Entrevista com Victoria Girardelli, idealizadora do Projeto Dr. Au Au

por Samantha Kelly — publicado 23 out 2012 - 0:45

Foto: Armando Catunda

 

Nós do Portal do Dog adoramos a Pet Terapia e o poder que os animais tem em transformar vidas, mudar rotinas e semear sorrisos em situações difíceis.

Hoje, apresentaremos o belo trabalho do Dr. Au Au, Projeto promovido pelo Instituto Girardelli, entidade filantrópica, que há 8 anos trabalha no desenvolvimento da Atividade Assistida por Animais (AAA) e da Terapia Assistida por Animais (AAT).

Conhecemos o Dr. Au Au através da matéria do Jornal Tribuna – 1ª Edição (assistam aqui o vídeo), que cobriu o evento especial para o Dia das Crianças no Hospital Guilherme Álvaro, com o intuito de levar alegria para os pequenos em seu dia especial.

Conversamos com a idealizadora do Dr. Au Au, Victoria Girardelli, e em uma entrevista muito interessante, ela nos contou mais sobre o Projeto, como começou esse sonho, a realidade e as ambições futuras.

Atualmente o Projeto conta com a ajuda de voluntários e com o trabalho canino de dois cachorrinhos lindos da raça Schnauzer: Freud e Jung, nome perfeito para os garotos;

Porém, há muito ainda a ser feito e a sua ajuda é fundamental para auxiliar que o trabalho continue sendo possível. Com mais investimentos em infraestrutura, mais pessoas vão poder ter acesso ao Dr. Au Au.

 

Banho tomada , se preparando…

 

PDD – Como surgiu o projeto?

Victoria Girardelli: O DrAuAu surgiu há cerca de 7 anos , quando adquiri o Freud. Logo senti que  não queria que fosse um cão só meu. E fui pesquisar o que poderia fazer .Vi a possibilidade de utilizá-lo na Peterapia.. E ai  me veio o nome do projeto , as roupinhas que iríamos usar, tudo como a cara do projeto.

Comecei então a buscar locais onde oferecer o trabalho. Nossa primeira visita foi no Recanto Vitoria – coincidência? Lar Republica  de  idosos. A recepção foi maravilhosa !

Ai partimos para mais locais. No Hospital Guilherme Álvaro já haviam feito o trabalho de peterapia com o Nanquim ( da raça labrador ) e ele estava se aposentando.Conversando com Dr. Paulo Baldin, ele me abriu as portas da pediatria do HGA  e lá estamos até hoje.

Passamos por vários outros locais que puderam conhecer o Dr AuAu. Casa do Sol, Casa Caio ( crianças soro positivas – lá foi feito um TCC comprovando a eficácia da Peterapia), Lar Vicentino, Republica Fraternidade, Hospital Mario Covas.

 

Victoria Girardelli à direita.

 

PDD – Como funciona a terapia?

Victoria Girardelli: Por hora estamos só com dois cães da raça schnauzer, Freud e Jung de minha propriedade.

Realizamos as visitas uma vez por semana. A duração é cerca de 45 min 1 hora., tempo este que não possibilita qualquer contaminação seja de lá (hospital) pra cá ou de cá (cães) pra lá.

Um dia antes os cães passam por banho e não saem mais de casa e não tem contato com outros animais.

Chegando ao local da visita , fazemos uma nova assepsia e adentramos o local.

Em cada quarto pedimos a autorização dos pias para a visita e assim liberados  a alegria começa.

 

Freud e Jung

 

PDD – É preciso algum tipo de treinamento para se tornar um cão de terapia?

Victoria Girardelli: Os cães e ou voluntários precisam passar por  um breve treinamento e adaptação.

Os carinhos e afagos por vezes são desajeitados e eles precisam saber aceitar.

Podem  e devem obedecer comandos e acima de tudo ter facilidade no convívio com outros cães e pessoas.

Antes de adquirir o papel de  cão doutor,  eles têm que passar por avaliação de nosso veterinário para que ateste sua condição de saúde  e também vacinação e vermifugação.

 

 

PDD – Como tem sido a resposta dos pacientes ao tratamento?

Victoria Girardelli: O contato, o afago, o amor incondicional são  responsáveis pela melhora geral da saúde. Pressão arterial, imunidade, depressão, auto estima são elevadas com a presença e o contato dos cães.

Já houve caso de criança que pediu para ser internada no HGA por que lá tem os cachorrinhos.

Eles também saem do leito e caminham pelos corredores o que auxilia no funcionamento do intestino e isso pode auxiliar na alta hospitalar.

O ambiente fica muito mais próximo de um lar, o que também ajuda por demais.

 

 

PDD – Quais são os planos futuros?

Victoria Girardelli: Crescer e expandir o Dr.uAu. Se espalhar e ensinar o maior numero de pessoas possível, para se dedicarem ao trabalho voluntário, seja ele com cães ou não.

Ser uma sementeira, como sempre digo. Como já fomos alvo de vários TCCs que comprovam a eficácia e benécias , que os hospitais abram suas portas para este trabalho do bem.

 

Cupcakes especiais para o dia das crianças. Guloseimas foram cortesia de Hannah Designer.

 

PDD – Como o público pode ajudar o projeto?

Victoria Girardelli: Com parcerias, doações  para que possamos crescer e estruturar o Dr. AuAu.

Temos gastos com ração, banho, tosa, produtos de higiene, coleiras , vacinação, vermifugação, transporte ( aliás estamos sem carro), uniformes, enfim….

Já tivemos cerca de 15 cães trabalhando e se houver uma maneira de oferecer a infraestrutura para que todos os cuidados sejam cumpridos, talvez os voluntários não abandonariam.

Demanda gastos .

 

Não esqueçam de visitar o Blog do projeto: www.drauausantos.blogspot.com.br

Assistam as matérias do Dr. Au Au que saíram na Globo e Tv Record.

 

Nosso agradecimento especial para Victoria Girardelli pelo tempo e atenção.

Homem irrita Pit Bull que está preso na coleira e recebe o troco

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 jun 2017 - 9:26

Muito se fala que algumas raças em específico são agressivas e violentas e, com isso, o preconceito contra elas também é muito grande.

Antes de colocar a culpa de certas situações em um cachorro falando que ele é violento e agressivo, é necessário entender o que foi que aconteceu de fato, e até como aquele animal vive e foi criado.

 

Um vídeo que está circulando na internet mostra um homem que foi atacado por um Pit Bull onde o animal não teve culpa e estava apenas respondendo ao que ele recebeu primeiro.

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Cadelinha continua deixando metade de sua comida para seu amigo canino que morreu

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jun 2017 - 9:33

Os cães Stitch e Cookie, ambos da raça Labrador, sempre foram melhores amigos e faziam tudo juntos e até dividiam o potinho de comida.

Desde que chegou na casa de sua família, a cadelinha Cookie aprendeu a deixar metade da ração que tinha no pote para que Stitch, o outro cão que já vivia na casa, comesse depois dela.

O tutor dos animais sempre colocava uma quantidade de ração suficiente para os dois e Stitch sempre se certificava de que sua amiga Cookie estava deixando a parte dele.

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Kim Kardashian apresenta o novo cachorrinho de sua filha

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 jun 2017 - 18:50

Para comemorar o aniversário de quatro anos de sua filha com kanye West, Kim Kardashian deu para a pequena North West um filhote de cachorro como presente.

Kim apresentou o pequeno cachorro em suas redes sociais, mas não deu grandes detalhes.

O filhote parece ser da raça Lulu da Pomerânia, também conhecida por Spitz Alemão. Alguns sites internacionais especulam que o cão seja um Teacup Lulu Da Pomeranian, tamanho maior e que apresentaria menos problemas de saúde do que o micro.

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Homem irrita Pit Bull que está preso na coleira e recebe o troco

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 jun 2017 - 9:26

Muito se fala que algumas raças em específico são agressivas e violentas e, com isso, o preconceito contra elas também é muito grande.

Antes de colocar a culpa de certas situações em um cachorro falando que ele é violento e agressivo, é necessário entender o que foi que aconteceu de fato, e até como aquele animal vive e foi criado.

Homem ficou irritando cachorro de propósito, só por saber que ele estava preso na coleira. (Foto: Reprodução / YouTube UniqueVids)

 

Um vídeo que está circulando na internet mostra um homem que foi atacado por um Pit Bull onde o animal não teve culpa e estava apenas respondendo ao que ele recebeu primeiro.

A situação foi a seguinte, um homem viu um cachorro da raça Pit Bull preso em uma coleira e, se achando muito engraçado, começou a correr de um lado para o outro mexendo os braços, chegando bem perto do cão.

O homem faz tudo isso de propósito e com uma única e estúpida intenção: provocar o cachorro que está preso, além de querer deixar o animal cada vez mais irritado. O homem ainda ri bastante quando vê que o cão tenta, mas não consegue lhe pegar. Porém, ele não esperava que pudesse receber o troco.

O cão conseguiu se soltar e atacou o homem que estava lhe provocando. (Foto: Reprodução / YouTube UniqueVids)

Acontece que de tanto correr, latir e forçar a coleira, o cachorro conseguiu se soltar quando o homem ainda estava pertinho lhe provocando.

É claro que o cachorro correu em direção ao homem, afinal, ele quem começou fazendo provocações para o animal. O homem, que claramente ficou bastante assustado quando o cão conseguiu se soltar, ainda tentou correr, mas o Pit Bull o alcançou e abocanhou sua perna.

(Vídeo: Reprodução / YouTube UniqueVids)

Segundo informações, o homem sofreu uma ferida profunda por conta da mordida do cachorro e precisou levar vários pontos no hospital.

Fonte: Doggies Care

Cadelinha continua deixando metade de sua comida para seu amigo canino que morreu

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jun 2017 - 9:33

Os cães Stitch e Cookie, ambos da raça Labrador, sempre foram melhores amigos e faziam tudo juntos e até dividiam o potinho de comida.

Desde que chegou na casa de sua família, a cadelinha Cookie aprendeu a deixar metade da ração que tinha no pote para que Stitch, o outro cão que já vivia na casa, comesse depois dela.

Stitch e Cookie eram melhores amigos e sempre dividiam o mesmo pote de comida. (Foto: Reprodução / Twitter @_EasyBreasy_)

O tutor dos animais sempre colocava uma quantidade de ração suficiente para os dois e Stitch sempre se certificava de que sua amiga Cookie estava deixando a parte dele. Dessa forma, cada um comia o tanto certo.

Porém, infelizmente, o cachorro Stitch faleceu no início deste mês de junho, e Cookie perdeu o seu melhor amigo.

Como agora só tinham um cão em casa, o tutore passou a colocar uma quantidade menor de comida no pote que os cães dividiam, pois agora a ração seria apenas para a cadela.

Acontece que o tutor reparou que, mesmo se passando vários dias após a morte de Stitch, a cadela Cookie não se esquece de seu melhor amigo e continua deixando metade da ração para ele comer depois dela.

Mesmo após a morte do amigo Stitch, a cadela Cookie continuou deixando metade de sua comida para ele. (Foto: Reprodução / Twitter @_EasyBreasy_)

“Nós peguamos Stitch quando eu estava no jardim de infância. Na terceira série, pegamos Cookie. Eu sentia que o Stitch precisava de companhia. Mas eles eram como Batman e Robin, estavam sempre juntos, sempre um ao lado do outro, brincando ou tomando conta um do outro”, contou o tutor dos animais sobre a amizade dos cães.

É, os cães sempre nos mostrando e provando que não existe amor e nem amizade maior do que a deles.

Fonte: Estadão