4 razões para conversar com seu cão

Pessoas que conversam com seus cachorros têm uma ligação mais forte com eles.

por Karina Sakita — publicado 12 maio 2014 - 9:56

Você conversa com seu cachorro? Algumas pessoas te chamam de louco por isso? Fique tranquilo, conversar com o cão é uma coisa boa, porque pessoas que conversam com seus cachorros tendem a ter uma ligação mais forte com eles.

 

Conversar com seu cachorro faz bem a todos. (Foto: Reprodução / Dogster)

Conversar com seu cachorro faz bem a todos. (Foto: Reprodução / Dogster)

 

Então, deixei a vergonha de lado! Conheça 4 razões para você continuar (ou começar) a conversar com seu cachorro:

  1. Alguns cachorros entendem algumas palavras – Algumas palavras e frases que usamos com frequência ao falar com nossos cães podem ser entendidas por eles. Eles conseguem associar perfeitamente algumas palavras com situações cotidianas. Muitos cães entendem quando dizemos “banho”, “passear” ou “comida”.
  2. Muitos cães entendem o que estamos dizendo mesmo sem entender as palavras – Estudos sugerem que os sons que os humanos fazem demonstravam emoções antes mesmo de começarmos a falar. Além disso, dizem que 80% do significado de nossa linguagem vem da nossa expressão corporal e tom de voz, mais do que as palavras propriamente ditas. Então, muitas vezes, os cachorros conseguem entender o que estamos dizendo através da linguagem corporal e o tom de voz que usamos.
  3. Conversar com o cachorro ajuda as relações humanas e a saúde – Conversar com seu cachorro pode te ajudar a se abrir, falar sobre seus problemas e também ajudar as pessoas a discutirem o relacionamento. Crianças conseguem falar com os cães sem ter medo de serem julgadas, como acontece quando conversam com amigos ou adultos. Alguns cães são usados para ajudar crianças autistas a interagirem melhor.
  4. É bom para o cachorro – Existem diversas maneiras de se relacionar com seu cachorro, mas, geralmente, pessoas que conversam com seus cães costumam ter uma ligação mais forte com eles.

 

Fonte: Dogster

Cadela surfa com crianças com Atrofia Muscular Espinhal e proporciona muita felicidade aos pacientes

por Andrezza Oestreicher — publicado 26 abr 2018 - 9:23

A Atrofia Muscular Espinhal, bastante conhecida também como AME, é uma doença degenerativa genética que afeta o sistema nervoso e leva à redução das funções motoras. Ela resulta em fraqueza e atrofia muscular caracterizada por problemas nos movimentos voluntários.

A AME afeta os movimentos das pernas e braços, muitos pacientes perdem esses movimentos, e afeta também os músculos que atuam na deglutição de alimentos e na respiração.

Por conta disso tudo, pessoas com Atrofia Muscular Espinhal acabam não vivendo uma série de experiências que para aqueles que não sofrem com a doença seria tão simples. 

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Cachorros da raça Galgo Italiano são encontrados vivendo em terríveis condições em São Paulo

por Andrezza Oestreicher — publicado 25 abr 2018 - 13:00

Mais uma vez, a ganância do ser humano, chamado de racional, transformou seres tão amáveis como os cachorros em máquinas de reproduzir filhotes e em fonte de lucro e de dinheiro. É exatamente isso o que criadouros clandestinos fazem.

Na última sexta-feira, dia 20 de abril, a Polícia Militar Ambiental (PMA) encontrou em uma residência em Praia Grande, no litoral de São Paulo, cachorros da raça Galgo Italiano, considerada rara no Brasil, em um estado terrível e em visíveis condições de grave negligência.

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Conheça a grande paixão de Anajú Dorigon, o cachorrinho de estimação Woody

por Andrezza Oestreicher — publicado 24 abr 2018 - 17:32

A atriz Anajú Dorigon, que está no ar atualmente como a personagem Cecília na novela “Orgulho e Paixão”, é uma das nossas, apaixonada por animais.

Tutora de uma cadela vira-lata chamada Betty, que foi adotada pela família em uma feira de adoção em uma praça localizada perto da casa dos seus pais, Anajú queria um cãozinho pequeno para ela cuidar. Foi aí que surgiu em sua vida o pequeno Woody.

