25 razões porquê o uso de animais em testes é uma prática inútil e cruel

Uma lista de razões que mostram o quanto é inútil os testes com animais

por Fabio Sakita — publicado 24 out 2013 - 0:27

1 – Menos de 2% das doenças humanas são observadas em animais.
2 – Testes em animais e os resultados nos humanos concordam somente de 5 a 25% das vezes.
3 – 95% das drogas homologadas por testes em animais são imediatamente descartadas como desnecessárias ou perigosas ao humanos.
4 – Pelo menos 50 drogas no mercado causam câncer em animais de laboratório. Mas elas são permitidas porque é admitido que teste em animais não são relevantes.
5 – A P&G usou um almíscar artificial apesar de ter causado câncer em ratos. Eles alegaram que os resultados nos testes dos animais eram “de pouca relevância para os humanos”.
6 – Mais de 90% dos resultados dos testes em animais são descartados por serem inaplicáveis aos homens.
7 – Testes em ratos são apenas 37% eficazes na identificação da causa de câncer em humanos. Jogar uma moeda para o alto (cara ou coroa) tem mais acerto.
8 – Roedores são animais quase sempre utilizados na pesquisa do câncer. Eles nunca pegam carcinomas, a forma humana de câncer, que afeta as membranas (por exemplo, câncer de pulmão). Seus sarcomas afetam ossos e tecidos conjuntivos: os dois não podem ser comparados.
9 – Quando perguntados se concordam que experimentos em animais podem ser enganosos “por conta das diferenças anatômicas e fisiológicas entre os animais e os humanos”, 88% dos médicos concordaram.
10 – Diferença de sexo entre animais de laboratório pode causar resultados contraditórios. Isso não corresponde com os seres humanos.
11 – 9% dos animais anestesiados, que deveriam recobrar consciência, morrem.
12 – Estimativa de 83% de substâncias são metabolizadas por ratos de forma diferente do que é nos humanos.
13 – De acordo com testes em animais, o suco de limão é um veneno mortal, mas arsênio, cicuta e toxina botulínica são seguros.
14 – 88% dos fetos natimortos são causados por medicamentos que são considerados seguros através dos testes em animais.
15 – Um em cada seis pacientes hospitalizados estão lá por causa de um tratamento que tenham feito.
16 – Nos EUA, 100 mil mortes por ano são atribuídas a tratamentos médicos. Em um ano, 1,5 milhão de pessoas foram hospitalizadas devido a tratamentos médicos.
17 – 40% dos pacientes sofrem de efeitos colaterais como resultado de prescrição médica.
18 – Mais de 200 mil medicamentos já foram lançados. A maioria deles já foi retirado do mercado. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas 240 são “essenciais”.
19 – Um congresso de medicina na Alemanha concluiu que 6% das doenças fatais e 25% das doenças orgânicas são causadas por medicamentos. Todos foram testados em animais.
20 – A operação de salvamento da gravidez ectópica (gravidez anormal que ocorre fora do útero) foi atrasada 40 anos devido a vivisecção.
21 – Aspirina falhou em testes com animais assim como cardioglicosideos (remédio para o coração), tratamentos de câncer, insulina, penicilina e outros medicamentos seguros. Eles teriam sido banidos se fossem baseados nos teste com animais.
22 – Trinta e três animais morrem em laboratórios pelo mundo a cada segundo.
23 – Crueldade: Para testar drogas e insumos para a indústria, bilhões de animais – principalmente roedores, cães, gatos e primatas – são trancados em laboratórios anualmente e submetidos a práticas dolorosas. Inserção de substâncias tóxicas em seus olhos, inalação forçada de fumaça e implantação de eletrodos em seu cérebro são apenas algumas destas práticas. Via de regra, são utilizados animais de pequeno porte e dóceis, para facilitar o manejo dentro dos institutos de pesquisa. Neste cenário, a raça Beagle, infelizmente, se encaixa perfeitamente e são eles os preferidos dos vivisseccionistas
24 – Atraso no desenvolvimento da ciência: O médico norte-americano Ray Greek – um dos entusiastas de que a vivisecção é um atraso ao desenvolvimento da ciência – disse, em 2010, à Revista Veja: “As drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro.” Ray afirma que os testes são uma falácia e que atrasam a ciência. Ele é voluntário para testes em humanos, desde que observados todos os pré-requisitos de segurança.
25 – Ineficiência dos testes: O médico Ray Greek, ainda em entrevista à Revista Veja, em 2010, afirmou: “A indústria farmacêutica já divulgou que os remédios normalmente funcionam em 50% da população. É uma média. Algumas drogas funcionam em 10% da população, outras 80%. Mas isso tem a ver com a diferença entre os seres humanos. Então, nesse momento, não temos milhares de remédios que funcionam em todas as pessoas e são seguros. Na verdade, você tem remédios que não funcionam para algumas pessoas e ao mesmo tempo não são seguros para outras. A grande maioria dos remédios que existe no mercado são cópias de drogas que já existem, por isso já sabemos os efeitos sem precisar testar em animais. Outras drogas que foram descobertas na natureza e já são usadas por muitos anos foram testadas em animais apenas como um adendo. Além disso, muitos remédios que temos hoje foram testados em animais, falharam nos testes, mas as empresas decidiram comercializar assim mesmo e o remédio foi um sucesso. Então, a noção de que os remédios funcionam por causa de testes com animais é uma falácia.”

Referências e fontes:
Animal Liberation Front
Vista-se

Cãozinho sem uma pata ganha uma nova família em evento de adoção

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jan 2018 - 18:30

Cães adultos e sem raça definida são os mais difíceis de serem escolhidos para adoção. A preferência por filhotes ainda é muito grande. Quando o cão é sem raça definida, famoso vira-lata, adulto e possui alguma deficiência física, é ainda mais difícil que ele seja escolhido.

