias, sapatos, roupas (ela pula na gente e sai puxando e rasgando a roupa, ou encontra algo que esteja ao seu alcance em cima de móveis e puxa). Além disso, ela derruba o pote água e molha todo o chão e derruba a comida.  A Nikita já arranhou a porta da sala e comeu fio do rádio e uma bomba de água. Meu marido está furioso e quer se desfazer dela, disse até que se eu não arrumar alguém para doar vai largá-la na rua. Óbvio que eu não deixaria, mas infelizmente não sei como lidar com ela, ela está muito levada, eu a prendi na área de serviço e ela mordeu o sifão todo. Por favor, me ajude, não gostaria de me desfazer dela. Desde já agradeço!”

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Reforço positivo e dessensibilização de medo
16 mar 2018
Comportamento:
Tutor(a): Pedro, | O cachorro: Zeca
Dessensibilização ao toque

“Olá, Alexandre e equipe Cão Cidadão!

O meu namorado tem um Buldogue Francês que é muito agressivo. Ele não permite que ninguém, além do dono, toque nele. Ele também avança em mãos e pés de forma muito agressiva. Já mordeu, inclusive, o pai do meu namorado.

O interessante é que ele deita em cima de mim no sofá e dorme, mas eu não posso tocar nele em hipótese alguma. Também consigo colocar comida a ele sem que o mesmo fique nervoso, mas é só eu andar distraída que ele avança na minha mão.

Venho tentando uma aproximação, sempre levando ele passear, mas a hora de colocar a guia também é bastante tensa, pois ele fica nervoso e feroz.

Quando era bem pequeno ele quebrou a patinha e teve que passar por uma cirurgia e fisioterapia. Essa patinha não ficou 100% e ele anda mancando.

O que podemos fazer para mudar esse comportamento? Ajuda a gente, por favor! Obrigada!”

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Cão medroso e triste
9 mar 2018
Comportamento:
Tutor(a): Gerson, | O cachorro: Otto
Reforço positivo

“Otto é da raça Dachshund (basset). Pegamos ele agora, com oito meses. Não sabemos o motivo nem como lidar com ele, pois o mesmo demonstra um estado de profunda tristeza e medo excessivo de tudo: pessoas, barulhos, qualquer coisa. Se deixar, ele fica o dia todo no canil deitado. Não late, não chora e não se move. Quando a gente se aproxima, às vezes sai correndo e foge. Se alimenta pouco perto da gente, mas se deixo leite e ração no pote de manhã, ele come tudo de noite. Não bebe água. Faz xixi e cocô somente de madrugada, quando não estamos próximos. O que pode estar acontecendo com Otto? Como podemos ajudá-lo?”

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Apego ao tutor
2 mar 2018
Comportamento:
Tutor(a): Roder Lima, | O cachorro: Rex
Mais interação com o tutor 

“Olá, Dr. Pet. Parabéns pelo trabalho que faz. Gostaria de entender porque meu cachorro, que eu cuido e amo de paixão desde seu primeiro mês de idade, se desfaz de mim quando meu melhor amigo vem aqui em casa, pois ele deixa de dormir comigo para dormir com ele. E quando saímos e andamos, se meu amigo vai mais na frente, ele puxa a coleira para tentar alcançá-lo. Já se eu vou na frente e ele está com o meu amigo, ele fica de boa e nem liga.

Quando meu amigo vai embora ele chora, mas se eu saio ele não faz isso. Quando chegamos juntos ele vai direto no meu amigo e depois em mim. Enfim, meu amigo gosta dele sim, claro, mas não mais do que eu. Onde estou errando? Acho que o Rex não gosta de mim. O que faço?

Sou eu quem dá comida, banho, carinho. Deixo até de sair às vezes por causa dele, e ele faz isso comigo. Tem alguma resposta sobre esse comportamento? Obrigado.”

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Limites para cães possessivos e territorialistas
23 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Inaiara Lopes, | O cachorro: Max
Como lidar com um cão territorialista?

“O Max dorme com a minha mãe em seu quarto. Toda vez que abrimos a porta do quarto ele entra primeiro, rosna e late muito, e acaba se escondendo embaixo da cama. Gostaria de saber o que posso fazer para ele mudar este comportamento.”

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Agressividade e agitação na rua
16 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Kátia Balan, | O cachorro: Belinha e Capitu
Latidos em excesso na rua

“Adotei as duas: mãe e filha. A Belinha (Poodle), que é a mãe, foi resgata prenha. Ela estava nas ruas em situação bem precária.  Quando eu a trouxe para casa, a Belinha era bem quieta e até desconfiávamos que ela tinha depressão. A Capitu (SRD), já com dois meses, era bem sapeca.

Saio com as duas todos os dias, pelo menos duas vezes ao dia, já que a mãezinha, Belinha, não faz as necessidades em casa, para a minha tristeza.  No início, a Belinha andava quieta e desprendida do mundo ao seu redor durante os passeios. A Capitu já é bem elétrica e estabanada, como os filhotes são.

Aos poucos, os problemas começaram. Moro em um condomínio que os animais são proibidos de andarem no chão, então, nosso deslocamento é com o carrinho especifico para pets. Elas não podem ver uma pessoa perto, e às vezes mesmo longe do carrinho, que já começam a latir sem parar. Já fora do condomínio, quando as coloco no chão, a Capitu late mesmo que não tenha ninguém (ou outro animal) por perto, como se estivesse avisando ‘cheguei’. Aí o inferno começa: a Belinha, que era quieta, hoje puxa o coro dos latidos quando vê outro animal. Para pessoas em si a Belinha não late, mas a Capitu late para quase todas.

Comprei as coleiras Gentle Leader, para poder controlá-las melhor, porque a Belinha puxa muito durante os passeios e a Capitu pula nas pessoas e nos animais. Elas nunca morderam ninguém, até porque não as deixo próximas das pessoa ou de outros animais.

Algumas pessoas atravessam a rua quando veem a gente. Outros pegam seus animais no colo. Reações desse tipo são um termômetro de que as coisas não andam bem.

Encontro com as amigas passeando com seus pets e até andamos todos juntos. As minhas cheiram seus amigos e seus tutores e param de latir, e assim seguimos passeando tranquilamente.

Não sei se é certo dizer, mas parece que elas não gostam de certas pessoas, porque latem todos os dias para as mesmas pessoas, que por vezes tentam uma aproximação.

Resumo: a Belinha, de quieta, está terrível (mas menos que a Capitu). A Capitu põe medo em todo mundo. Dou petisco como premiação e elogio quando raramente não latem. A Capitu já chegou a pegar o petisco e se engasgar, porque latiu com o petisco na boca.  Os passeios estão muito estressantes.  Em casa, elas são muito calmas e quietas, nem parecem as mesmas da rua.

Ressalto que sou uma tutora que mima, trato como filhas, dormem comigo e são muito bem cuidadas. Estou desesperada!”

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