O seu cachorro acabou de chegar ou está chegando à sua casa e você não preparou nada?

Ajudando um filhote a se acostumar com a nova casa

por Olivier Soulier — publicado 22 ago 2013 - 16:27

Em função do caráter próprio, ele pode ficar de pouco a muito inibido durante os primeiros momentos, às vezes, somente umas horas, outras, alguns dias.

Acostumando um filhote a nova casa. Foto: Reprodução

Acostumando um filhote a nova casa. Foto: Reprodução

Ao deixar a mãe e os irmãos, ele vai perder todas as referências e vai precisar de um tempo para se adaptar e se socializar com os membros do novo grupo, ou seja, você e a sua família.

Ele vai ter que se adaptar a todos, ao novo ambiente, às condições e regras de convivência que vai encontrar e isso pode ser bastante impressionante e até desesperador para o filhote.

Nesta fase é primordial a ajuda, a solicitude, a proteção e o carinho, quase que constante, dos proprietários, tanto para ele ganhar confiança no novo contexto e ambiente, como para a socialização inter espécies, mais que saudável para o futuro relacionamento com a família e a sociedade humana em geral.

Logo em seguida, se torna necessário instaurar o que chamamos de novo período de desligamento. Como a mãe o faz em condições naturais, os familiares começam a impor ao filhote, que durma no local reservado a ele e não mais ficar colado à mãe ou ao pai adotivo, deixando de ser o neném, quase que constantemente superprotegido, e sim, começar a ter sempre mais atividades próprias ou com os “irmãos” humanos e encontrar uma forma de participação mais ativa dentro do grupo.

A mais, de necessário para o amadurecimento, isso vai amenizando e até eliminando rapidamente qualquer reação de estresse devido a “angústia de separação” que nossos pets apresentam tão frequentemente em nossos lares, justamente pela hiperdependência, consequência da forma superprotetora e inibidora mantida tempo demais por nós, humanos-corujas.

Os comportamentos desagradáveis, até insuportáveis, devido aos importantes estresses por angústia de separação, são acentuados pelos desequilíbrios consecutivos tanto da falta de regras, limites e restrições como da escassez de atividades e ocupações por ser criado sem mais ter que lutar por alimentos, água, espaços, parceiros, se defendendo, se protegendo de catástrofes naturais ou outros predadores.

Depois desse primeiro tempo de avaliação, de ganho de confiança e de encaixamento (posicionamento) hierárquico e afetuoso dentro da família, ele vai começar a explorar sistematicamente todos os ambientes do novo território, todos os móveis, todos os objetos comestíveis ou não que ele vier a aproximar durante essas novas experiencias.

Nesse segundo tempo, depois de alguns dias, quando o filhote estiver mais à vontade, ambientado, deve se ensinar todos os perigos, as regras e os limites da casa.

Como as crianças humanas e, ainda mais, por não possuir dedos preênseis, essa exploração se faz com a boca e, evidentemente, eles não nascem sabendo o bom, o ruim, o saudável, os perigos, o que podem ou o que não podem.

Aliás, a imaginação, a energia e a insistência que podem empregar para atingir, mastigar, destruir e ingerir o que estiver ao alcance deles, são quase sempre inesgotáveis.

São os proprietários, os tutores humanos, que têm o papel de ensiná-los, de assisti-los, de preservá-los.

É também nesse momento que deve se ensinar o local do banheiro, os objetos que o filhote pode e deve mordiscar, o respeito aos pertences, ambientes, móveis e pessoas.

 

Sem mais por enquanto, espero que você também encontre um novo equilíbrio e uma convivência muito mais agradável com o seu filhote.

Um grande abraço para todos!

PS: Meus textos são usados em seminários, palestras e cursos e juntados para confecção de livros sobre o assunto. Agradeço para não repassar sem minha autorização expressa e escrita.

 

Cachorro foge de casa e é encontrado cinco meses depois comendo pipoca no cinema

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 fev 2018 - 9:30

Além de muito fofos, carinhosos e amorosos, os cachorros também podem ser animais bastante arteiros e até deixar seus tutores bem preocupados. E o cachorro Muleke, que vive no município de Umuarama, no Paraná, parece ser desses que aprontam e continuam fazendo carinha de fofo.

O cachorro causou uma enorme preocupação nos seus tutores, que depois foi seguida por uma grande dor, quando fugiu de casa, em agosto de 2017, no momento em que sua tutora se descuidou ao abrir o portão para que o marido entrasse com o carro na garagem da residência.

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Homem morde animal que estava atacando seu cachorro de estimação e salva pet

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 fev 2018 - 18:29

Quando passamos pela situação de ver nossos animais de estimação sofrendo, sempre tentamos fazer o possível para minimizar essa dor. Muitas vezes, alguns tutores chegam a tomar atitudes por impulso, tudo para salvar a vida de seus animais.

E foi exatamente isso o que aconteceu com John Wood, um homem de 65 anos que não pensou duas vezes antes de se colocar em risco para salvar a vida do seu cachorro de estimação, um Jack Russell de 11 anos de idade chamado Bobby.

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Tatá Werneck filma noivo ajudando cãozinho a nadar e não perde a piada

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 fev 2018 - 15:31

Tutora de 13 gatos resgatados das ruas e sete cachorros que foram adotados de abrigos, animais que cuida com a ajuda do noivo, o ator Rafael Vitti, na casa onde eles moram, Tatá Werneck sempre costuma publicar vídeos e imagens de seus pets nas redes sociais.

Um dos vídeos mostra Rafael Vitti com o cachorro Nino na piscina. O ator fica muito surpreso e feliz ao perceber que o cãozinho, que é deficiente físico e não tem uma das patinhas dianteiras,

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Cachorro foge de casa e é encontrado cinco meses depois comendo pipoca no cinema

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 fev 2018 - 9:30

Além de muito fofos, carinhosos e amorosos, os cachorros também podem ser animais bastante arteiros e até deixar seus tutores bem preocupados. E o cachorro Muleke, que vive no município de Umuarama, no Paraná, parece ser desses que aprontam e continuam fazendo carinha de fofo.

O cachorro causou uma enorme preocupação nos seus tutores, que depois foi seguida por uma grande dor, quando fugiu de casa, em agosto de 2017, no momento em que sua tutora se descuidou ao abrir o portão para que o marido entrasse com o carro na garagem da residência.

Cãozinho fugiu de casa e passou cinco meses desaparecido. (Foto: Reprodução / Facebook Camila Candil)

Ao ver que o animal não estava na casa e perceber o que tinha acontecido, o casal ficou bastante preocupado e imediatamente começou a procurar seu amado cachorro de estimação pelas ruas da cidade.

De acordo com Camila Candil, tutora do cachorro Muleke, ela e o marido também fizeram uma campanha nas redes sociais em busca de informações sobre o animal. Mas, eles não tiveram sucesso e passaram os últimos cinco meses tristes, sem ter nenhuma notícia do cachorro.

Até que uma engraçada publicação no Facebook trouxe de volta a esperança do casal em reencontrar o cachorro Muleke. Acontece que a postagem falava sobre um cãozinho que passava todos os dias pelo cinema da cidade para comer pipoca.

Muleke foi encontrado comendo pipoca no cinema da cidade. (Foto: Reprodução / Facebook Camila Candil)

Pela imagem que acompanhava a publicação, o casal imediatamente começou a desconfiar de que se tratava de seu animal de estimação. A tutora entrou rapidamente em contato com os responsáveis pela postagem e teve a confirmação de que o comedor de pipoca era realmente Muleke.

Camila levou seu cachorro de volta para casa e agradeceu a todos que cuidaram dele durante esses cinco meses. Com medo de uma nova fuga, o casal providenciou uma plaquinha de identificação e colocou na coleira do cachorro.

Fonte: ANDA

Homem morde animal que estava atacando seu cachorro de estimação e salva pet

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 fev 2018 - 18:29

Quando passamos pela situação de ver nossos animais de estimação sofrendo, sempre tentamos fazer o possível para minimizar essa dor. Muitas vezes, alguns tutores chegam a tomar atitudes por impulso, tudo para salvar a vida de seus animais.

E foi exatamente isso o que aconteceu com John Wood, um homem de 65 anos que não pensou duas vezes antes de se colocar em risco para salvar a vida do seu cachorro de estimação, um Jack Russell de 11 anos de idade chamado Bobby.

O cãozinho Bobby foi atacado por dois cachorros durante um passeio com seu tutor. (Foto: Reprodução / Deadline News)

De acordo com o tutor, ele estava caminhando com o cãozinho por Ferrybridge, em West Yorkshire, na Inglaterra, quando apareceram dois cachorros, um Rottweiler e outro branco, também grande e que ele acredita ser sem raça definida.

“O Rottweiler veio correndo e começou a atacar Bobby pelas costas. Bobby então tentou se defender, mas o cachorro branco pulou e agarrou Bobby pela garganta. Ele iria matá-lo, então eu comecei a bater na cabeça dele com uma vara. Ele ainda não o soltava”, contou John.

Foi então que o tutor, com o instinto de salvar seu pet, se jogou nos cachorros e começou a morder o animal que estava atacando Bobby. “Eu mordi e mordi, só continuei mordendo por cerca de dez segundos, até que o cachorro finalmente soltou Bobby”, explicou John, que disse ainda que nesse momento os cachorros que estavam atacando finalmente recuaram.

O cãozinho foi salvo por seu tutor, mas ficou bastante machucado. (Foto: Reprodução / Deadline News)

Porém, infelizmente, Bobby ficou bastante machucado e sofreu lesões muito graves na área do pescoço. O animal foi imediatamente levado para uma clínica veterinária, onde fez procedimentos, colocou um dreno no pescoço e levou pontos. Até agora, o tratamento do animal já chegou ao valor de mil Libras, cerca de R$ 4.500 mil.

Bobby já está em casa e segue se recuperando. Enquanto isso, John busca pelos tutores dos cachorros responsáveis pelo ataque para que eles paguem por todo o tratamento de Bobby.

Fonte: Daily Mail UK