Conheça Pep, o cachorro que todos acreditaram ter sido condenado à prisão perpétua

Para não contar que estava enviando o cão para ajudar os presidiários, o governador da Pensilvânia divulgou que o animal tinha sido preso por matar o gato de sua esposa

por Andrezza Oestreicher — publicado 6 out 2017 - 18:28

O cachorro Pep foi um Labrador Retriever que pertenceu ao governador da Pensilvânia, Gifford Pinchot. Assim como costumam ser os animais de sua raça, Pep era divertido e carinhoso, mas não era conhecido por ser bem educado e gostava mesmo de mastigar e destruir móveis.

Uma decisão tomada por seu tutor, que criava outros cães da raça, acabou destruindo a reputação de Pep e atingiu todos os Labradores. Porém, anos depois tudo foi esclarecido e todos puderam ver que, na verdade, Pep foi uma grande ajuda e fonte de motivação para muitos presos.

Para ser enviado para a penitenciária, cão foi falsamente acusado de matar um gato. (Foto: Reprodução / Dog World)

Como governador da Pensilvânia, Gifford Pinchot achava que os presos poderiam passar por uma ressocialização e se recuperar de alguma forma sem que todos eles precisassem ser encaminhados para o isolamento ou ter que passar o resto da vida presos.

Conhecendo bem seu cão Pep e sabendo como o animal era amável e divertido, Pinchot achou que seria uma boa ideia enviar o cachorro para a penitenciária estadual do leste da Filadélfia, como forma de ajudar a todos que estivessem presos ali. O fato aconteceu na década de 1920.

Porém, o governador não quis que a população e nem as mídias soubessem da verdade e assim surgiu a “história” de que o cão tinha sido condenado à prisão perpétua por matar o gato de sua esposa.

A história se espalhou rápido e o pobre e inocente cãozinho foi julgado por todos, dando, inclusive, uma péssima reputação para todos os Labradores.

Pep vivia caminhando livremente por toda a penitenciária. (Foto: Reprodução / Dog World / Alamy)

Na prisão, Pep não ficou confinado em uma cela. Ele tinha a liberdade de caminhar por toda a penitenciária. E parece que Gifford Pinchot conhecia profundamente o cão, pois Pep conseguiu animar a todos na prisão pelos dez anos que viveu por lá.

Em 1926, a esposa de Pinchot contou toda a verdade sobre a ida do cão para a penitenciária e um artigo publicado pelo New York Times ajudou a limpar a imagem de Pep, e de todos os cachorros de sua raça.

Finalmente, todos puderam saber que, na verdade, o cãozinho passou o resto de sua vida ajudando a levantar o espírito e a mente dos presos e de todos que trabalhavam na penitenciária, que fechou em 1971.

Apesar de ter sido julgado por todos no começo, o cãozinho Pep deixou um legado e inspirou melhorias em diversas penitenciárias dos Estados Unidos.

A história do cão inspirou vários programas de reabilitação de presos com cachorros. (Foto: Reprodução / Dog World / Alamy)

Atualmente, muitos presidiários têm acesso a programas de ressocialização e reabilitação com cachorros. Com os animais, os presos aprendem sobre compaixão, aprimoram habilidades e ganham privilégios ou salários.

Esses programas também trazem benefícios para os cães, pois a maioria deles seria sacrificada se não fossem aceitos nesse tipo de programa de reabilitação.

Além disso, uma pesquisa publicada no Journal of Family Social Work, mostrou que presos em duas prisões do Kansas apresentaram altos benefícios emocionais e comportamentais depois que começaram a conviver com cães na prisão.

Fonte: Dog World

Cadelinha que vivia nas ruas e estava desnutrida é resgatada e passa por incrível transformação

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 17:59

Infelizmente, o problema da falta de controle populacional de animais que vivem nas ruas é muito grave em muitas cidades pelo mundo todo. Não é em todos os lugares que o governo se preocupa com isso e se compromete em melhorar a situação dos animais de rua.

Bali, a bela e turística ilha localizada na Indonésia, também sofre com esse problema. É muito comum, durante passeios pela província, encontrar cachorros abandonados, alguns deles até mesmo já nascidos nas ruas.

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Tutora de dois cachorros, Thalita Rebouças afirma se sentir uma mãe

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 9:31

Antes de ter um cachorrinho, nós não temos noção do tamanho do amor que eles podem nos dar e também despertar em nossos corações. E é justamente por isso que muitos tutores se sentem pais e tratam seus pets como verdadeiros filhos, pois é um amor incondicional.

