O seu cãozinho está com problemas comportamentais?
Pergunte para o Alexandre Rossi e Cão Cidadão
Limites para cães possessivos e territorialistas
23 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Inaiara Lopes, | O cachorro: Max
Como lidar com um cão territorialista?

“O Max dorme com a minha mãe em seu quarto. Toda vez que abrimos a porta do quarto ele entra primeiro, rosna e late muito, e acaba se escondendo embaixo da cama. Gostaria de saber o que posso fazer para ele mudar este comportamento.”

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Agressividade e agitação na rua
16 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Kátia Balan, | O cachorro: Belinha e Capitu
Latidos em excesso na rua

“Adotei as duas: mãe e filha. A Belinha (Poodle), que é a mãe, foi resgata prenha. Ela estava nas ruas em situação bem precária.  Quando eu a trouxe para casa, a Belinha era bem quieta e até desconfiávamos que ela tinha depressão. A Capitu (SRD), já com dois meses, era bem sapeca.

Saio com as duas todos os dias, pelo menos duas vezes ao dia, já que a mãezinha, Belinha, não faz as necessidades em casa, para a minha tristeza.  No início, a Belinha andava quieta e desprendida do mundo ao seu redor durante os passeios. A Capitu já é bem elétrica e estabanada, como os filhotes são.

Aos poucos, os problemas começaram. Moro em um condomínio que os animais são proibidos de andarem no chão, então, nosso deslocamento é com o carrinho especifico para pets. Elas não podem ver uma pessoa perto, e às vezes mesmo longe do carrinho, que já começam a latir sem parar. Já fora do condomínio, quando as coloco no chão, a Capitu late mesmo que não tenha ninguém (ou outro animal) por perto, como se estivesse avisando ‘cheguei’. Aí o inferno começa: a Belinha, que era quieta, hoje puxa o coro dos latidos quando vê outro animal. Para pessoas em si a Belinha não late, mas a Capitu late para quase todas.

Comprei as coleiras Gentle Leader, para poder controlá-las melhor, porque a Belinha puxa muito durante os passeios e a Capitu pula nas pessoas e nos animais. Elas nunca morderam ninguém, até porque não as deixo próximas das pessoa ou de outros animais.

Algumas pessoas atravessam a rua quando veem a gente. Outros pegam seus animais no colo. Reações desse tipo são um termômetro de que as coisas não andam bem.

Encontro com as amigas passeando com seus pets e até andamos todos juntos. As minhas cheiram seus amigos e seus tutores e param de latir, e assim seguimos passeando tranquilamente.

Não sei se é certo dizer, mas parece que elas não gostam de certas pessoas, porque latem todos os dias para as mesmas pessoas, que por vezes tentam uma aproximação.

Resumo: a Belinha, de quieta, está terrível (mas menos que a Capitu). A Capitu põe medo em todo mundo. Dou petisco como premiação e elogio quando raramente não latem. A Capitu já chegou a pegar o petisco e se engasgar, porque latiu com o petisco na boca.  Os passeios estão muito estressantes.  Em casa, elas são muito calmas e quietas, nem parecem as mesmas da rua.

Ressalto que sou uma tutora que mima, trato como filhas, dormem comigo e são muito bem cuidadas. Estou desesperada!”

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Personalidade do cão
9 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Alessandra Santos, | O cachorro: Simba

“Bom dia! Na verdade, eu não sou a dona do cachorrinho Simba, ele é da minha patroa. Já trabalho com ela há mais de dois anos. Além do Simba, ela também tem o Duque (ambos da raça Lhasa Apso – Duque é filhote do Simba) que é muito dócil. Mas de uns tempos para cá, o Simba está me mordendo toda vez que dá o meu horário de ir embora. Minha patroa tem que trancar ele até eu sair, caso contrário, ele vem me morder e eu nem sequer posso falar com ela. Sempre dou as coisas para ele comer e converso com ele. O que posso fazer?”

