Considerações profissionais sobre o condicionamento de animais e sobre as reais possibilidades corretivas dos animais em função do real contexto dos seus proprietários

por Olivier Soulier — publicado 7 out 2012 - 1:45

Reforços, punições positivos (as), negativos (as).

O reforço é um estimulo cujo efeito tende a ou resulta na repetição de uma ação ou de um comportamento.

A punição é o contrário de um estimulo cujo efeito tende a ou resulta no fato de evitar uma ação ou um comportamento.

Positivo: o que soma.

Negativo: o que subtrai.

 

Reforço positivo: adição de um estímulo para incentivar a repetição.

Comprar um jogo vídeo, para o filho, por ter obtido notas boas no colégio.

Recompensar o cão por ter executado o Junto ou Senta.

 

Reforço negativo: retirada de um reversivo para incentivar a repetição.

Relaxar a coleira quando o cão anda “Junto”.

Tirar o filho do castigo ou da privação quando as notas melhoram.

 

Punição positiva: adição de um reversivo para evitar a repetição.

Engrossar o tom ou usar qualquer artificio que cria um incômodo, um desconforto ou um susto para o cão quando pula, arranha ou mordisca.

Gritar para seu filho ou puxá-lo pelo braço para ele não ser atropelado ao atravessar uma rua bem movimentada, tentando não traumatiza-lo, mas salvando a vida dele.

 

Punição negativa: retirada de um estimulo para evitar a repetição.

Para quem ainda tem dúvidas, retirar o objeto de motivação da vista, ou de frente do animal (alimentar ou lúdico) enquanto anda puxando na guia.

Ou acabar com a brincadeira quando começa a se agitar e apresenta descontrole.

Retirar os jogos vídeos, a internet e a televisão quando as notas do filho desabam.

 

Tenho aversão a maus tratos nesse ponto toda cautela na hora de manipular um animal ou uma criança é pouca!

Adestradores que não deixam os donos participarem da aula deve-se desconfiar, pois nunca precisei fazer o treino longe do dono, caso ele queira que você se retire ou fique de fora, peça para ele filmar o treino. Eu amo a técnica do Clicker, pois vejo os animais aprenderem com alegria, respeito às outras técnicas, pois vejo resultados, mas sempre utilizo o Clicker para adestrar.

(Citação de um famoso treinador brasileiro de animais para show, propaganda e televisão: André Poloni)

Alguém dúvida que o condicionamento e os contra condicionamentos com técnicas de reforços positivos são as mais eficientes para se obtiver uma aprendizagem motivada e duradoura.

Se ainda tiver essa dúvida então procure mais informações, vê o que os melhores adestradores com os cães mais sabidos e animados obtêm como resultados e compare-os com os resultados, cabisbaixas, dos animais treinados com forçamentos e punições.

A internet está cheia de vídeos, fóruns de discussões e detalhes sobre o assunto, não tem como continuar duvidando a não ser recusando a informação.

Agora mesmo assim, sem hesitação nenhuma, puxo o braço do meu filho ou posso até dar um grito se o vejo ameaçado.

Melhor do que isso é prepara-lo antes, educando-o e condicionando-o com ensinamentos antecipados inteligentes e recompensas pelos acertos.

Só que, infelizmente nem todos nós somos educadores profissionais e nem todos nós temos sempre o conhecimento, a experiência, a disponibilidade, a dedicação e o tempo necessário para conseguir os resultados que nem sempre os melhores educadores conseguem.

E os comportamentos indesejáveis, antissociais, de inconsciência ou agressivos podem aparecer e precisaram ser corrigidos.

Por isso às vezes agradeço ter tido o reflexo e a ousadia de fazer uso de reforços não sempre positivos ou de punições às vezes positivas outras negativas.

No caso dos cães existem várias razões que podem invalidar as técnicas cem por cento positivas para corrigir os comportamentos em caso de perigos iminentes para eles como para os humanos proprietários ou não, adultos ou não que podem se encontrar perto deles.

O cão também pode ser atropelado, como a criança, acontece demais como ainda demais cães são levados para eutanásia todos os dias.

Se não for por razões de sofrimentos extremos e sem possibilidade de melhorias ou alívios, para mim os outros motivos são todos fúteis e podem ser corrigidos.

Controlar o animal, seja para evitar um acidente, seja para dar esperança a proprietários desabusados, incrédulos e prontos a se desfazer do animal, em numerosos casos, abandonando o ou o levando para a eutanásia.
Nada impede, pelo contrário, depois disso de adestrá-lo com técnicas positivas de condicionamento e contra condicionamento, para evitar reincidências.

