O seu cãozinho está com problemas comportamentais?
Pergunte para o Alexandre Rossi e Cão Cidadão
NÃO FAZ XIXI EM CASA
18 out 2015
Comportamento: NÃO FAZ XIXI EM CASA
Tutor(a): Soraya Mouzinho e Leandro Argoud, | O cachorro: Raj e Deep
Cães que fazem xixi apenas durante o passeio: como agir?

“Oi Alexandre Rossi, tenho o Raj de 6 anos e tenho um problema que gostaria que você me ajudasse. O Raj, quando pequeno, sempre fez as necessidades em casa… no jornal na área e nunca foi um cachorro de levantar a perna e fazer xixi em móveis ou semelhante. Comecei a levar na rua mais para ele se distrair e pronto isso se tornou um hábito, não faz mais nada dentro de casa, a não ser quando ele está com dor de barriga e como minha casa é de 2 andares ele faz no box do banheiro. Já tentei várias vezes sem sucesso e depois que ele pegou a doença do carrapato fiquei mais apavorada. Já deixei ele o dia todo sem ir na rua  coloquei o jornal onde ele fazia , comprei o PIPI Dog , até o jornal com o xixi da cachorrrinha do meu vizinho eu coloquei. O que faço??? É terrível quando chove… me ajuda.” – Soraya Mouzinho, dona do Raj, de seis anos.

“Meu Dachshund de 3 anos, foi acostumado sempre fazer as necessidades sempre na rua. Ele pede sempre para sair para fazer, até aí tudo bem. Mas, durante a noite ele chama mais que uma vez para sair, isso incomoda. Como posso mudar isso? Sempre, antes de dormir, chamamos ele sai para fazer, mas sempre acorda mais que 2 ou 3 vezes na noite!!! Como posso fazer? Ele é muito esperto, aprende muito rápido… Obrigado.” – Leandro Taffarel Argoud, dono do Deep, de três anos. Ver resposta

APRESENTAÇÃO DE ANIMAIS
9 out 2015
Comportamento: APRESENTAÇÃO DE ANIMAIS
Tutor(a): Daiane da Rosa Pinto e Rosana Gruber, | O cachorro: Mel e Caçolinhu
Como apresentar seu pet para um novo animal

“Boa tarde, atualmente montei um negócio de rações e precisei me mudar de meu apartamento e, consequentemente, tive que levar minha gatinha para a casa nova, onde já mora uma gatinha. Bom, essa semana levei-a ela em um transportador e a deixei em meu quarto com seu pertences. Enfim, hoje faz três dias que ela está morando na casa nova, ainda bem assustada, sendo que ainda não apresentei a outra gatinha. No momento, elas estão separadas, mas notei que ela sente muito medo. Porém, ela já andou pela casa, e eu queria muito um auxílio de como apresentar essas duas moças. Att, Daiane.” – Daiane da Rosa Pinto, dona da Mel, de sete anos.

Peguei meu Caçolinhu da rua, doente, em fevereiro do ano passado, e já tinha duas gatas adultas, que hoje têm quatro anos. Tentei, por diversas vezes, colocá-los no mesmo ambiente, porém ele avança nelas. Já tentei acostumá-los com o cheiro uns dos outros e, as gatas até ficam bem no mesmo ambiente, mas ele não tem jeito. Toda vez que elas passam por ele, ele tenta avançar. Hoje, eles ficam em ambientes diferentes: elas, dentro de casa e ele, no quintal. Quando o coloco na sala, tenho que prendê-las no quarto. Gostaria de saber como acostumá-los todos no mesmo ambiente. Obrigada. – Rosana Gruber, dona do Caçolinhu, de dois anos. Ver resposta

COMANDOS
29 set 2015
Comportamento: COMANDOS
Tutor(a): Antonia, Luan Henrique e Suzanete Silva., | O cachorro: Babi, Fiora e Jack.
Como os comandos podem ser importantes no dia a dia com o pet

“Bom dia, eu queria saber como faço para ensinar minha cachorra BABI a dar a patinha?” – Antonia, dona da Babi, de cinco meses.

