10 tipos de cães de serviço

Conheça os diversos trabalhos exercidos pelos cães para ajudar pessoas com alguma deficiência ou doença.

por Karina Sakita — publicado 27 maio 2014 - 10:46

Muitos cães trabalham para ajudar pessoas com alguma deficiência ou doença e você já deve ter visto ou ouvido falar sobre um cão de serviço. Mas você sabia que existem 10 tipos de cães de serviço?

Conheça as 10 categorias de cachorros que trabalham pelo bem-estar dos humanos:

 

 Cão-guia

 

Cães-guia são treinados para ajudar a dar uma maior mobilidade e independência aos deficientes visuais. Eles avisam sobre obstáculos como galhos de árvore, desníveis no piso e escadas. Para ser um cão-guia, o cachorro deve ser esperto, forte e ter um temperamento equilibrado. As raças mais usadas como cães-guia são Labrador Retriever, Golden Retriever e Pastor Alemão. Mas o Labrador é o preferido no mundo inteiro.

 

Cão-guia. (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão-guia. (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Cão-ouvinte

 

Assim como o cão-guia ajuda os cegos, o cão-ouvinte é treinado para dar assistência aos surdos, ou deficientes auditivos. Eles alertam seus tutores sobre sons importantes como campainha, alarme de incêndio, toque de telefone, alarme de relógio e do forno. As raças mais comuns de cães-ouvintes são Labrador Retriever, Golden Retriever, Cocker Spaniel, Poodle Miniatura e Cavalier King Charles. Porém, cachorros SRD (sem raça definida) adotados também costumam ser utilizados.

 

Cão-ouvinte (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão-ouvinte (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Cão de alerta para diabéticos

 

Cães de alerta para diabéticos são treinados para detectar a queda do nível de açúcar no sangue, através do faro. Eles são usados principalmente para pessoas que têm diabetes tipo 1, que não conseguem perceber que o nível de açúcar no sangue está caindo até que esteja baixo demais e se torne perigoso. Os cães treinados alertam seus tutores quando isso acontece e até trazem objetos, como uma garrafa de suco de laranja ou remédio. As raças mais utilizadas são  Labrador RetrieverGolden Retriever, Pastor-de-Shetland, Poodle, Corgi e Pastor Australiano.

 

Cão de alerta para diabéticos (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão de alerta para diabéticos (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Cão terapeuta

 

Os cães terapeutas trazem benefícios para a saúde física, mental e emocional de pacientes em hospitais e asilos. Eles ajudam pessoas com deficiências mentais, com problemas de aprendizagem, com dificuldades em se socializar e idosos em asilos.

 

Cão terapeuta. (Foto: Divulgação / Projeto Pêlo Próximo)

Cão terapeuta. (Foto: Divulgação / Projeto Pêlo Próximo)

 

Cão de serviço psiquiátrico

 

Apesar de exercer funções similares, o cão de serviço psiquiátrico é diferente do cão terapeuta. O cão de serviço psiquiátrico dá assistência para pessoas que sofrem com ataques de pânico, estresse pós-traumático, depressão ou autismo.

 

Cão de serviço psiquiátrico. (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão de serviço psiquiátrico. (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Cão de alerta de convulsão

 

O cão treinado para alertar sobre uma convulsão consegue avisar seu tutor antes que isso aconteça. Como os cachorros conseguem perceber uma iminente convulsão ainda é um mistério, mas alguns cientistas acreditam que seja pelo olfato. Golden RetrieverPastor Alemão e misturas de Border Collie são algumas das raças capazes de detectar e alertar seus tutores sobre convulsões.

Cão de alerta de convulsão (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão de alerta de convulsão (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Cão de resposta para convulsão

 

Diferente do cão de alerta de convulsão, o cão de resposta para convulsão não prevê que isso vai acontecer, mas é treinado para ajudar seu tutor durante ou logo após um convulsão. Eles podem encontrar alguém para ajudar ou fornecem um estímulo de pressão profunda deitando em cima do tutor durante a convulsão. Esse tipo de cão também é capaz de levar o remédio para seu tutor. As raças mais utilizadas são  Labrador RetrieverGolden Retriever e Poodle.