Acredito que nos casos que citei, ou outros casos de perigo imediato para o(s) animal(is), em razão de uma situação ou por causa de proprietários no limite, as correções despersonalizadas ou personalizadas somente com impressões posturais de controle são válidas e benéficas.

Pergunto a todos se realmente deve e vai traumatizar o cão?

Puxar o braço do seu filho para evitar seu atropelamento vai traumatiza-lo? A não ser pelo medo extremo que ele pode adquirir dos carros se aproximando em grande velocidade, esse medo irá realmente prejudicar a sua saúde mental?

Nos animais, lembrando que o ser-humano também é um animal (por mais afastado das suas origens ou da natureza que seja), o medo (a desconfiança) decorre de um dos instintos mais primitivo, o de sobrevivência.

O medo pode provocar a submissão, a fuga, a esquiva (por exemplo, para preservar a integridade da matilha) ou o enfrentamento.

Sobretudo se, depois dos controles, inicia-se um trabalho sério de condicionamentos e contra condicionamentos com reforços positivos com fim de obter os comportamentos desejados e almejados.
Com a cautela, é claro, de não cair na facilidade que os aversivos podem e vão oferecer.
Certo também que para condicionar um animal estudando as condições, os esforços e conhecimentos, a imaginação e as faculdades de adaptação e criatividade necessárias, as técnicas com uso de reforços positivos são as mais adequadas, eficientes e duradouras.

Sim cada caso é um caso, evidentemente, como cada um é cada um.

Nada justifique os maus tratos nem a violência nem para a defesa. A não ser que seja inevitável e imprevista quando não tiver preparado e não ter como evita-la, então posso entendê-la no máximo.

A violência continua sendo o último recurso da incompetência ou o extremo da ignorância.

Por isso fico triste sim, quando ouço falar de eutanásia de um animal dito agressivo ou que teria surtado. Tenho muitas dúvidas quantos aos surtos dos animais!

Quando melhor estudado o caso, sempre o animal tinha mostrado que o acidente podia acontecer, já tinha acontecidos vários eventos anunciando um possível ataque, ou seja, poderia ter sido evitado ou corrigido.

Conheci vários cães potencialmente perigosos e agressivos, já ouvi falar, mas até então nunca conheci cães loucos e sim sempre casos de animais que respondiam perfeitamente as características comportamentais da sua espécie os levando a agressão por várias causas conhecidas e perfeitamente normais na psicologia canina.

Aproveitando, se vocês conhecerem alguém numa situação que o leve a pensar em conduzir seu animal para a eutanásia por motivo que não seja de dores comprovadamente irreversíveis e impossíveis de serem aliviadas, por favor, fornece lhe meus telefones ou me liguem que irei tentar de tudo para ajudar e evitar tal covardia.

Pior ainda é descobrir que alguns adestradores ditos profissionais, certos declarando fazer uso exclusivo de reforços positivos se auto intitulando de pioneiros, declaram tal ou tal outro animal irrecuperável e aconselham os seus proprietários a leva-lo para eutanásia. Quando, na pior das hipóteses, não eliminam eles mesmo o animal de forma nada convencional.

Acho um absurdo tais declarações de exclusividade, mas nem me formalizo com isso, tem espaço para tudo mundo e o sol brilha para todos.

Já acho no mínimo esquisito, muitos deles ainda usar de garrafas pets, borrifadores de agua ou citronela, latas com algo sonoro dentro, bombinhas, em casos extremos coleiras de choques e quase sempre, quando não se trata dos seus próprios animais, de coleiras que enforcam e outras nada positivas.

Fora a hipocrisia e a falta de ética de tais profissionais.

O uso do reversivo, em minha opinião, pode traumatizar sim se usado com intensidade ou frequência desproporcional.

Dependendo pode quebrar um dedo, a mão ou o braço do seu filho quando puxá-lo, ou até furar o tímpano dele quando gritar para avisá-lo de qualquer perigo.

Acho muito simples a generalização de qualquer forma, mas confirmo sentir desgosto e ódio quando ouço falar de covardia e maus tratos a seres indefesos como os animais, as crianças ou a grande maioria das mulheres.

E se a eutanásia para se livrar de um problema par mim é uma grande covardia, também acho o forçamento aos treinos tanto como métodos agressivos e violentos intoleráveis no vigésimo primeiro século e enquanto os proprietários se dispõem a consagrar o tempo, a disposição necessária e se orientarem de profissionais qualificados para ajuda-los nessa façanha sou cem por cento a favor dos métodos a base de condicionamentos e contra condicionamentos positivos.

Por isso sou contra certos métodos mostrados pelo tal de “Encantador de cães” nos canais “Animal Planet” ou, certas vezes, “Nacional Geografic” e me parece reprisado em canal aberto brasileiro.

Por mais que o reconheço certo pioneirismo em demonstrar que quase todos os casos considerados como perdidos pela maioria, podem ser resolvidos sem o extremo da eutanásia. E também por ter mostrado que equilibrando os animais resolve a maioria dos casos comportamentais e melhora sensivelmente ou resolve medos, traumas e comportamentos autocentrados, não entendo a necessidade de divulgar o uso de métodos tão agressivos para o grande público e assim incitar proprietários e profissionais inexperientes a fazer uso de violência para “corrigir questões comportamentais”.

Mesmo achando algumas teorias ligadas a “Exercícios/ ocupação da mente, disciplina e afeto” desenvolvidos nos seus livros bastante interessantes, acredito que ele foi bem aconselhado e ajudado no decorrer da redação da obra.

Quanto à transferência de energia, que algumas pessoas citam muito facilmente, acredito em certo equivoco, pois se tenho certeza que controlar um animal com atitudes, posturas, mantendo a calma e sendo assertivo é possível, duvido muito do efeito energético de golpes, chutes ou outros, a NÃO SER PELAS DORES QUE PODEM PROVOCAR.

Em função da representatividade que a televisão e a resolução rápida dos casos que já conseguiu, entendo o lado encantador e impressionante da personagem para quem assiste tais performances com olhos mais impressionados do que críticos.

Não tenho mestre, nem mentor, mas me sinto o dever de avisar quanto aos riscos desnecessários de optar por tais técnicas a base de, não toques, mas golpes.

Sem falar que, em alguns casos, já o vi sentir medo e se prevenindo bem mais seriamente fazendo uso de artifícios nada naturais para evitar uma mordida mais séria de um animal bem mais poderoso e claramente bem mais seguro de si e agressivo, ou seja, bem mais perigoso.

Acho mais inteligente nesses casos evitar os riscos tanto para os proprietários como para os animais usando de reversivos e meios de contenções adaptados e defensivos, sem abuso nem exagero, seguidos de contra condicionamentos positivos tudo com a supervisão de profissionais idôneos e amplamente reconhecidos nesse tipo de intervenções, comportamentalistas e veterinários pela parte medical quando necessária.

Isso falando de correção comportamental é claro, e não somente de condicionamento.

Atenciosamente,
Olivier Soulier.

Conheça a grande paixão de Anajú Dorigon, o cachorrinho de estimação Woody

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 abr 2018 - 17:32

A atriz Anajú Dorigon, que está no ar atualmente como a personagem Cecília na novela “Orgulho e Paixão”, é uma das nossas, apaixonada por animais.

Tutora de uma cadela vira-lata chamada Betty, que foi adotada pela família em uma feira de adoção em uma praça localizada perto da casa dos seus pais, Anajú queria um cãozinho pequeno para ela cuidar. Foi aí que surgiu em sua vida o pequeno Woody.

Minha vida !

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Mulher é flagrada abandonando cães em terreno baldio e não se intimida ao ser filmada

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 abr 2018 - 13:42

Por motivos diversos, alguns fúteis e outros reais, algumas pessoas acabam doando seus animais para pessoas que vão cuidar deles com todo o amor ou para abrigos que vão encaminhá-los para adoção. Nestes casos, pensamos que “pelo menos” a pessoa teve a preocupação de encontrar um bom local para o pet ficar.

Porém, nós não entendemos porque, mesmo com a opção de doar, muitas pessoas ainda abandonam seus próprios animais na rua, sem nenhum tipo de preocupação ou remorso.

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De casa ao trabalho, Ana Maria Braga tem sempre a gostosa companhia de seus cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 18:45

Tem muito tutor por aí que seria muito mais feliz no trabalho se pudesse ter a companhia do seu animal de estimação durante o tempo que precisa ficar fora de casa se dedicando a sua profissão.

Aqui no Brasil ainda são poucas as empresas que permitem a presença dos pets de seus funcionários. Mas algumas pessoas têm bastante sorte de poder ter a companhia de seus amados peludos em todo lugar, e uma delas é a querida apresentadora Ana Maria Braga.

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Conheça a grande paixão de Anajú Dorigon, o cachorrinho de estimação Woody

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 abr 2018 - 17:32

A atriz Anajú Dorigon, que está no ar atualmente como a personagem Cecília na novela “Orgulho e Paixão”, é uma das nossas, apaixonada por animais.