“Olá tenho a seguinte dificuldade com a Fiora, ela tem problemas com limites, tanto para não sair para fora do portão, quanto para não entrar em casa. quando abrimos o portão para entrar com o carro, ela sai e as vezes correndo, quase foi atropelada algumas duas vezes. Agradeceria por dica de como impor limite de espaço. Obrigado.” – Luan Henrique, dono da Fiora, de quatro meses.

“Nosso Jack é um cãozinho muito amoroso e lindo, quando o adotamos tinha três meses e estava um pouco debilitado com bastante carrapatos e vermes, veio de uma ninhada de cinco filhotes, ele era o mais franzino e fraco, todos diziam que ele iria morrer, o levamos à veterinária e tratamos de tudo, vacinamos e o enchemos de carinho, no período das vacinas ele teve um problema na pele que estourou todo seu corpo, (dermatite) ficou muito feio, mas com um tratamento muito sério ficou logo tudo bem. Por causa desse problema demos muito dengo para ele e o deixamos muito à vontade, cometendo alguns “erros”, como por exemplo, subir na cama, no sofá, comer comidas caseiras, quando não queria a ração, hoje estamos tentando corrigir esses erros, pois ele não come ração sem que esteja misturada com arroz e frango ou arroz e carne, não obedece quando pedimos para ele não subir ou descer das camas e do sofá, e olhe que ele tem sua própria caminha, pois não sabemos como lidar com essa situação. Gostaríamos de sua ajuda no sentido de fazer com que nosso cãozinho não suba mais nas camas, no sofá e coma ração, pois esta difícil fazermos isso sozinhos. Sim não posse deixar de relatar que ele é ciumento, mas muito dócil. Agradecemos sua atenção, com todo carinho, família Silva. Ah, não poderia deixar de fazer elogios a linda cadelinha Estopinha, abraços!!!” – Suzanete Nascimento Cunha Silva, dona do Jack, de 1 ano e 10 meses.  Ver resposta

AGRESSIVIDADE
22 set 2015
Comportamento: Agressividade
Tutor(a): Veronica Rodrigues, Karina Ribeiro e Michele Gomes., | O cachorro: Pekeno, Meg e Isnup.
Agressividade em cães

“Oi Alexandre, eu tenho um cão de 8 meses, da raça basset e ele está começando a avançar na minha mãe e a bater na mãe dele. O pai dele é assim, as duas vezes que veio cruzar com minha cadela, ele era bravo, porém muito carinhoso, mas me mordia. O pai do meu filhote morou um tempo na casa da mãe da tutora dele e não ficou lá por ter este gênio que meu cão tem. O que devo fazer, pois já tive alguns cães desta raça, todos muito carinhosos e calmos, mas o Pekeno é muito agitado ainda mais quando não estou em casa.” – Veronica Maria Rodrigues, dona do Pekeno, de oito meses.

“A Meg é uma cadela com as mesmas características físicas da Estopinha. Ela foi abandonada e achada por uma moça, que logo em seguida, colocou para adoção. Foi amor à primeira vista, fiquei com ela, ela cresceu super bem, tomou todas as vacinas, e está aprendendo as coisas certinhas. Porém, a minha preocupação é que a Meg não pode ficar perto de criança pois ela não gosta. Há menos de duas semanas, eu abri meu portão, ela saiu correndo para a rua, estava passando uma criança com seus pais, e ela tentou atacar a criança. Então, na hora da raiva, chegaram a ameaçar a dar veneno e, por isso, fico muito preocupada pois não sei o que fazer para ela gostar de crianças. Peço muito a sua ajuda. Sigo o facebook da Estopinha, muito fofa. Obrigada pela atenção.” – Karina Sarzi Ribeiro, dona da Meg, de sete meses.

