Perigos nas festas de fim de ano

por islenelimaverde — publicado 17 dez 2012 - 11:25

Mais um ano está terminando. As cidades estão coloridas, enfeitadas com luzes e decorações natalinas. É um período de comemorações, com mesas repletas de delícias como panetones, chocolates, nozes, amêndoas…

Cada vez mais, os cães estão fazendo parte desses festejos. Antes, na noite de Natal, os cães eram presos para não incomodarem os convidados. Hoje, eles fazem parte da festa. São vestidos de Papai Noel e são, muitas vezes, a atração da noite.

Não é incomum algum convidado ou mesmo os seus proprietários oferecerem as guloseimas da festa para eles, já que “eles pedem” ou por sentirem pena por eles estarem vendo todos comerem, menos eles. No entanto, essas pessoas não sabem que tal atitude pode deixar o cão doente ou até mesmo matá-lo.

As intoxicações alimentares são um dos casos mais comuns em clínicas 24 horas nesse período do ano. Vômitos, diarreia, dor abdominal, apatia, desidratação são os sinais clássicos.

Infelizmente, se escuta falar de pessoas que oferecem cerveja e refrigerantes para os cães. Talvez na tentativa de buscar a atenção das pessoas para si, de ser engraçado. Além da atitude recriminável, o que considero pior é o fato dessas pessoas estarem cientes que é algo prejudicial, mas mesmo assim fazem.

Por outro lado, existem alguns produtos que parecem inofensivos para nós, mas que podem causar sério dano ao cão. Nós temos a tendência a achar que tudo que não faz mal para nós, também não fará para o cão. Grande engano. São espécies diferentes que, apesar das semelhanças fisiológicas, possuem suas particularidades.

Todos os tipos de chocolate (chocolate branco, chocolate ao leite tanto o tradicional como o dietético, chocolate amargo, chocolate meio amargo, chocolate de confeiteiro, cacau em pó) contêm duas metilxantinas que são tóxicas para os cães: a teobromina e a cafeína. Outros produtos que contêm essas substâncias são o café, o chá e os refrigerantes.

Essas substâncias podem alterar a frequência cardíaca e causar arritmias (ritmo irregular dos batimentos do coração). Além disso, podem tornar a respiração do cão ofegante e causar excitabilidade do sistema nervoso central, manifestada através de nervosismo, excitação, tremores, convulsões, coma e, consequentemente, morte. Quando a exposição é aguda, nos casos em que há ingestão de grande quantidade da substância, a morte ocorre dentro de 6 a 24 horas. Já em ingestão crônica, ou seja, quando há ingestão de pequenas quantidades por vários dias, a morte é decorrente de insuficiência cardíaca. Devemos lembrar que, o que parece para nós pequena quantidade, para um pinscher de 2 kg, por exemplo, pode ser muito!!!

As uvas e uvas passas são também um perigo em potencial para os cães. Há relatos de injúria renal aguda em cães, após ingestão de grande quantidade de uvas e uvas-passas.

Na realidade, o que me levou a falar desse tema foi justamente a lembrança de um relato, realizado por uma colega veterinária, que havia atendido um cão de pequeno porte em crise renal aguda, no início do ano. Durante o atendimento, os proprietários relataram ter dado 7 uvas para o seu cão no reveillion, como forma de receber o ano que estava por se iniciar. Infelizmente o cão não sobreviveu.

Portanto, não dêem aos seus cães esses tipos de alimentos. Existem produtos específicos para eles. Comemorem as festas de fim de ano de forma responsável, respeitando as particularidades de cada organismo e evitando, assim, imprevistos desagradáveis.

O objetivo desse artigo não foi assustar, mas, pelo contrário, conscientizar e evitar que casos como esses aconteçam com os seus cães.

Feliz Natal e maravilhoso 2013 para todos nós! Abraço e até o nosso próximo encontro.

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times