 

Cão de resposta para convulsão (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão de resposta para convulsão (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Cão de serviço de mobilidade

 

Os cães de serviço de mobilidade são importantes para pessoas com mobilidade reduzida, como os cadeirantes. Eles são treinados para pegar objetos, acender ou apagar luzes, abrir gavetas e armários, e até mesmo, ajudar seu tutor a se vestir.

 

Cão de serviço de mobilidade  (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão de serviço de mobilidade (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Cão de serviço militar

 

Os cães de serviço militar oferecem aos soldados aposentados uma sensação de independência e bem-estar. Mas não confunda com cachorros de trabalho militar, que trabalham na guerra ou em missões. O cão de serviço militar ajuda os soldados, que retornam para casa, a superar o estresse pós-traumático ou deficiências motoras.

 

Cachorra de serviço militar (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

Cachorra de serviço militar (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

 

Cão de alerta de alergia

 

Como o olfato dos cachorros é muito poderoso, eles podem ser treinados para reconhecer cheiros específicos, como glúten ou amendoim. Isso ajuda pessoas alérgicas a evitar alimentos que não podem consumir.

 

Cão de alerta de alergia  (Foto: Reprodução / Pawnation)

Cão de alerta de alergia (Foto: Reprodução / Pawnation)

 

Fonte: Pawnation

Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018,

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Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava.

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Mãe e filha escolhem o mesmo presente uma para outra e família ganha dois cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 fev 2018 - 9:33

No dia 14 de fevereiro é comemorado o Valentine’s Day (ou dia de São Vallentin) em muitos países do mundo. A data é como o Dia dos Namorados para nós brasileiros, porém ainda mais amplo, pois, além de casais e romance, também são celebradas as relações de amor de amizade e entre familiares, como mães e pais e seus filhos.

Nos Estados Unidos, um vídeo que mostra o momento em que mãe e filha trocam presentes acabou viralizando nas redes sociais.

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Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018, evento que teve sua abertura no dia 9 de fevereiro e segue até o dia 25 deste mesmo mês.

Ativistas fizeram protestos e intensificaram campanhas para acabar com o consumo de carne de cachorro. (Foto: Reprodução / AFP / Arquivos)

As próprias autoridades locais até tentaram intervir e evitar que carne de cachorro fosse servida por restaurantes na cidade sede das Olimpíadas de Inverno durante os dias em que o evento estivesse sendo realizado.

Porém, mesmo sendo oferecidos subsídios em troca dessa breve paralisação nas vendas de carne de cachorro, o oficial do governo de Pyeongchang, Lee Yong-Bae, informou que apenas dois, de um total de 12 restaurantes, acataram a solicitação.

Para evitar “uma impressão ruim dos estrangeiros”, os restaurantes substituíram os anúncios que mostram pratos feitos com carne de cachorro por pratos considerados “mais neutros”, como o yeomsotang (sopa de cabra).

Felizmente, de acordo com informações locais, à medida que os cães passam a ser vistos como animais de estimação, o consumo de carne de cachorro está diminuindo, principalmente entre a população mais jovem.

Fonte: Diário Catarinense / Agence France-Presse

Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava. Ele afirmou ainda que conversou com vizinhos para saber se alguém conhecia o animal, mas nenhum deles sabia de quem era o cachorro.

O cachorro não quer sair da frente deste portão que dá acesso a uma fazenda. (Foto: Reprodução / G1 / Edi Paulo Dalbosco)

O homem não pensa que o animal tenha sido abandonado. Ele acredita que o cachorro vive na fazenda ou deve ser dos proprietários do local. Ainda de acordo com o Sr. Edi, os donos do sítio vão até lá apenas nos finais de semana.

“Tem um pessoal que tem um sítio, fazenda, que vem no fim de semana e volta para a cidade. Provavelmente o cachorro se perdeu, seguiu o rastro até o portão e ficou ali esperando. Tentei chamar ele aqui para a minha morada, onde tenho mais dois, mas ele preferiu ficar”, contou o homem, que ficou preocupado com o cão e levou comida e água para ele.

Ainda na noite da última quinta-feira, dia 15 de fevereiro, o cão continuava no mesmo local. O Sr. Edi espera que os proprietários da fazenda visitem o local neste fim de semana e que o animal seja mesmo deles.

Caso alguém tenha informações que ajudem a encontrar os tutores do cachorro, é só entrar em contato através do número (54) 99954-9644.

Fonte: G1