Regiane de Sousa, Franca – SP “Ola, bom dia tenho um filhotão de Labrador, com 7 meses. O vet disse k ele é hiperativo, nao para um segundo rsrsr Desde k esta comigo, como era mto pekeno o deixava na ksa de minha mae…

por Fabio Sakita — publicado 4 jan 2013 - 13:03

Pergunta Completa: Regiane de Sousa, Franca – SP.


“Ola, bom dia. Tenho um filhotão de Labrador, com 7 meses. O vet disse k ele é hiperativo, nao para um segundo rsrsr
Desde k esta comigo, como era mto pekeno o deixava na ksa de minha mae, pk moro sozinha e lah ele teria cia de meus pais. No final do dia o levava pra ksa e de manha o levava pra ksa de minha mae.
Entao .. a uns 30 dias axei k jah estava pronto pra fikar sozinho e ae começou o problema . ou percebi ele
*** ele estava comendo o próprio coco.
a primeira vez que percebi, achei k estava enganada, mas em outro percebi k era ele mesmo. aiaiaia imagina? ele é mto mimado, rsrsr pk sempre k ficou doentinho (e isto desde pekeno), foram umas boas idas ao Vet… ate picada de marimbo ele levou .. rsrsr mas algumas diarreias e ae jah viu.. mimadooo
Enfim, levei ao Vet k receitou uma mediação ( a qual nao terminou pk começou outra diareeia) e assim preferi levar novamente pra ksa de minha mãe.
Mas mesmo assim, ele se deixar vai comer. Nao comeu pk sempre limpam de imediato, mas percebe-se k se deixar ele vai faze-lo. Ele é extremamente amoroso, dorme dentro de ksa., é um xodó. Mas é mto inquieto.
O que devo fazer??? Um grande abraço”

 

Regiane bom dia.

 

Não posso garantir, mas tenho a impressão que seu filhote sofre as consequências de uma forte síndrome de hiperdependência: quando vive muito tempo, literalmente, colado à, me desculpa a expressão, mãe adotiva ou aos pais adotivos.

De fato, quando um(a) proprietário(a) faz questão de assumir certa “culpa” por mimar muito seu filhote lembro de imediato algumas situações que tornam um animal muito dependente.

* Colocá-lo para dormir na nossa cama ou no nosso quarto.

* Responder de prontidão cada vez que chama a gente ou faz qualquer coisa para chamar nossa atenção.

* Sempre ir atrás dele mostrando preocupação excessiva.

* Acudi-lo a qualquer sinal de angústia.

* Deixar de sair ou de fazer algo se preocupando de como irá ficar sem a gente…

 

Lembrando que a dependência simples ou gravemente acentuada não é unilateral, ela sempre revela uma mesma situação de “certo desequilíbrio” dos proprietários, através das angústias e frustrações que podem sentir ao deixar suas “crias” acabam intensificando as reações dos animais através das tensões que transmitem quando saem e retornam.

É primordial dar muita atenção ao filhotinho nos quinze primeiros dias da sua chegada ao nosso lar, pois acabaram de deixar suas referencias ambientais e interativas, mãe e irmãos no local onde nasceram na maioria dos casos. Quando comprado em loja, dependendo, já podem estar sentindo muitas angústias por ter perdido tais referencias sem ter tido como criar outras e precisam sentir segurança, reconforto e apreços. Precisam ainda criar novas referencias no novo ambiente e novas ligações com a sua família, essa fase inicial de socialização inter espécies é preponderante para o futuro equilíbrio emocional do animal.

Mesmo assim, um pouco como com nossas crianças humanas, precisamos nos esforçar criando um processo de desligamento progressivo para nossos filhotes, cães jovens, adolescentes e até adultos apresentando ainda comportamentos infantis.

Esse desligamento progressivo permite a maturação psíquica e através da independência mental atenua progressivamente as angustias de separação e as reações aos estresses que provocam.

Se não estabelecer uma aplicação prática efetiva desse processo acabamos nos defrontando com animais quase que constantemente infantis, dependentes, angustiados e hiperativos. Quase que constantemente, pois a antecipação das suas próximas saídas pode torná-lo preocupado até mesmo na sua presença.

A coprofagia, o fato de ingerir fezes, como a hiperatividade nesse caso são reações aos estresses e angústias e provavelmente uma forma de conseguir ganhar mais atenção sua.

Aconselho então em ignorá-lo quando fizer aquilo, desviar a atenção dele no momento, aumentar as atividades oferecidas a ele e o quanto antes estabelecer um protocolo de desligamento progressivo.

A ajuda profissional nesse tipo de situação seria muito bem vinda.

Se quiser podemos colocá-la em contato com educadores/adestradores comportamentalistas na sua região.

Aproveito o momento para lhe desejar assim que a todos os adestradores/educadores, comportamentalistas, veterinários e outros profissionais que empregam uma boa parte do seu tempo e dos seus meios nessa tão interessante façanha em ajudar os seus proprietários a equilibrar seus animais de estimação e assim conviver melhor,

“UM FELIZ E CATIVANTE DOIS MIL E TREZE!”

Sem mais por enquanto, espero que você também encontre um novo equilíbrio e uma convivência muito mais agradável com ele.
PS: Meus textos são usados em seminários, palestras e cursos e juntados para confecção de livros sobre o assunto. Agradeço para não repassar sem minha autorização expressa e escrita.

 

Atenciosamente,

 

Olivier Soulier.

 

Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade,

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Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul,

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Longe de sua tutora há nove meses, cadela tem reação tocante ao vê-la na televisão

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 maio 2018 - 9:23

Apesar de ser sempre muito difícil ficarmos longe de nossa família, amigos e de nossos animais de estimação, Algumas vezes isso é necessário. Coisas como cursos, treinamentos e trabalho, podem acabar nos afastando de casa por algum tempo.

Nesses casos, a tecnologia e a internet se tornam ótimos aliados, pois, com apenas um clique, conseguimos conversar e ver aqueles que amamos, incluindo nossos amados peludinhos.

A venezuelana Oriany De Oliviera precisou se mudar de país por causa de seu trabalho.

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Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade, estão fazendo por seus animais. Os médicos deram apenas cerca de 4 a seis meses de vida para ambos os cachorros.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, May 14, 2018

Mas, além de muito amor de seus tutores, os cães também estão ganhando muito carinho um do outro. Os pets se conheceram depois de receber o triste diagnóstico e logo ficaram amigos.

Para aproveitar o fim de suas vidas como merecem, como muito amor, mimo e alegria, cada um ganhou de seus tutores uma lista de desejos que estão realizando, em maior parte, juntos.

Os cães já aproveitaram um dia de compras em uma loja de animais e ganharam muitas guloseimas e muitos carinhos até agora. E ainda tem mais por vir. “Eu acho que é realmente importante continuar dando ao seu animal a melhor qualidade de vida até o final”, afirma a veterinária Grace Kemp, tutora de Buckeye.

O Golden Retriever foi adotado por Grace ainda bem jovem e após ser resgatado. Além de membro da família, ele também é um companheiro de trabalho da tutora e sempre a acompanha no hospital veterinário.

Posted by Grace Kemp on Friday, May 18, 2018

Depois de anos dando muito amor para a sua família, o cãozinho Harley, que está mais próximo da estimativa que seu veterinário lhe deu, está ganhando ainda mais amor e sendo mais mimado do que já era normalmente.

O fofo Buldogue também aproveitou um gostoso picolé ao pôr do sol e um passeio com seus tutores em uma Harley Davidson.

Ashley McElfresh, tutora de do cãozinho, está publicando todas as aventuras do animal, que está fazendo uma viagem de carro com sua família, em um grupo no Facebook chamado “Bucket List Adventures of Harley Bruiser”, onde Buckeye frequentemente aparece realizando desejos da lista junto com seu amigo canino.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, April 30, 2018

A intenção dos tutores com essa lista de desejos é que os cães, mesmo com todas as suas condições, aproveitem seu restinho de vida e sintam que são muito amados e que têm uma grande importância para toda a família.

Fonte: People

Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cachorro ficou desesperado sem conseguir sair sozinho do telhado. (Foto: Reprodução / Janete Kriger)

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Os animais sempre ficam no espaço tranquilamente. Porém, na última sexta-feira, dia 18 de maio, não foi bem assim.

Bastante assustado com a forte chuva que caía e os altos trovões que aconteceram pela manhã, o cachorro acabou indo parar no telhado de um mercado que fica próximo de sua casa e não conseguiu sair de lá sozinho. O formato do telhado, que não era plano, junto com a água da chuva, deixava tudo ainda mais complicado e bastante perigoso para o animal.

Vendo a situação de grande risco em que o cãozinho se encontrava e o desespero do animal sem conseguir sair dali, os vizinhos ficaram bastante preocupados e logo pediram ajuda para os bombeiros.

O cãozinho foi resgatado depois que um caminhão com cesto aéreo foi enviado até o local e Marcos Paulo, um dos operadores do caminhão, se prontificou a, mesmo com a chuva forte, ir no cesto para pegar o animal.

A fotógrafa Janete Kriger, que viu a situação do cão e assistiu todo o resgate, contou em seu perfil no Facebook que o resgate não foi fácil, mas que Marcos Paulo insistiu e fez toda a diferença.

O cãozinho foi resgatado em segurança com a ajuda dos bombeiros. (Foto: Reprodução / Janete Kriger)

“A sorte dele foi quando um caminhão, desses que tem um cesto aéreo, parou. O herói do dia foi o Marcos Paulo, que, mesmo embaixo de chuva, se prontificou para tentar retirar o cão, que estava muito assustado. Foi uma tarefa difícil, mas Marcos Paulo conseguiu. Gesto querido e emocionante deste homem que não mediu esforços para ajudar”, contou ela na rede social, publicando junto fotos do animal e da ação de Marcos Paulo.

No final, o cãozinho foi resgatado com segurança e Janete fez questão de agradecer ao herói do dia, mesmo sem o animal ser dela.

Fonte: GaúchaZH