O cãozinho Tripé conhece bem essa dificuldade. Ele foi resgatado após ser atropelado em uma rua de Campo Grande em novembro do ano passado. O cachorro foi levado para o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) local,

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Larissa Manoela marca presença em evento de adoção e leva uma vira-lata para casa

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jan 2018 - 9:35

No último sábado, dia 20 de janeiro, o Instituto Luisa Mell promoveu um enorme evento de adoção onde disponibilizou vários cachorros, incluindo alguns dos cães de raça resgatados em setembro do canil clandestino de Osasco.

Realizado no Shopping Morumbi, em São Paulo, a feira de adoção conseguiu novos lares para vários animais e contou com uma visita ilustre, a estrela teen Larissa Manoela.

Olhem que presente! @larissamanoela veio aqui e #adotou nossa Vitória Regina,

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Após sumir do local onde estava hospedado, cachorrinho de Sthefany Brito é encontrado morto

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 jan 2018 - 18:35

A atriz Sthefany Brito teve seu momento de férias e descanso tomado por uma grande preocupação com um de seus pets que foi seguida por uma péssima notícia, a morte do seu cachorrinho de estimação Snow.

O cão Snow, um Buldogue Francês branquinho de dois anos de idade, estava hospedado em um hotel para cachorros enquanto sua mamãe famosa estava viajando pela Europa aproveitando suas férias.

Meu amigo foi embora hj e olha aonde eu vim parar de surpresa!?

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Cãozinho sem uma pata ganha uma nova família em evento de adoção

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jan 2018 - 18:30

Cães adultos e sem raça definida são os mais difíceis de serem escolhidos para adoção. A preferência por filhotes ainda é muito grande. Quando o cão é sem raça definida, famoso vira-lata, adulto e possui alguma deficiência física, é ainda mais difícil que ele seja escolhido.

O cãozinho Tripé conhece bem essa dificuldade. Ele foi resgatado após ser atropelado em uma rua de Campo Grande em novembro do ano passado. O cachorro foi levado para o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) local, onde recebeu todos os cuidados veterinários e o tratamento que precisava.

O cãozinho nunca era escolhido para ser adotado por ter uma patinha a menos. (Foto: Reprodução / Facebook Amigos do CCZ)

Tripé se recuperou, ficou muito bem e foi colocado como disponível para adoção. Muita gente se simpatizava por ele, mas ninguém nunca o escolhia, pois o cãozinho não tinha mais uma de suas patinhas.

Porém, felizmente, na última feira de adoção do CCZ de Campo Grande, realizada no último final de semana, o cãozinho finalmente ganhou uma família. Ele vai ter um novo lar e vai saber o que é ser um animal de estimação muito amado.

Silvia de Souza contou que foi até o evento de adoção especialmente por causa de Tripé, por quem ela se apaixonou ao ver em uma publicação feita no Facebook do CCZ.

Até que Silvia se apaixonou pelo cão e o levou para casa, onde ele está recebendo muito amor. (Foto: Reprodução / Facebook Silvia Souza)

“Sabia que ele ia ser meu”, disse a nova tutora bastante emocionada após conseguir adotar o cachorro Tripé.

Já na nova casa, onde além de muito amor ganhou também quatro irmãos caninos, todos adotados por Silvia, o cachorro recebeu um novo nome. Agora, Tripé se chama Valente Katsusuo, que significa herói vitorioso em japonês.

Fonte: Correio do Estado

Larissa Manoela marca presença em evento de adoção e leva uma vira-lata para casa

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 jan 2018 - 9:35

No último sábado, dia 20 de janeiro, o Instituto Luisa Mell promoveu um enorme evento de adoção onde disponibilizou vários cachorros, incluindo alguns dos cães de raça resgatados em setembro do canil clandestino de Osasco.

Realizado no Shopping Morumbi, em São Paulo, a feira de adoção conseguiu novos lares para vários animais e contou com uma visita ilustre, a estrela teen Larissa Manoela.

Depois de visitar o Instituto Luisa Mell e ver de perto todo o trabalho que é feito lá, além de levar uma doação em dinheiro que conseguiu arrecadar em uma parceria que fez com o BRECHÓ KING, a atriz e cantora quis fazer mais.

Larissa Manoela esteve presente no evento de sábado e deixou a ativista animal Luisa Mell muito feliz ao adotar um dos animais que estavam esperando por um lar e emocionou a todos com sua escolha.

Entre os muitos animais disponíveis para adoção estavam alguns filhotes de raça, os resgatados do canil clandestino de Osasco. Porém, a atriz se apaixonou e decidiu levar para casa uma cadela sem raça definida e já adulta. A adoção por si só foi bastante comemorada, mas por se tratar de um animal adulto, tudo foi ainda mais especial, pois os cães mais velhos são mais difíceis de serem adotados.

A cantora publicou vários vídeos do evento no Stories do seu perfil no Instagram e após a adoção fez uma linda declaração de amor para a sua mais nova peluda, que se chama Vitória Regina e já ganhou o coração de sua mamãe.

Junto com fotos fofas que mostram a cadelinha lambendo sua nova tutora, Larissa Manoela escreveu: “Não é verdade que os animais não falam…o Criador colocou as palavras nos seus olhos. ADOTEI! Essa é VITÓRIA REGINA e ela vai ser muito amada a partir de agora. Que sensação inexplicável vivi hoje no Shopping Morumbi na adoção do @institutoluisamell. Muita emoção e corações reunidos em prol desse gesto lindo que é a adoção!!! Brigada @luisamell mais uma vez pela oportunidade e por agora ter um pedacinho de você e da sua bondade junto comigo. Faça como eu e adote também. Apaixonada pela minha nova peluda”.