Humanos se preocupam mais com os pets do que com outras pessoas?

Apesar de casos que mostram violência com cães causarem mais indignação do que os envolvendo humanos, pesquisa mostrou que as pessoas têm uma preocupação especial com criaturas inocentes e indefesas

por Andrezza Oestreicher — publicado 8 set 2017 - 18:35

O amor dos humanos pelos animais é cada vez maior, prova disso é que, de acordo com uma pesquisa feita nos Estados Unidos, dois terços dos americanos vivem com um animal e muitos dos tutores pensam em seus cães e gatos como membros da família.

Ainda de acordo com pesquisas, 40% dos tutores de cães que são casados afirmaram receber mais apoio emocional de seu animal de estimação do que do cônjuge ou mesmo dos seus filhos, o que mostra que essas relações entre tutores e animais trazem muitos benefícios para os humanos.

(Foto: Reprodução / Youtube Seeker)

Já aqui no Brasil, uma pesquisa feita com mais de 10 mil pessoas mostrou que 80% dos internautas possuem um animal de estimação em casa, sendo que mais da metade são cachorros. Além disso, 46% dos tutores afirmaram que a média de gasto mensal com seus animais é de R$ 100,00.

Quando um assunto é violência, as pessoas parecem se indignar muito mais quando acontece algo com cães do que com outros humanos. De acordo com informações de editores de jornais dos Estados Unidos, histórias sobre abusos de animais muitas vezes geram mais respostas indignadas de leitores do que quando acontece alguma violência com um ser humano.

Um exemplo dado foi de casos envolvendo interferência policial. Segundo o FBI, cerca de 400 pessoas são mortas por ano pela polícia durante confrontos. Já em relação aos animais é mais difícil ter um número exato, mas acredita-se, tendo como base análises de relatórios da mídia, que o número de cães mortos a cada ano em “incidentes de confronto” com policiais é provavelmente entre 300 e 500.

(Foto: Reprodução / Mother Nature Network)

Apesar de o número de animais e humanos mortos em confrontos policiais ser bem próximo, é perceptível uma comoção maior quando o caso envolve animais, mais ainda quando são cachorros.

Em julho do ano passado, em menos de 24 horas, a polícia dos Estados Unidos matou uma mulher gestante que estava bêbada e ameaçando a todos em sua volta com uma faca e, em outro lugar, matou também um cachorro, uma mistura de Labrador preto de dois anos de idade que estava latindo na traseira de uma van que estava com uma parte do vidro aberto. Alguém chamou a polícia por conta dos latidos do cão. Ao se aproximarem do carro, o cão conseguiu baixar o restante do vidro e pulou para fora do carro, nesse momento o animal foi baleado por um dos policiais.

Enquanto o caso da mulher gestante não chamou muita atenção, o do cachorro virou manchete e o departamento de polícia emitiu um pedido oficial de desculpas para o tutor do animal, que também recebeu uma indenização em dinheiro.

(Foto: Reprodução / US News)

A diferença nos casos pode ser entendida pelo fato de o cão ser visto como um ser indefeso e a mulher saber se defender e estar ciente do que está fazendo.

Dois sociólogos da Universidade Northeastern, em Boston, resolveram testar a afirmação de que as pessoas se importam mais com notícias de abusos com animais do que com ataques direcionados aos humanos. Os pesquisadores Arnold Arluke, uma autoridade sobre relacionamentos humano-animal, e Jack Levin, um especialista em assassinos em série e assassinatos em massa, escreveram falsas informações sobre uma onda de crimes em Boston.

Os artigos diziam que “De acordo com testemunhas presentes, um ataque particularmente perverso envolveu um filhote de um ano de idade que foi espancado com um bastão de beisebol por um assaltante desconhecido. Chegando à cena do crime alguns minutos após o ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, múltiplas lacerações e inconsciente. Nenhuma prisão foi feita no caso.”.

(Foto: Reprodução / Huffingtonpost)

Porém, havia quatro versões diferentes dessa informação, onde em cada uma delas a vítima era um ser diferente, um filhote de cachorro de um ano, um cão adulto, uma criança humana e um humano adulto. Nenhum dos participantes sabia que acontecimento e as informações eram falsos, a intenção dos pesquisadores era saber como as pessoas iriam reagir a cada vítima.

Depois de ler uma das quatro notícias (cada pessoa lia apenas uma versão), todos os participantes responderam a uma escala que media o tanto de empatia e sofrimento emocional que sentiram pela vítima do espancamento.

Os resultados mostraram que o adulto humano como vítima foi quem provocou os níveis mais baixos de sofrimento emocional nos leitores. Em primeiro lugar ficou a criança, seguida pelo filhote de cachorro e pelo cachorro adulto. Esses dois últimos bem próximos um do outro.

(Foto: Reprodução / Daily Mail UK)

Os sociólogos concluíram que a espécie é importante quando se trata de gerar simpatia com os oprimidos, mas que as pessoas tendem a ter uma preocupação especial com criaturas inocentes e indefesas.

Fonte: Wired / Galileu

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times