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Treinos para demarcação de território
3 fev 2018
Comportamento:
Tutor(a): Felipe, | O cachorro: Zack
Não dar atenção pode ser a solução 

“Adotamos o Zack quando ele tinha dois meses. Ele é mestiço de Yorkshire e Pequinês.  Morávamos em um apartamento e depois moramos por dois anos em uma casa com bastante espaço. Logo que mudamos para a casa, adotamos também uma gata, que teve filhotes. Acabamos ficando um mais ums gatinha da ninhada. Resumindo: hoje somos eu, minha esposa, o Zack e duas gatas.

Atualmente, moramos novamente em um apartamento. Os problemas que passamos com o cão são os seguintes: – Urinar em todo lugar: tanto a urina curta, de demarcação de território, quanto a normal. Isso acontece desde que era filhote e ainda o único animal da casa.  Ele dorme no sofá ou na cama, junto com as gatas (sei que é errado, mas não conseguimos acostumá-los em uma caminha, ele urinava nelas e a casa toda ficava fedida).

Já tentamos usar jornal, jogar vinagre e/ou água sanitária onde ele urinou, mas não funciona. Queremos que ele urine na varanda do apartamento, que é onde fica a caixa de areia das gatas. A única coisa que eu não testei ainda foi o “Xixi pode” e o “Xixi não pode”, mas creio que não vá funcionar.  – Agressividade: ele parece estar meio confuso. Rosna, late e às vezes avança quando ele está em cima do sofá ou da cama e alguém fica em pé virado para ele, principalmente eu.  Parece se sentir ameaçado. Quando ele faz isso eu ignoro ou às vezes vou mexer com ele, fazer um carinho, aí ele brinca. Geralmente ele é extremamente carinhoso.

Ele tem um bichinho de pelúcia que gosta bastante, não larga para nada, chega a ser até doentio, ele deita e põe o queixo em cima do bichinho e fica chorando por horas se deixar, isso quando não dorme.  Muitas vezes, temos que esconder o tal bicho para ele lembrar da vida, lembrar de comer, de beber água. Quando tentamos tirar o bichinho, ele rosna muito e até avança, mas adora quando jogamos a pelúcia para ele pegar, mas, ao mesmo tempo, não aceita que tomemos dele. Muito confuso. Estamos há tempos tentando resolver isso, mas já não sei mais para quem mandar esse texto. Obrigado.”

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Medo de banho e tosa
29 jan 2018
Comportamento:
Tutor(a): Bruna Leite, | O cachorro: Buddy
Treinamentos e associações positivas

“O meu pequeno nunca gostou de banho, mas mesmo assim eu tentava dar banho nele distraindo-o com brinquedos e com coisas que eu sei que ele gosta, porém, sem sucesso. Ele rosna e fica muito estressado nessas circunstâncias.

Em uma dessas tentativas, o pelo dele, por ser bastante arteiro, embolou e eu precisei leva-lo ao pet shop para tosar pela primeira vez. Quando fui buscá-lo ele estava tremendo. Já no dia seguinte levei ele ao veterinário, pois estava triste e vomitando. O médico alegou que isso era estresse (e ele tem gastrite). Ele voltou de lá totalmente agressivo.

Eu tenho também dois Borders Collie machos e eles todos se davam muito bem, mas quando Buddy voltou do pet shop eles nunca mais puderam conviver juntos, pois ele acaba brigando com os dois (há uns cinco meses já). O que posso fazer para melhorar a convivência deles?

Por ficar muito agressivo e estressado, Buddy brigou com um dos dois cães e o olhinho dele saltou para fora (Buddy é da raça Shih Tzu). Ele está bem, já fez a cirurgia, mas eu tenho medo de levar ele de novo no pet shop e ele passar mal. Até o veterinário que operou o olho dele quer dar sedativo para deixá-lo mais calmo no próximo banho e tosa. É seguro?

Eu amo muito eles e nunca vou me desfazer de nenhum, mas preciso melhorar a convivência entre eles.”