“Eu tenho dois cachorros, um mais ciumento do que o outro, Isnup e Scub. O Isnup é o pior, não recebo mais ninguém na minha casa e, quando chega alguém no portão, ele não para de latir e morde o Scub, que é seu irmão da mesma idade. Se alguém entrar, ele vai para cima e morde, eu moro nos fundos da minha mãe, e quando vou para casa dela, ele não para de latir, quando desco para ir embora, ele pula na gente desesperado. Demora um pouco e se acalma, vai para a caminha e dorme. Ele é muito possessivo, quer a gente só para ele e não obedece. Eu preciso de ajuda, por favor.” – Michele Gomes, dona do Isnup, de um ano e quatro meses. Ver resposta

REPULSA A BANHO
15 set 2015
Comportamento: REPULSA A BANHO
Tutor(a): Silvia Paixão, Vanessa e Márcia Chiara., | O cachorro: Brad, Blade e Marley.
Dicas para lidar com pets que têm medo de banho

“Olá, tenho um cachorro de seis anos chamado Brad (SRD), sempre cuidei dele e nunca tive problemas, até um veterinário me disse uma vez que Brad confia muito em mim. Só que, no mês de julho/2015, fui surpreendida nas duas vezes em que fui lhe dar banho, pois ele cismou de me morder. Levei um susto enorme, ele nunca havia tido tal comportamento, tive que pegar um pedaço de mangueira e ameaçar dar umas lambadas nele, de mentirinha, é claro, pois nunca lhe bati, mas ele morre de medo da mangueira. Assim, pude terminar o banho. Fiquei muito triste porque amo muito o Brad, me senti traída, por um pouco de tempo. Será que tenho sufocado o Brad com tanto carinho e ele está pensando que quem manda na casa é ele? Estou tentando mostrar a ele que eu mando, mas confesso que não resisto e abraço e beijo muito ele e pior, estou com medo de dar banho nele de novo…” – Silvia Paixão Machado, dona do Brad, de seis anos.

“Meu cachorro não gosta de banho e nem deixa escovar os dentes dele, se tento fazer, ele ataca. É difícil levá-lo ao veterinário pois ele não aceita nenhum comando. Tentei distraí-lo com petisco mas não deu certo. Nas atividades normais como brincar e passear ele se torna mais calmo. Ele também é super carinhoso comigo e gosta de chamar atenção.” – Vanessa, dona do Blade, de seis anos.

“O Marley, meu filhote de nove meses não gosta de tomar banho, ele pula, dá cambalhota, quer morder! Levamos no petshop para tomar banho, a veterinária teve que dar remédio para ele se acalmar, e só assim conseguiu dar banho nele. O que posso fazer?” –  Márcia Chiara da Silva Costa, dona do Marley, de nove meses. Ver resposta

REPULSA A GATOS
8 set 2015
Comportamento: REPULSA A GATOS
Tutor(a): Silvana Ramos, Marina Bianchi e Renata Afonso., | O cachorro: XuXa, Thor e Humi.
Relacionamento entre cães e gatos

“Tenho 3 cachorros e há cerca de um mês adotei uma gatinha de 2 meses que se chama Chloe, o poodle Nicky até que está adaptando-se bem à gata, mas o problema é a dachshund (XuXa ) e a Lady (SRD), pois acho que odeiam gatos. A XuXa fica muito ansiosa, farejando muito, talvez nem vá morder a gatinha mas os movimentos bruscos em direção a ela nos deixa em alerta e com medo de que possa machucar a gatinha. Todos aqui em casa estão apaixonados pela gatinha, gostaríamos de poder ficar com ela. Beijos, sou sua fã!” – Silvana Cozer Ramos, dona da XuXa, de onze anos.

“Recentemente adotei um lindo vira-latinha que trouxe muita felicidade para casa. Comprei seu livro “Adestramento Inteligente”  e ele me ajudou muito! Porém, o Thor tem um problema comportamental que não sei como resolver. Além dele, eu tenho três gatinhos: 2 fêmeas e 1 macho. Com as fêmeas, o Thor não tem tantos problemas, pois elas colocam limite. Já com o macho, ele brinca porém de um jeito bastante “grosso”. Seriam brincadeiras normais se fossem com outro cachorro, porém com um gato não dá certo. O pior é que o gato não reage, não tenta sair, ou então parar, e fico muito preocupada em acabar machucando. Por favor, o que posso fazer? Já tentei com o esguicho de água, bronca, deixar sem atenção mas nada disso funcionou!” – Marina Bianchi, dona do Thor, de três meses.

