Como os cachorros escolhem seus brinquedos preferidos?

Instintos herdados dos lobos e até a interação com o seu tutor podem influenciar na hora do cãozinho escolher o seu brinquedo preferido

por Andrezza Oestreicher — publicado 2 mar 2018 - 18:35

Você já reparou que, por mais que seu cachorro tenha vários brinquedos diferentes e que brinque com todos eles e por mais que você sempre esteja renovando esses brinquedos, o cão sempre tem aquele que é o seu preferido? Sempre tem um que nós, tutores, nem podemos pensar em jogar fora, pois é o xodó do pet.

Como será que os cães escolhem seus brinquedos preferidos? Você já se pegou curioso fazendo essa pergunta? As crianças estão mais propensas a voltar suas atenções para as coisas mais coloridas, mas, como será que acontece com os cachorros?

(Foto: Reprodução / DesignTAXI)

De acordo com pesquisadores, os cães costumam ter preferência por brinquedos macios e que fazem barulho. O motivo tem uma conexão com os lobos, apontados como antecessores do cão e de quem nossos peludos de estimação herdaram alguns instintos.

Os lobos costumam caçar para se alimentar, e, ainda segundo pesquisas, os brinquedos macios que fazem barulho lembram as presas e isso estimula a parte do cérebro que ainda carrega esses instintos. Por isso, esse tipo de brinquedo pode manter a atenção dos cachorros por mais tempo.

Porém, Esse instinto predatório não é o único que os cães têm e, dependendo da raça e da personalidade do animal, ele pode se interessar por brinquedos diferentes.

(Foto: Reprodução / Rover)

Bichinhos de pelúcia também são os favoritos de muitos cachorros. Eles ganham a preferência tanto de cães com instinto de caça quanto os com instinto materno ou que sofreram alguma separação.

Brinquedos de pelúcia podem lembrar amigos peludos e até filhotes que foram separados dos irmãos e das mamães muito cedo, como, por exemplo, antes de serem desmamados. Cachorros que passaram por esse tipo de coisa podem preferir as pelúcias para se aconchegarem.

Para alguns cães, a brincadeira preferida é a de buscar a bolinha, o que pode indicar que o instinto herdado que ainda é forte no cão é o de perseguir presas.

(Foto: Reprodução / Paw My Gosh / Reddit)

Existem cachorros que preferem aqueles brinquedos onde os tutores podem esconder ração e petiscos dentro. De acordo com pesquisadores, isso pode indicar que o cão é mais motivado pelo instinto de buscar o seu próprio alimento e esse tipo de brinquedo podem manter esses animais focados por horas.

Outro fator muito importante na escolha do cão é o seu tutor. Para os pets, brincar com seus tutores é muito mais divertido do que brincar sozinhos. Além disso, um brinquedo dado pelo tutor e que o humano pega com mais frequência para brincar com o cachorro pode ser associado pelo animal a momentos felizes e facilmente esse brinquedo vai se tornar o preferido do peludo.

(Foto: Reprodução / Goodfullness)

Alguns estudos mostraram que os cachorros geralmente dão preferência a um brinquedo novo do que um brinquedo velho, pois eles adoram uma novidade. Porém, quando esquecido por um tempo, ou até se o tutor deixar um brinquedo velho guardado, quando ele é dado para o cão é como se ele fosse novo novamente.

É importante lembrar que é preciso ter alguns cuidados com os brinquedos dos cães, para que os pets não venham a se machucar ou se engasgar, e que devemos, de tempos em tempos, comprar brinquedos novos para eles (nós explicamos nessa matéria os motivos).

(Foto: Reprodução / Rover)

Por mais brinquedos que o seu cachorro tenha, não deixe que eles substituam um exercício ao ar livre, como uma caminhada, ou um tempo de qualidade entre tutor e seu animal. A presença e companhia do tutor para o pet é extremamente importante para a sua saúde e felicidade.

Fonte: Cuteness

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian