Estudo revela que existem cachorros pessimistas

A pesquisadora descobriu que alguns cães não se arriscam porque acreditam que algo ruim pode acontecer.

por Karina Sakita — publicado 24 set 2014 - 17:52

Cachorro pessimista? (Foto meramente ilustrativa: Reprodução / Google)

Cachorro pessimista? (Foto meramente ilustrativa: Reprodução / Google)

Temos a impressão de que os cachorros estão sempre animados, não é?  E isso seria um indício de que são otimistas, certo?

Mas um estudo revelou que alguns cães são nitidamente mais pessimistas do que outros.

Para chegar à essa conclusão, os cachorros foram ensinados a associar dois sons diferentes, que serviam para indicar se eles preferiam água ou leite como recompensa.

Depois que os cães aprenderam a diferenciar os sons, a pesquisadora colocou sons ambíguos para eles ouvirem.

Os cachorros que reagiam a esses sons ambíguos foram considerados otimistas, porque isso significa que eles acreditavam que coisas boas podiam acontecer.

Além disso, o nível de otimismo dos cães foi definido pelos tons que eles reagiram. Por exemplo, um cachorro muito otimista respondeu à maioria dos sons, mesmo àqueles que pareciam com o da água.

Os cães que não reagiram aos sons foram considerados pessimistas. Isso porque, mesmo ouvindo os sons, eles não demonstraram nenhum sinal de empolgação. O que sugere que eles acreditavam que receberiam água independente do som que estavam ouvindo.

 

A doutora Melissa Starling realizou o estudo. (Foto: Reprodução / Youtube / University of Sydney)

A doutora Melissa Starling realizou o estudo. (Foto: Reprodução / Youtube / University of Sydney)

 

A doutora Melissa Starling, da Faculdade de Ciência Veterinária da Universidade de Sidney, disse:

 

Dos cachorros que testamos, nós encontramos mais otimistas do que pessimistas, mas é muito cedo para dizer se isso é verdade na população canina em geral.

 

Ela também afirmou que os cachorros pessimistas pareciam ficar muito mais estressados ao cometer falhas em uma tarefa. Inclusive, eles evitavam repetir a tarefa. Já os cães otimistas eram destemidos e continuavam.

A doutora Starling contou ainda que esse estudo pode ajudar a definir para qual tipo de trabalho o cachorro se encaixa melhor:

 

Um cachorro pessimista evita assumir riscos, então seria melhor como cão-guia. Enquanto o otimista, que é um cachorro persistente, seria mais adequado para farejar drogas ou explosivos.

 

E o seu cachorro, é otimista ou pessimista?

 

Melissa Starling com dois cachorros. (Foto: Reprodução / Youtube / University of Sydney)

Melissa Starling com dois cachorros. (Foto: Reprodução / Youtube / University of Sydney)

 

Fonte: Daily Mail UK

Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

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Policiais salvam filhotes de cachorro que estavam trancados dentro de mala abandonada na estrada

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 9:32

Os seres humanos, ditos racionais, são capazes de crueldades contra animais a que custamos acreditar terem sido feitas de propósito, mas são.

Na madrugada do último domingo, dia 3 de dezembro, três pequenos filhotes de cachorro foram encontrados dentro de uma mala fechada que estava abandonada na beira de uma estrada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina.

Os animais, que têm cerca de dois meses, foram resgatados por policiais do pelotão de patrulhamento tático da PM.

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

O ator firmou uma parceria com o Ibama e o Instituto Vida Livre e transformou o seu rancho pessoal em um centro de recuperação e área de soltura de animais silvestres que sofreram e foram resgatados do tráfico de animais.

“Você sabia que o Rio de Janeiro é a principal rota do tráfico de animais silvestres? Por isso há tanto bicho sofrendo”, explica o ator.

No rancho, que fica localizado em Secretário, na Serra Fluminense, está sendo construída uma casa que servirá como hospital, onde os animais receberão os cuidados e tratamentos necessários antes de serem recolocados na natureza.

“Acabamos de libertar um veado e estamos cuidando de um lobo-guará. Montei ainda um viveiro para reensinar pássaros machucados a voar”, conta Bruno.

Os custos da construção da casa, que já está sendo feita e será toda sustentável, com placas solares, reuso d’água, teto verde e cortinas automáticas para preservar a temperatura ambiente conforme o deslocamento do sol, devem chegar aos 3 milhões de reais.

A obra deverá ficar pronta no primeiro semestre de 2018, porém, animais recuperados já estão sendo soltos no terreno.

Fonte: Veja Rio

Cadelinha mantida presa por usuários de droga é resgatada por agentes da Polícia Federal

por Andrezza Oestreicher — publicado 9 dez 2017 - 18:38

As drogas podem ser as causadoras de graves problemas, como furtos, roubos, podem causar ainda a destruição de famílias e até morte, principalmente dos seus usuários.

No Paraná, mais um grave problema que tem as drogas como causa foi descoberto pela Polícia Federal. Usuários de drogas, mais especificamente de crack, estavam prendendo cachorros para que eles fossem abatidos e comidos, como churrasco.

Mãezinha é um dos animais que teve a sua vida salva pelos policiais.

A fofa cadelinha vivia junto com outros cachorros às margens do rio Paraná, próximo à Ponte da Amizade, entre Brasil e Paraguai. Apesar de abandonados, os animais poderiam ser considerados bem, na medida do possível.

Cadela prestes a virar churrasco de usuários de crack foi salva por agentes da PF. (Foto: Reprodução / Folha Press / Bruno Santos)

Até o dia em que usuários de drogas passam a viver no mesmo espaço que esses cães e a prender os animais para o consumo próprio. Isso mesmo, os cachorros que vivam por ali antes dos novos moradores passam a ser mortos para serem feitos de churrasco.

Felizmente, a Polícia Federal descobriu o local a tempo de salvar a cadela Mãezinha. Agentes da PF foram até a região para verem um antigo estaleiro e estudarem as mudanças necessárias para abrigar ali uma base naval da corporação.

Ao ser encontrada, a cadela estava bastante abatida e tremendo de medo em meio a restos de ossos e carne de cachorro em espetos improvisados espalhados pelo chão. Além disso, de acordo com os policiais, Mãezinha estava com uma aparência de quem não estava sendo alimentada já há alguns dias.

Além de darem água, comida e um nome para a cadela, os agentes adotaram o animal e decidiram ficar com a Mãezinha de vez.

“Hoje ela faz parte do nosso efetivo”, afirmou Celso Calori, subchefe do Nepom (Núcleo Especial de Polícia marítima), da PF.

Depois de inaugurada, a nova base do Nepom fez com que todo o entorno do local, que antes era tomado por usuários de drogas e até contrabandistas paraguaios, fosse modificado e transformado em um lugar diferente e novo.

Mãezinha vive muito feliz com sua nova e grande família e nenhum animal voltou a aparecer morto pelo local.

Fonte: Stúdio.fm / Folha Press