É exatamente assim que a jornalista, escritora e, agora também, apresentadora Thalita Rebouças se sente com seus dois fofos e amados cachorros de estimação, Lindão e Babete.

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Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade,

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Cadelinha que vivia nas ruas e estava desnutrida é resgatada e passa por incrível transformação

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 17:59

Infelizmente, o problema da falta de controle populacional de animais que vivem nas ruas é muito grave em muitas cidades pelo mundo todo. Não é em todos os lugares que o governo se preocupa com isso e se compromete em melhorar a situação dos animais de rua.

Bali, a bela e turística ilha localizada na Indonésia, também sofre com esse problema. É muito comum, durante passeios pela província, encontrar cachorros abandonados, alguns deles até mesmo já nascidos nas ruas.

A cadela foi encontrada em uma situação terrível. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

A própria população, abrigos e ONGs é que fazem o trabalho de tentar ajudar como podem esses animais que vivem nas ruas. Rico Soegiarto é uma dessas pessoas que fez a sua parte e mudou completamente a vida de um cãozinho de rua.

Um dia, quando estava voltando do trabalho para casa, Rico viu uma cadela que estava vagando pelas ruas em uma situação terrível. Ela quase não tinha pelos em seu corpo, estava extremamente magra, com ossos a mostra e bastante machucada.

Rico resgatou a cadela e deu todo o cuidado que ela precisava. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Apesar do estado da cadela, Rico percebeu que seus olhos ainda brilhavam cheios de esperança e viu que não poderia deixar o animal ali, ele precisava de uma chance e de uma nova vida. “Eu não sei o que era especial sobre ela. É sobre coração e sentimento”, disse o homem.

Rico levou o animal para casa, lhe deu banho, alimentou, levou ao veterinário e deu todo o cuidado e amor que ela precisava. A cadela, que é da raça Husky Siberiano, melhorou e passou por uma transformação incrível.

Rico acabou adotando a cadela, que é apaixonada por seu tutor. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Dez meses após ser resgatada por Rico, saudável, forte e com seus pelos de volta, a cadela é um animal completamente diferente e muito apaixonado por seu salvador.

Rico não só salvou como adotou a cadelinha, que recebeu o nome de Hope (Esperança). De acordo com o tutor, a cadelinha é adora ganhar carinhos e biscoitos e é bastante sociável.

Após todo o cuidado, Hope é hoje um animal muito saudável, sociável e lindo. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Que essa história de resgate, cuidado e adoção inspire cada vez mais pessoas. Nós sempre amamos contar casos assim de amor e esperança para os nossos leitores.

Fonte: Bored Panda / Gerda Lukošiūtė

Tutora de dois cachorros, Thalita Rebouças afirma se sentir uma mãe

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 9:31

Antes de ter um cachorrinho, nós não temos noção do tamanho do amor que eles podem nos dar e também despertar em nossos corações. E é justamente por isso que muitos tutores se sentem pais e tratam seus pets como verdadeiros filhos, pois é um amor incondicional.

É exatamente assim que a jornalista, escritora e, agora também, apresentadora Thalita Rebouças se sente com seus dois fofos e amados cachorros de estimação, Lindão e Babete.

O desconfiado Lindão, um gostoso peludão da raça Coton de Tulear, foi um presente que Thalita ganhou do seu ex-marido há cerca de três anos. A tutora conta que ele é um cão muito carente que, para que ele não ficasse sozinho, ela acabou adotando outro animal para fazer companhia para Lindão.

Na hora de adotar, a escolhida para fazer parte da família de Thalita foi a cadelinha Babete, uma fofa, alegre e hiperativa vira-lata que, segundo a tutora, tem uma personalidade bem diferente de seu irmão mais velho.

Porém, apesar das diferenças, a mamãe afirma que seus filhos peludos convivem muito bem juntos.

Thalita contou que sempre teve cachorros em casa, mas eles eram de seus pais e que ela queria ter seus próprios animais. Agora, com Lindão e Babete ela não só realizou o seu sonho de ter seus cachorros como se sente uma verdadeira mãe dos pets.

“Agora me sinto mãe! A melhor coisa da vida é ter cachorro, só quem tem sabe que é um amor muito louco e maravilhoso. Você se sente a pessoa mais amada e especial do mundo”, afirma ela.

Acho , só acho, que A Babete tá meio irritada com esse laço. 😂😂😂😂 Não guento a cara dessa cachorrinha !!!

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A escritora, que é idolatrada pelos jovens por conta de seus livros, ainda incentiva seus fãs a adotarem um animal de estimação: “Adote um cachorrinho. Adote um bichinho de estimação, porque é amor em estado bruto”.

Fonte: Gshow