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Ansiedade de separação
19 jan 2018
Comportamento:
Tutor(a): Anna Helena, | O cachorro: Soneca
Estímulos positivos e enriquecimento ambiental

“Ela está comigo há algumas semanas. Eu a adotei em uma feirinha de animais e seu nome é Soneca, pois ela é dorminhoca e carinhosa. Eu também sou muito carinhosa com ela, mas tenho mais duas cachorras: uma de quatro anos (Jade) e outra de 17 anos (Yoko) que se dão muito bem com ela.

O problema é que quando eu saio de casa ela toca o terror. Da primeira vez que ficou sozinha ela comeu a palmilha do tênis de meu filho; depois peguei ela começando a roer o suporte de copos e o braço de sofá. Da penúltima vez que a vi fazendo isso, ela achou um pacote de confete, que eu havia guardado no móvel da sala, e quando cheguei tinha confete na casa toda. Como tenho alguns tacos soltos, ela foi tirando um por um para roer. Saí novamente, demorei uma hora e, quando cheguei, ela havia pegado os potes de água, arrastado pela casa e levando para o sofá, além de ter roído os potes. Da última vez que saí, ela fez um buraco no sofá e a casa estava cheia de espuma.

Tenho tido o cuidado de deixar as portas do banheiro e do quarto fechadas, então, ela tem acesso somente à sacada, sala e cozinha. Não coloco mais toalhas na mesa, pois ela puxa e o que vier para baixo ela destrói. A última vez que ela puxou a toalha destruiu um óculos e uma orquídea que ganhei de presente!

Hoje, que estou em casa, a única arte que ela fez foi arrancar umas plantas do vaso! Não sei o que fazer! Ela também se urina toda quando chamo a atenção dela pelas artes que faz.

Deixei ela de castigo na sacada por mais ou menos 30 minutos, depois fiquei sem nem olhar para ela em represaria pelo sofá! Não sei até onde ela vai com isso, não vou devolvê-la pois já a amo!

Esqueci de dizer: tenho dois gatos, um macho (Lancelote) e uma fêmea (Pandora). Todos são castrados, inclusive a Soneca!”

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Aproximação de cães
16 jan 2018
Comportamento:
Tutor(a): Rosilene, | O cachorro: Melissa
Associação positiva

“Melissa é um Poodle muito dócil com a gente. Ela é carinhosa, doce e gosta de todo mundo. Veio para a casa com um mês e eu já tinha três Pinschers: uma fêmea e dois machos. A fêmea, Liliane, é muito mãe e, na época, adotou a Melissa. Cuidava como se fosse seu filhote. Elas viviam juntas o tempo todo brincando e até dormindo.

Mas um dia, de repente, a Melissa quase matou a Liliane: pegou-a pelo pescoço e fez um belo rasgo nela. Depois desse episódio acabou a nossa paz e elas passaram a ser inimigas. Na verdade, a Melissa passou a ter ódio total da Liliane.

Agora, eu separei as duas: a Liliane fica na sala e a Melissa no resto da casa, até mesmo porque a Liliane já está velinha (14 anos) e é bem pequena. A Melissa tem três anos e é de porte médio.

Não sei o que fazer, ainda mais porque adotei outro Pinscher (fêmea) que está com quatro meses. A Melissa também não aceita ela.

Me ajudem!”

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Medo de banho
22 dez 2017
Comportamento:
Tutor(a): Daniela Possani, | O cachorro: Zoé
Banho? Não, obrigada!

“Olá! Tenho uma Chow chow que nunca gostou de banho. Desde muito filhote tentei acostumá-la no pet shop, mas já nas primeiras vezes ela mordia a pessoa.  Um dia colocaram a focinheira nela, mas mesmo assim a cadelinha não acalmou.  Comecei a dar banho em casa, por achar que seria menos traumático para ela. Mas ela sempre avança e quase me morde. Em vez de melhorar está cada vez pior.  Tento levar os brinquedos dela junto, mas não melhora a situação. Dou banho nela uma vez no mês e é sempre muito difícil.  Gostaria de alguma dica para fazer o cachorro gostar do banho. Obrigada!”

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