Cachorros com ansiedade de separação

A ansiedade de separação é uma sensação excessiva de mal-estar que os nossos xodós sentem quando são separados das pessoas a quem são mais apegados.

por Olivier Soulier — publicado 25 jan 2017 - 20:46

Camila, proprietária do buldogue francês “Max” de cinco meses de idade, relata eventos gerando um desconforto enorme em razão dos comportamentos do mesmo ocorrendo somente quando deixado só.

Comportamentos na realidade próprios à maioria dos animais de estimação, animais convivendo em ambientes pobres em estímulos, com poucas interações com outros animais da mesma espécie e de qualquer espécie compatível, muito querido por tutores “corujas” ao extremo aceitando qualquer travessura e adulando o bichinho, com excesso de atenção e preocupações da parte da família. Camila declara:

 

Meu cachorro é muito manso, afável e tranquilo com a gente e com as nossas visitas.
Nunca avançou em ninguém, nem incomoda quando recebemos as pessoas, na rua não sai correndo, na verdade fica sempre pertinho de mim.
Onde for é um grude, fofo e alegre, dorme até com agente, só acorda para fazer o seu pipi no banheirinho dele.
Eu, o meu esposo e os nossos filhos o adoramos ele mudou as nossas vidas só veio acrescentar alegrias à nossa família, uma benção de deus!
Mas quando temos de sair e deixa-lo só…
Ele se transforma em outro cachorro, mais para “Diabo da Tasmânia”, seguinte os vizinhos não chore, passa horas “gritando”, uivando com rouquidão, latindo, quebrando e derrubando objetos. Quando chegamos é um cenário de guerra, tudo remexido, várias destruições, móveis e objetos roídos e espalhados, excrementos e urinas espalhados e o Max todo babado…

 

Foto: Reprodução.

Na verdade o “Max” é um excelente filhote sim, muito amável e carinhoso!

Mas, como desde novinho quando entrou na sua nova família adotiva, depois de ter sido afastado da mãe e dos irmãos, sempre ficou muito próximo da sua proprietária, todas as suas atividades divididas com a família e centradas ao redor dela, ele criou novas referências de dependência à mesma.

As influencias possíveis sobre o comportamento do Max são várias com consequências oscilando de graves a desastrosas como fixações limitativas, atrasos de maturação, autoconfiança baixa e insegurança crônica, estresses por ansiedade de separação quando deixado só e podem desencadear comportamentos de destruições, vocalizações excessivas, medos frequentes , comportamentos compulsivos obsessivos, agressividade defensiva e até problemas fisiológicos decorrentes.

A ansiedade de separação é uma sensação excessiva de mal-estar que os nossos xodós sentem quando são separados das pessoas a quem são mais apegados, normalmente os membros da sua família de adoção, ou alguns deles.

Ela pode provocar problemas comportamentais na ausência dos proprietários e até na presencia, quando o animal fica quase que constantemente angustiado, com pouquíssimos momentos de relaxamento e descanso.

A ansiedade atinge um nível tão alto que se torna crônica e o animal demostra preocupações e nervosismo mesmo do lado do(a) seu(ua) “deus(a) humano(a)” por antecipação da sua próxima saída.

A ansiedade de separação é parte importante dos problemas relacionados ao afastamento dos seres de referências, que podem ter diferentes origens como medo, pânico, apego excessivo aos donos e falta de estímulos, atividades ou interações adequadas.

Os cães são animais sociais, vivendo em matilha na natureza e com fortes ligações com os outros membros da mesma.
Esse modelo original se estende também as interações com os humanos constituindo a sua família adotiva e com isso a separação, mesmo que temporária, de figura(s) de apego pode gerar algum tipo de mal-estar.

Qualquer raça pode desenvolver ansiedade de separação, ela aparece em cães de raça definida ou mestiça com a mesma frequência, independentemente do sexo e mais da metade dos casos aparecem antes dos três anos de idade.
Existem casos de ansiedade relativa à idade nos cães idosos que se manifestam ainda mais frequentemente durante os períodos de separação.

 

O comportamentalista canino Olivier Soulier, um francês abrasileirado com mais de 30 anos de experiência e muita bagagem, abre para o público a realidade sobre condicionamento, com esclarecimentos que podem representar uma luz no fim do túnel para muitos tutores e seus cachorros.

Há 24 anos no mercado cearense, Olivier e sua equipa da EAOS oferecem adestramento, treinamentos especiais, hotel e creche para cães. Mais informações em www.eaos.com.br

Homem irrita Pit Bull que está preso na coleira e recebe o troco

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 jun 2017 - 9:26

Muito se fala que algumas raças em específico são agressivas e violentas e, com isso, o preconceito contra elas também é muito grande.

Antes de colocar a culpa de certas situações em um cachorro falando que ele é violento e agressivo, é necessário entender o que foi que aconteceu de fato, e até como aquele animal vive e foi criado.

 

Um vídeo que está circulando na internet mostra um homem que foi atacado por um Pit Bull onde o animal não teve culpa e estava apenas respondendo ao que ele recebeu primeiro.

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Cadelinha continua deixando metade de sua comida para seu amigo canino que morreu

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jun 2017 - 9:33

Os cães Stitch e Cookie, ambos da raça Labrador, sempre foram melhores amigos e faziam tudo juntos e até dividiam o potinho de comida.

Desde que chegou na casa de sua família, a cadelinha Cookie aprendeu a deixar metade da ração que tinha no pote para que Stitch, o outro cão que já vivia na casa, comesse depois dela.

O tutor dos animais sempre colocava uma quantidade de ração suficiente para os dois e Stitch sempre se certificava de que sua amiga Cookie estava deixando a parte dele.

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Kim Kardashian apresenta o novo cachorrinho de sua filha

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 jun 2017 - 18:50

Para comemorar o aniversário de quatro anos de sua filha com kanye West, Kim Kardashian deu para a pequena North West um filhote de cachorro como presente.

Kim apresentou o pequeno cachorro em suas redes sociais, mas não deu grandes detalhes.

O filhote parece ser da raça Lulu da Pomerânia, também conhecida por Spitz Alemão. Alguns sites internacionais especulam que o cão seja um Teacup Lulu Da Pomeranian, tamanho maior e que apresentaria menos problemas de saúde do que o micro.

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Homem irrita Pit Bull que está preso na coleira e recebe o troco

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 jun 2017 - 9:26

Muito se fala que algumas raças em específico são agressivas e violentas e, com isso, o preconceito contra elas também é muito grande.

Antes de colocar a culpa de certas situações em um cachorro falando que ele é violento e agressivo, é necessário entender o que foi que aconteceu de fato, e até como aquele animal vive e foi criado.

Homem ficou irritando cachorro de propósito, só por saber que ele estava preso na coleira. (Foto: Reprodução / YouTube UniqueVids)

 

Um vídeo que está circulando na internet mostra um homem que foi atacado por um Pit Bull onde o animal não teve culpa e estava apenas respondendo ao que ele recebeu primeiro.

A situação foi a seguinte, um homem viu um cachorro da raça Pit Bull preso em uma coleira e, se achando muito engraçado, começou a correr de um lado para o outro mexendo os braços, chegando bem perto do cão.

O homem faz tudo isso de propósito e com uma única e estúpida intenção: provocar o cachorro que está preso, além de querer deixar o animal cada vez mais irritado. O homem ainda ri bastante quando vê que o cão tenta, mas não consegue lhe pegar. Porém, ele não esperava que pudesse receber o troco.

O cão conseguiu se soltar e atacou o homem que estava lhe provocando. (Foto: Reprodução / YouTube UniqueVids)

Acontece que de tanto correr, latir e forçar a coleira, o cachorro conseguiu se soltar quando o homem ainda estava pertinho lhe provocando.

É claro que o cachorro correu em direção ao homem, afinal, ele quem começou fazendo provocações para o animal. O homem, que claramente ficou bastante assustado quando o cão conseguiu se soltar, ainda tentou correr, mas o Pit Bull o alcançou e abocanhou sua perna.

(Vídeo: Reprodução / YouTube UniqueVids)

Segundo informações, o homem sofreu uma ferida profunda por conta da mordida do cachorro e precisou levar vários pontos no hospital.

Fonte: Doggies Care

Cadelinha continua deixando metade de sua comida para seu amigo canino que morreu

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jun 2017 - 9:33

Os cães Stitch e Cookie, ambos da raça Labrador, sempre foram melhores amigos e faziam tudo juntos e até dividiam o potinho de comida.

Desde que chegou na casa de sua família, a cadelinha Cookie aprendeu a deixar metade da ração que tinha no pote para que Stitch, o outro cão que já vivia na casa, comesse depois dela.

Stitch e Cookie eram melhores amigos e sempre dividiam o mesmo pote de comida. (Foto: Reprodução / Twitter @_EasyBreasy_)

O tutor dos animais sempre colocava uma quantidade de ração suficiente para os dois e Stitch sempre se certificava de que sua amiga Cookie estava deixando a parte dele. Dessa forma, cada um comia o tanto certo.

Porém, infelizmente, o cachorro Stitch faleceu no início deste mês de junho, e Cookie perdeu o seu melhor amigo.

Como agora só tinham um cão em casa, o tutore passou a colocar uma quantidade menor de comida no pote que os cães dividiam, pois agora a ração seria apenas para a cadela.

Acontece que o tutor reparou que, mesmo se passando vários dias após a morte de Stitch, a cadela Cookie não se esquece de seu melhor amigo e continua deixando metade da ração para ele comer depois dela.

Mesmo após a morte do amigo Stitch, a cadela Cookie continuou deixando metade de sua comida para ele. (Foto: Reprodução / Twitter @_EasyBreasy_)

“Nós peguamos Stitch quando eu estava no jardim de infância. Na terceira série, pegamos Cookie. Eu sentia que o Stitch precisava de companhia. Mas eles eram como Batman e Robin, estavam sempre juntos, sempre um ao lado do outro, brincando ou tomando conta um do outro”, contou o tutor dos animais sobre a amizade dos cães.

É, os cães sempre nos mostrando e provando que não existe amor e nem amizade maior do que a deles.

Fonte: Estadão