4 motivos que podem fazer os cães terem medo de escadas

Trauma, treinamento errado e até dores podem ser as razões pelas quais o seu cachorro está com medo de subir e descer escadas

por Andrezza Oestreicher — publicado 7 fev 2018 - 18:39

Muitos cachorros têm medo de escadas e isso independe do seu tamanho, raça e idade. Porém, sempre existe uma razão para que esse medo exista.

Às vezes, o cachorro até já subiu escadas, mas passa a ficar com medo ou fica receoso com uma específica, talvez mais alta do que ele está acostumado. Confira alguns motivos que podem fazer com que os cães sintam medo de escadas.

(Foto: Reprodução / Buzz Feed / Instagram @cobeethecorgi)

1 – Medo do desconhecido

Muitos cachorros têm medo, ou apenas receio, de coisas que estão vendo pela primeira vez e escada é uma delas. Isso acontece principalmente com os filhotes, que ainda têm as patas curtinhas e, por isso, mais dificuldade com os degraus.

Apresente a novidade para o seu cão aos poucos. Se o animal já for maior, coloque-o do seu lado para ele ir seguindo seus passos. Se o cachorro for ainda um filhote, coloque-o em um degrau perto do chão para ele ir aprendendo a descer e subir aos poucos.

2 – Trauma

(Foto: Reprodução / Teh Cute)

Assim como nós, os cães também gravam as experiências ruins que tiveram e se algo de ruim aconteceu com eles em uma escada, como uma queda, ou apenas perto de uma escada, isso vai ficar marcado e eles podem passar a evitar a escada, como medo de que aquela experiência ruim aconteça novamente.

Por isso, nunca force ou pressione um cachorro para subir ou descer escadas sozinho. Se você perceber o medo ou receio do animal, tenha paciência e ajude o animal e ensine-o novamente a descer e subir as escadas, como se ele estivesse fazendo aquilo pela primeira vez.

3 – Treinamento errado

Para evitar que os cães fiquem em certos cômodos da casa sozinhos, os tutores acabam dando um treinamento errado para os seus animais. Por exemplo, por não quererem que seus animais fiquem sozinhos no andar de cima, muitos tutores acabam brigando e sendo grosseiros com os cães ao vê-los subindo as escadas.

(Foto: Reprodução / Orvis)

Ao serem repreendidos dessa forma, os cães são desencorajados e podem acabar desenvolvendo medo das escadas. Punir um cachorro por usar as escadas também pode causar bastante trauma no animal.

Para evitar que os animais fiquem indo de um andar para o outro, uma boa opção é colocar pequenos portões utilizados para proteger bebês.

4 – Problemas de saúde

Certos problemas de saúde também podem fazer com que os cães evitem e até tenham medo de usar as escadas. Artrite, displasia do quadril, ou uma lesão recente são condições onde o uso de escadas fica bem complicado para os animais, pois os movimentos de descer e subir causam muita dor.

Isso acontece principalmente em cachorros mais velhos, que aos poucos vão evitando usar as escadas.

(Foto: Reprodução / Marcelo Santos / Stone / Getty Images)

Se você estiver percebendo que o seu cachorro até tenta usar a escada, mas logo desiste, pode não ser medo, ele pode estar com algum problema de saúde que está lhe causando dor sempre que ele desce ou sobe as escadas, e por isso ele passa a evitá-la.

Sempre observe bem o seu animal e nunca o force a fazer algo que ele tem medo ou não se sente à vontade. Tente ensiná-lo a usar as escadas aos poucos. Se mesmo assim você perceber que o medo e a fobia não passam ou que ele está sentindo dor, converse com um médico veterinário para saber o que pode estar acontecendo com o cachorro e qual a melhor de fazer com que ele fique bem.

Fonte: I Heart Dogs

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian