Natação canina

Saiba o que fazer para manter seu cão seguro na água

por Samantha Kelly — publicado 18 fev 2013 - 0:29

A natação canina pode ser uma ótima alternativa para o seu cão enfrentar o calor, relaxar e se exercitar de uma maneira divertida. Existem terapias na água para cães com problemas de quadril, de ligamentos e que trabalham com cachorros que estão recuperando de uma cirurgia.

Cachorros nadando. Foto: Reprodução

Os pontos positivos são vastos, a questão é que nem todos os cães sabem ou podem nadar. Essa afirmação pode surpreender alguns donos, já que para muitos seria praticamente um fato consumado no inconsciente coletivo das pessoas que os cães são nadadores natos. A verdade é que algumas raças têm sim dificuldade.

Se você colocar qualquer cão na água, ele vai imediatamente começar a nadar naquele movimento que nós comumente conhecemos como “nadar cachorrinho”, porém alguns não vão conseguir sair do lugar ou flutuar e podem afundar como uma pedraSaiba como garantir que o seu cão tenha uma experiência agradável na água.

 

Raças que podem nadar

 

Natação canina. Foto: Reprodução

Raças que foram criadas para realizar resgates e caçar em ambientes com água, geralmente se sentem muito confortáveis quando podem nadar.  O corpo dessas raças, com seus membros fortes, faz com que elas nadem com mais naturalidade.

Exemplo de raças que podem ser ótimos natadores: Labrador Retriever, Golden Retriever, Terra Nova, Cão de água Irlandês, Cão d’Água Português, Setters, etc.

OBS: Deve-se levar em consideração que a descrição da raça é uma propensão, não uma regra absoluta. Muitos cães que fisicamente são perfeitamente capazes de nadar, simplesmente não gostam da água. O seu cão é um indivíduo com gostos particulares que cabem ao dono serem lidos e compreendidos. Não é porque você tem um cão da raça Golden Retriever, que ele vai com certeza gostar de nadar.

 

Cães que podem ter dificuldade de nadar

 

O Buldogue Inglês possui dificuldade de nadar. Foto: Reprodução

A dificuldade para nadar de alguns cães está mais associada à seu corpo, sua anatomia e fisiologia, do que propriamente a uma incapacidade de se mexer debaixo d’água.

Abaixo listamos alguns motivos que dificultam o seu cão na hora da natação:

Cães braquicefálicos (que possuem a famosa “cara amassada”. ex.: Buldogue, Pug, boxer, etc) possuem mais  dificuldade para nadar já que para respirar, eles precisam manter a boca e o nariz acima do nível da água, deixando-os praticamente em posição vertical, o que faz com que afundem.

Quanto mais “amassado” o focinho, mais dificuldade o cão terá para nadar.

Cães com cabeças desproporcionais ao seu corpo, assim como uma densa massa muscular, o que significa que quando o cão estiver flutuando, ele irá naturalmente afundar para frente, tornando difícil manter a cabeça para fora da água e a flutuabilidade.

Cães com pernas pequenas e desproporcionais ao seu corpo, como o Dachshund ou o Basset Hound, já que suas patas não são grandes o suficiente para manter o corpo e a flutuabilidade.

Cães com pelagem densa podem encontrar dificuldade para nadar já que uma vez que estiverem molhados, o peso da pelagem aumenta, significando uma força afundar o cão.

Cães que possuem alguma deficiência física. Cabe ao dono analisar se o tipo de deficiência física vai impedir ou dificultar a natação do cão a ponto de colocar a sua saúde em perigo.

 

O site Pets4Homes listou algumas raças com dificuldades para nadar:

 

Raças que possuem dificuldade de nadar. Foto: Reprodução

Buldogue Inglês: Por seu um cão com uma cabeça desproporcional e ser braquicefálico, ele pode afundar rapidamente. O  caso do Buldogue Inglês é tão sério que algumas ONGS e criadores quando vão realocá-lo em um novo local checam se os cães irão ter acesso à água para informar o novo dono.

Pug: Porque o Pug é braquicefálico e seu focinho é exageradamente amassado, ele possui ainda mais dificuldade para nadar.

Pequinês: Braquicefálico, o Pequinês não consegue manter o focinho acima da água em posição para nadar.

Boxer: Também um cão braquicefálico. Alguns com o focinho mais longo ainda conseguem nadar.

Stafforshire Bull Terrier: No geral não conseguem nadar devido ao tamanho da cabeça em proporção ao corpo.

American Bull Terrier e Buldogue Americano: Com físico similar ao do Sttafordshire Bull Terrier, não conseguem manter a cabeça acima da água e flutuar.

Basset Hound: Pernas curtas e estrutura óssea pesada que dificultam a natação.

Dachshund: Pernas muito curtas em relação ao corpo.

 

Mantendo seu cão seguro na água

 

Como já citamos anteriormente, o dono nunca deve deixar o cachorro sozinho na água sem supervisão. Até mesmo o mais experiente dos cães pode ficar nervoso ou perder o controle e afundar. Os afogamentos podem acontecem muito rápido e em questão de minutos que você não está olhando uma tragédia pode acontecer.

No geral, o dono sempre deve estar supervisionando enquanto o cão está na água, de preferência de perto para poder auxiliá-lo em qualquer dificuldade.

Fique atento para sinais de cansaço e excitação extrema.

 

Produtos: 

 

Colete salva vidas é uma peça fundamental para os cães que vão nadar. Foto: Reprodução

Na seção “Dica de Compra” do Portal do Dog, indicamos duas possibilidades que podem ajudar passeios que incluem diversão na água.

A primeira é um colete salva vidas feito especificamente para cachorros. É importante para que o seu cão tenha mais segurança ao nadar (veja aqui).

A segunda é uma piscininha de plásticos do tipo infantil, para que o seu cão possa se exercitar e se refrescar, mesmo que não esteja acostumado com piscinas fundas. Verifique a quantidade de água, pois para raças do tipo Toy e filhotes, até mesmo uma piscina rasa pode ser grande (veja aqui).

 

Treinando seu cão para um dia de natação

 

Dicas para uma natação canina agradável. Foto: Reprodução

Para alguns cães, o difícil não é fazer com que eles entrem na piscina, e sim fazê-los sair! Eles amam a água e não perdem uma oportunidade de nadar e se divertir.

Entretanto, se o seu cão têm medo, treme e evita chegar perto da piscina, é necessário paciência e atenção do dono.

Primeiramente, é importante transmitir tranquilidade. Quando ele estiver a caminho da água, encoraje-o com recompensas e elogios.

Para cães que gostam de brincar de Fetch, jogue um brinquedinho perto, e progressivamente mais longe, acostumando o  animal a nadar e se mover dentro da água.

Se o seu cão for nadar na piscina, é necessário que haja uma escada para que o cão saia quando quiser.

O mar ou um lago podem ser mais fáceis para o cão entrar já que há um declínio natural no terreno e o cão pode ir sentindo o cheio natural no chão.

Não deixar que o cão nade em lugares com correnteza.

Sempre cheque se o seu cão está cansado.

Cadela que sofria maus-tratos em casa é resgatada pela polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 12 dez 2017 - 9:32

Em Santa Cruz do Sul, município do Rio Grande do Sul, policiais civis foram até uma residência para resgatar dois cães que sofriam maus-tratos causados pelo homem que deveria cuidar dos animais.

As denúncias foram feitas por uma ONG de proteção animal local, a Protetores de Santa Cruz, que já tinha ficado com um outro animal do mesmo homem, depois que também receberam, no mês de abril, denúncias de que ele maltratava o cão que tinha acabado de adotar.

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Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”,

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Bruno Gagliasso faz parceria com Ibama e constrói casa de recuperação para animais silvestres

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 9:30

O ator Bruno Gagliasso e sua esposa, a também atriz Giovanna Ewbank, são apaixonados por cachorros. O casal é, atualmente, tutor de sete cães e já ajudou animais abandonados a encontrarem novas famílias.

Porém, o amor que a família tem pelos animais não se restringe somente aos cachorros. E prova disso é o que Bruno está fazendo para ajudar a milhares de animais silvestres em nosso país.

Quando a felicidade invade o coração e alma….

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Cadela que sofria maus-tratos em casa é resgatada pela polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 12 dez 2017 - 9:32

Em Santa Cruz do Sul, município do Rio Grande do Sul, policiais civis foram até uma residência para resgatar dois cães que sofriam maus-tratos causados pelo homem que deveria cuidar dos animais.

As denúncias foram feitas por uma ONG de proteção animal local, a Protetores de Santa Cruz, que já tinha ficado com um outro animal do mesmo homem, depois que também receberam, no mês de abril, denúncias de que ele maltratava o cão que tinha acabado de adotar.

A cadela encontrada no local estava assustada e parecia muito debilitada. (Foto: Reprodução / Portal Gaz)

Dessa vez, a Polícia Civil esteve na casa do acusado, juntamente com ativistas da causa animal e a Brigada Militar, onde cumpriu um mandado de busca e apreensão para recuperar dois cachorros.

De acordo com delegada Raquel Schneider, da Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento, as denúncias afirmam que o acusado, um homem que vivia na mesma casa que os animais, agredia os cachorros com pauladas e chutes.

No local, apenas um animal foi encontrado, uma cadela da raça Labrador de cerca de 12 anos de idade que estava sem água, sem comida e aparentava estar bastante debilitada. Além disso, a cadela apresentava marcas de ferimentos.

Ainda na casa, também foram encontrados e apreendidos objetos que podem ter sido usados na agressão aos animais, como um estilete e pedaços de madeira.

Na casa também foram encontrados e apreendidos objetos que podem ter sido usados para agredir os animais. (Foto: Reprodução / Portal Gaz / Paola Severo)

Em relação ao outro animal, também uma cadela, o acusado disse informalmente que a abandonou na Avenida Paul Harris próximo a uma oficina mecânica. Policiais chegaram a buscar pela região mas ela não foi encontrada.

O animal resgatado foi levado para uma clínica veterinária. A cadela ficou internada para fazer exames e um laudo. Além de muito assustada e aparentar ter medo de pessoas, existe a suspeita de que ela tenha alguma fratura, pois estava se movendo com muita dificuldade.

O acusado foi levado à Delegacia de Polícia, onde respondeu algumas perguntas e assinou termo circunstanciado. Ele irá responder por maus-tratos a animais e o abandono de animal deve ser incluído na acusação, pois isso também é crime.

Fonte: Portal GAZ

Voluntários resgatam cão que ficou 24h preso em tubulação em Santos

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 dez 2017 - 18:31

Durante um passeio com seu tutor, um pequeno cãozinho da raça Chihuahua se soltou de sua coleira e fugiu. Porém, o animal acabou caindo em um canal e ficando preso em tubulação da rede pluvial de Santos, no litoral de São Paulo, que coleta água da chuva de bueiros e a despeja no Canal 6.

“Eu estava passeando com ele de tarde quando ele se soltou da coleira, saiu correndo e caiu no canal”, contou Luiz Skitnevsky, tutor do animal.

O resgate do animal foi feito por voluntários, que contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

No mesmo dia em que seu cachorro caiu no canal, os bombeiros foram chamados para fazer o resgate. Porém, como o animal, que se chama Junior, estava muito assustado, cada vez que via os soldados se aproximando, ele se afastava.

O trabalho teve de ser suspenso durante toda a noite e madrugada e foi retomado no dia seguinte ao acidente. “À noite, pedi para um morador de rua ficar monitorando e, se caso o cachorro saísse da tubulação, ele pegaria pra mim”, disse Luiz.

No outro dia, voluntários voltaram para tentar resgatar o cãozinho Junior e dessa vez contaram com a ajuda da equipe da Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida). “Como havia um banco de areia que impedia de chegarmos até o cachorro, conseguimos maquinário para abrir caminho”, explicou Leila Abreu, coordenadora do órgão.

O cãozinho estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos. (Foto: Reprodução / Prefeitura de Santos / Isabela Carrari)

Leila Abreu também explicou que a família do animal acompanhou o resgate e negou que Junior fosse vítima de maus-tratos. O cãozinho foi devolvido para o seu tutor logo depois que um voluntário conseguiu retirá-lo da tubulação.

Junior, que estava bastante sujo, mas não apresentava ferimentos, foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde foi examinado e logo liberado para voltar para casa. “Estávamos nervosos e desde ontem acompanhamos tudo. Foi um alívio e agora estamos felizes”, disse o tutor do animal.

Fonte: G1