Especialistas descobrem que os cães podem ter sido domesticados há 40 mil anos

Cientistas do Museu Sueco de História Natural encontraram um osso canino de 35 mil anos atrás.

por Karina Sakita — publicado 26 maio 2015 - 18:32

Uma amizade que pode ter surgido muito antes do que se imaginava. (Foto: Reprodução / Google)

Uma amizade que pode ter surgido muito antes do que se imaginava. (Foto: Reprodução / Google)

Um novo estudo revelou que os cães podem ter sido domesticados pelos humanos há mais tempo do que se imaginava.

Acreditava-se que os ancestrais dos cães domésticos haviam sido domados na Era do Gelo, entre 10 mil a 20 mil anos atrás. Agora, especialistas suecos afirmam que isso pode ter ocorrido há 40 mil anos.

No início, o homem domesticava os lobos para serem companheiros de caça, para proteção contra animais perigosos e transporte de carga.

Assim que os humanos foram selecionando quais seriam domesticados e criados, o código genético dos animais domesticados foi ficando cada vez mais diferente dos selvagens.

Cientistas do Museu Sueco de História Natural analisaram o DNA de um osso encontrado na Península de Taimir, na Sibéria.

Esse osso foi datado de 35 mil anos atrás e os especialistas acreditam que pertencia à um lobo domesticado, que seria um dos primeiros cachorros existentes.

De acordo com as divergências de DNA desse osso em relação aos lobos selvagens, eles estimam que os primeiros ancestrais foram domesticados 5 mil anos antes.

Por isso, afirmam que o cão se tornou o melhor amigo do homem entre 27 mil a 40 mil anos atrás.

O autor do estudo, Love Dalén, afirma que existe uma outra remota possibilidade:

 

A única explicação alternativa é que existia uma grande divergência entre duas populações de lobos na época, e uma dessas populações posteriormente originou todos os lobos modernos.

 

Mas ele disse que essa segunda teoria é pouco provável.

 

O cão é considerado o melhor amigo do homem. (Foto: Reprodução / Google)

O cão é considerado o melhor amigo do homem. (Foto: Reprodução / Google)

 

E Pontus Skoglund, co-autor da pesquisa, falou sobre uma ligação entre os lobos com os cães da raça Husky Siberiano:

 

O poder do DNA é capaz de fornecer evidências diretas de que o Husky Siberiano que vemos andando pelas ruas tem os mesmos descendentes do lobo que perambulava no norte da Sibéria 35 mil anos atrás.

 

Cães da raça Husky Siberiano. (Foto: Reprodução / Daily Mail UK)

Cães da raça Husky Siberiano. (Foto: Reprodução / Daily Mail UK)

 

Fonte: Daily Mail UK

 

Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído.

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Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc!

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

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Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

Os cães que vivem por lá são alimentados por trabalhadores da usina. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído. Ainda segundo informações, muitos destes animais vivem em áreas com contaminação radioativa.

Pensando nestes cachorros, um grupo internacional de bem-estar animal com base nos Estados Unidos, disse que está enviando uma equipe de médicos veterinários para a Ucrânia para cuidar destes cães.

O grupo, que irá se juntar a uma turma de outros especialistas que já estão na região, vai oferecer tratamentos médicos, como vacinas contra a raiva e serviços de castração, para os cachorros que vivem dentro da área conhecida como “zona de exclusão”.

“Devido a animais selvagens que também vivem dentro da zona de exclusão, os cães abandonados são frequentemente infectados com raiva, representando um risco para as pessoas que trabalham na usina”, informaram representantes do grupo Four Paws.

Os cachorros irão receber cuidados médicos e vacinas. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

Ainda de acordo com o grupo, após o desastre nuclear, aconteceu o que ficou conhecido como “temporada aberta”, quando soldados foram autorizados a caçar os animais que viviam pela região atingida. Alguns cães sobreviveram a esse período e acabaram fugindo para bosques próximos.

Porém, a presença de outros animais e a falta de comida fez com que esses cachorros voltassem para a cidade abandonada e para a usina nuclear ainda ativa. “Lá, os trabalhadores começaram a alimentar os cães e eles ficaram desde então”, explicou Julie Sanders, diretora internacional de animais de companhia da Four Paws.

Fonte: Radio Free Europe/Radio Liberty

Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc! E juntos seremos mto felizes! E obrigada @amparanimal ! Por todo cuidado que tem com os bichos que (não consigo entender) algumas pessoas não têm capacidade de ter!

Foto: Reprodução/Instagram

Nino já aparece muito confortável e se familiarizando com sua nova moradia em vídeos postados nas redes por Tata e seu companheiro Rafael Vitti.

O fato dele não ter uma perna não muda em nada sua disposição e capacidade de amar e só prova que todos merecem uma segunda chance.

Nino tá feliz 😁 @amparanimal @tatawerneck

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Deitei no tapete mesmo esperando mamãe chegar 😍❤️

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