“Olá Alexandre, boa tarde. Bom, tenho 2 cachorras adultas (10 anos e 7 anos) e 2 gatas adultas (9 e 10 anos) e agora adotei mais uma fêmea, a Humi, agora com 7 meses. Ocorre que ela não dá paz para as gatas, pula em cima, dá mordidinhas e, às vezes, até avança. Minhas gatas não querem mais ir para o quintal por isso. Com as outras cachorras o convívio é tranquilo, até se gostam. Percebi que a Humi é muito territorialista (tudo é dela) e também ciumenta (avança se as outras chegarem perto de mim). Sei que isso é normal pois ela ainda é bebê, mas gostaria de corrigir a tempo, para que as gatas tenham paz e o convívio seja tranquilo. Olha a foto da danada aí. Obrigada e um abraço!” – Renata Afonso, dona da Humi, de sete meses.
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Pulo em excesso
1 set 2015
Comportamento: Pulo em excesso
Tutor(a): Roseli Morelli, Mara Joseane e Amelia Wonsik., | O cachorro: Paollo, Babi e Galileu.
Cães que pulam nas pessoas: como agir?

“Ele é hilário… kkkk, pula demais até o alto quando a gente sai para o quintal… não tem como passar a mão, fazer carinho… ele é hiperativo… rssss, se der te mando um vídeo… gostaria de alguma resposta… obrigada! Adoro vocês, de coração, e o acompanho desde sempre! Beijuuuus” – Roseli Morelli, dona do Paollo, de três anos.

“Olá Alexandre, eu tenho uma linda peluda mestiça com cocker, eu a adotei com 3 meses, ela é um amor e a razão da minha vida. Só que, quando chega visita na minha casa, ela fica pulando nas pernas da pessoa e querendo lamber o rosto. Como eu devo agir diante dessa situação para que ela entenda que é errado fazer isso?” – Mara Joseane Fachini de Simas, dona da Babi, de 1 ano e 5 meses.

“Galileu é meu dálmata de quase um ano (nasceu em 23 de junho de 2014). É um cão muito ativo e muito carinhoso todavia pula nas pessoas e, como está ficando forte, quase as derrruba. Tenho outros dois cães de porte médio SRD, adotados e recém-desmamados. Já estão com dois anos e, seguindo o exemplo de Galileu, também começaram a pular nas pessoas. Gostaria de uma orientação de como proceder no comportamento de meus cães. Um abraço e agradeço a atenção.” – Amelia Wonsik, dona do Galileu, de onze meses. Ver resposta

Medos
25 ago 2015
Comportamento: Medos
Tutor(a): Simeão Sanches, Berenice Dettmer e Márcia Costa., | O cachorro: Karina, Toky e Marley.
Cães medrosos: como agir?

“Nossa cadela Karina é uma Border Colie muito querida. Nossa preocupação com ela é que tem pavor a fogos, trovoadas e início de temporal. Fica tão estressada querendo invadir a casa. Sabemos que ela está sofrendo. Quando compramos ela, com 45 dias, parecia normal, e nunca passou por medo aqui em casa. Tem alguma coisa que poderíamos fazer sobre esse sintoma? Aguardo ansiosa sua resposta. Um brande abraço.” – Simeão Sanches, dono da Karina, de 7 anos e 7 meses.

“Ele, quando passa carros, motos e até pessoas, late muito. Cachorros ou cadelas, nunca mordeu ninguém, mas tem esse comportamento, que não consegui ainda ver uma forma de repreender. Adotei uma cachorra de 5 anos, para ver se ele melhora, convivendo bem com ela, a Lillica, pode até ver no meu facebook. Ele só falta falar sabe, tudo ensinei. Sempre digo  “não faz isso”, “sem auauau” e ele até para, e me olha. Mas está difícil. Será que, com a idade dele, tenho como adestrar esse problema?” – Berenice Vieira Dettmer, dono do Toky, de 11 anos.