Tutora de uma cadela vira-lata chamada Betty, que foi adotada pela família em uma feira de adoção em uma praça localizada perto da casa dos seus pais, Anajú queria um cãozinho pequeno para ela cuidar. Foi aí que surgiu em sua vida o pequeno Woody.

Minha vida ! ❤️🦁 #woody #pom

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A atriz contou em uma entrevista para o Vídeo Show que quando decidiu que raça de cachorro queria (Lulu da Pomerânia), foi até um local conhecer alguns filhotes. Chegando lá, tinha um em especial que fazia muito barulho e que, quando foi solto, logo pulou em seu colo e começo a lamber o seu rosto. Era Woody.

“Quando soltaram os filhotes, ele veio correndo em direção a mim, pulou no meu colo, começou a me lamber e, desde então, a gente não se separou”, disse a atriz.

a m o r ❤️ #puppy #animals

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Anajú fala com muito amor e carinho de seu pequeno Woody Allen, nome completo do cãozinho. Ela diz que o cachorrinho, que já vive com a atriz há três anos, é seu melhor amigo e que ele traz muita luz para a sua vida. “Eu costumo brincar que ele é Meu arco-íris ambulante, é a maior felicidade que eu tenho, é o meu refúgio”, diz ela apaixonada por seu peludo.

A tutora contou ainda que tem sempre muito cuidado com a alimentação do cãozinho para que ele esteja com a saúde sempre em dia e tenha muita energia para brincar e confessou que o pequeno peludo tem loucura por bichinhos de pelúcia.

mi angelito 👼🦁 #pom #puppy

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Nós ficamos apaixonados pelo pequeno Woody Allen de Anajú Dorigon, e voccês?

Fonte: GShow

Mulher é flagrada abandonando cães em terreno baldio e não se intimida ao ser filmada

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 abr 2018 - 13:42

Por motivos diversos, alguns fúteis e outros reais, algumas pessoas acabam doando seus animais para pessoas que vão cuidar deles com todo o amor ou para abrigos que vão encaminhá-los para adoção. Nestes casos, pensamos que “pelo menos” a pessoa teve a preocupação de encontrar um bom local para o pet ficar.

Porém, nós não entendemos porque, mesmo com a opção de doar, muitas pessoas ainda abandonam seus próprios animais na rua, sem nenhum tipo de preocupação ou remorso.

Mulher simplesmente coloca os animais para fora do carro, entra no veículo e vai embora. (Foto: Reprodução / Viral Hog)

No dia 13 de abril deste ano, 2018, uma mulher foi flagrada abandonando quatro cachorros de uma vez em uma área com terrenos baldios em San Antonio, no Texas, Estados Unidos.

Uma moradora da região viu no momento em que uma mulher saiu de um carro e retirou quatro cachorros lá de dentro. Ela chega bem perto e, enquanto filmava, tentava convencer a mulher a levar seus cachorros para o Animal Care Services, abrigo municipal que cuida e ajuda a buscar um novo lar para animais abandonados.

A mulher até parece escutar as dicas da moradora, que avisa que a multa pelo crime de abandono é de 500 dólares por cada animal abandonado. Mas a mulher retira o último animal do carro, entra no veículo e o motorista acelera de ré para irem embora. Uma pessoa que está sentada no banco de trás ainda faz um gesto obsceno com a mão para a moradora que estava gravando tudo.

(Vídeo: Reprodução / YouTube ViralHog)

De acordo com a moradora que gravou tudo, ela fez isso por estar cansada de ver animais sendo abandonados frequentemente na região onde vive.

Graças à moradora que fez o vídeo e rapidamente entrou em contato com o abrigo municipal, três dos quatro cachorros logo foram resgatados. De acordo com informações do local, a mulher responsável pelo abandono voltou ao lugar onde largou os animais, pegou o quarto cão e o levou para o Animal Care Services, onde se entregou.

A mulher que aparece no vídeo é a única suspeita do crime de abandono e pode ser acusada por cada um dos quatro cachorros que ela abandonou. A pessoa que está conduzindo o carro e a que está no banco de trás não foram identificadas.

Os animais ficam olhando para o carro sem entender o que está acontecendo. (Foto: Reprodução / Viral Hog)

Felizmente, dois dos quatro cachorros já foram adotados e encontraram um novo lar. Os outros dois buscam por um lar temporário enquanto esperam ser adotados.

Fonte: Daily Mail UK