“O Marley, meu filhote de nove meses, não gosta de tomar banho… ele pula, dá cambalhota e quer morder! Levamos ao petshop para ele tomar banho e a veterinária teve que dar remédio para ele se acalmar, e só assim, conseguiu dar banho nele! O que posso fazer?” – Márcia Chiara da Silva Costa, dona da Marley, de 9 meses.

Por Carol Fraga, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Olá Simeão, Berenice e Márcia, tudo bem? O tema que vamos abordar hoje é, com certeza, um dos mais delicados e abrangentes do comportamento animal: o medo. O medo aparece, às vezes, de maneira muito sutil, quando o cão tenta simplesmente evitar uma situação, da maneira mais comum, quando o cão se encolhe em algum canto da casa, com o rabo entre as pernas, ou da maneira mais extrema, que é rosnando ou até mesmo mordendo pessoas, os próprios donos ou outros cães.

Ao contrário do que muita gente pensa, o medo não precisa estar obrigatoriamente relacionado a um evento ruim. Para ter medo de cães, por exemplo, um cão não precisa ter sido atacado, ou se ele tem medo de vassoura, não quer dizer que ele tenha apanhado com uma. É claro que, se de fato algo ruim acontece, pode sim gerar um trauma, mas, esse não é o único motivo para um cão ter medo de alguma coisa.

Na maioria das vezes, a causa do medo é o desconhecido. Isso mesmo, medo do desconhecido. Até para nós, humanos, nem sempre é fácil lidar com o desconhecido, não é verdade? Por isso, é bastante comum que os cães mais sensíveis tenham medo de fogos, de trovões, de motos, de caminhões, de ônibus e de barulhos em geral. Os peludos não entendem qual a origem desses sons e os interpretam como ameaça. E nessa situação, instintivamente, eles recorrerão a duas alternativas: fuga ou ataque. Ou seja, ao ser exposto a esse determinado estímulo, alguns tentarão fugir, outros poderão empacar durante o passeio, outros latirão muito ou até tentarão morder o ‘objeto’ do medo.

O mesmo acontece com os cães que têm medo de pessoas desconhecidas, visitas, outros cães, de tomar banho, visitar o veterinário, andar de carro etc. Tanto a fuga como o ataque são reações normais, nas quais os cães estão demonstrando que estão inseguros e não sabem como reagir nesses momentos!

A razão para tudo isso é que, provavelmente, esses cães não tiveram um bom período de socialização, que é quando o animal tem de dois a três meses e meio de idade, e deve ser exposto, de maneira gradual e positiva, aos estímulos aos quais os mascotes serão expostos durante a vida. Mas nem tudo está perdido! Agora que você já sabe porque seu melhor amigo tem esse tipo de reação, comece já a treiná-lo!

A socialização tardia é, sim, mais difícil, pois o cão, depois desse período, já se preocupa bem mais com a sua sobrevivência, mas não quer dizer que essa situação não possa ser revertida. Você vai precisar de sensibilidade e dedicação, mas, ao final, valerá a pena. Depois de identificar o que deixa seu cão desconfortável, a ideia é diminuir esse estímulo,  apresentar aquilo que o incomoda de forma gradual, fazendo uma associação positiva.

É importante encontrar o ponto que demonstre que ele ainda não está no limite. Por exemplo, verifique a qual distância ele ainda não reage a outros cães, ou no caso dos sons, tente reproduzir de maneira abafada, em um cômodo distante da casa. Se ele reagir bem, recompense-o, fazendo bastante festa, elogie, ofereça um petisco ou seu brinquedo favorito. Pare enquanto ele ainda estiver bem e curtindo o momento, para que ele sempre mantenha o interesse.

Vá aumentando a dificuldade aos poucos, sempre recompensando, mostrando que está tudo bem, mas, ao mesmo tempo, respeitando o tempo do seu cão. Caso, em algum ponto, ele não reagir bem, é porque você adiantou demais o treino. É importante nunca recompensar o cão quando ele agir de maneira inapropriada, para que o mau comportamento não aumente, certo?

Se isso parecer um pouco complexo e você quiser ajuda profissional, não hesite em chamar um profissional da Cão Cidadão para te ajudar. Boa sorte!