Minha vida !

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Cadela surfa com crianças com Atrofia Muscular Espinhal e proporciona muita felicidade aos pacientes

por Andrezza Oestreicher — publicado 26 abr 2018 - 9:23

A Atrofia Muscular Espinhal, bastante conhecida também como AME, é uma doença degenerativa genética que afeta o sistema nervoso e leva à redução das funções motoras. Ela resulta em fraqueza e atrofia muscular caracterizada por problemas nos movimentos voluntários.

A AME afeta os movimentos das pernas e braços, muitos pacientes perdem esses movimentos, e afeta também os músculos que atuam na deglutição de alimentos e na respiração.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Por conta disso tudo, pessoas com Atrofia Muscular Espinhal acabam não vivendo uma série de experiências que para aqueles que não sofrem com a doença seria tão simples. Porém, um grupo de pacientes nos Estados Unidos contou com uma ajuda para lá de especial para ter uma experiência diferente e muito feliz.

Juntamente com o Cure SMA, um grupo que financia pesquisas relacionadas à doença, a cadelinha surfista Ricochet proporcionou muita diversão a esses pacientes, que tiveram a oportunidade de entrar no mar e surfar com a peluda.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Ricochet é o único SURFice dog® do mundo que fornece assistência terapêutica enquanto cria experiências únicas de surfe e outras atividades que reduzem a ansiedade social e capacitam crianças com necessidades especiais, pessoas com deficiências, soldados feridos e veteranos com TEPT.

As crianças eram as mais animadas do grupo de pacientes, todas queriam ser a primeira a surfar com Ricochet, cadela que tem treinamento extensivo como cão de serviço.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Como muitas das crianças que participaram da atividade não conseguem manter a cabeça erguida sozinha, uma cadeira de banho foi adaptada e fixada na prancha de surf para deixar os pequenos seguros e confortáveis.

O passeio contou com a participação e ajuda de uma incrível equipe de voluntários qualificados que fez com que a experiência fosse um sucesso e muito feliz para todos.

(Foto: Reprodução / Killer Surf Pix / Ionis Pharmaceuticals)

Apesar de todas as dificuldades e trabalho que deu colocar a ideia do surf com os pacientes em prática, todos, tanto crianças quanto adultos, se divertiram bastante e não queriam que aquele dia acabasse.

Fonte: 3 Million Dogs / Diário Catarinense

Cachorros da raça Galgo Italiano são encontrados vivendo em terríveis condições em São Paulo

por Andrezza Oestreicher — publicado 25 abr 2018 - 13:00

Mais uma vez, a ganância do ser humano, chamado de racional, transformou seres tão amáveis como os cachorros em máquinas de reproduzir filhotes e em fonte de lucro e de dinheiro. É exatamente isso o que criadouros clandestinos fazem.

Na última sexta-feira, dia 20 de abril, a Polícia Militar Ambiental (PMA) encontrou em uma residência em Praia Grande, no litoral de São Paulo, cachorros da raça Galgo Italiano, considerada rara no Brasil, em um estado terrível e em visíveis condições de grave negligência.

Os animais estavam sendo extremamente negligenciados. (Foto: Divulgação / PMA)

A PMA foi chamada depois que vizinhos começaram a sentir um mau cheiro muito forte vindo da residência. Como o proprietário da casa não aparecia há cerca de duas semanas, os vizinhos começaram a achar que o homem estava morto no local.

Porém, antes mesmo de entrarem na residência os policiais já puderam perceber que o odor que vinha do local era dos cachorros e da situação deplorável em que eles estavam vivendo. Os animais estavam sendo muito negligenciados e visivelmente desnutridos.

Com imagens do local, os policiais conseguiram permissão para arrombar os cadeados e entrar no local, para verificar a parte de dentro da casa.

Os cães estavam desnutridos e vivendo em meio a muita sujeira e fezes. (Foto: Divulgação / PMA)

O lado de dentro estava muito pior do que os policiais imaginavam. Seis cachorros, todos da raça Galgo Italiano, eram mantidos na casa sem nenhum tipo de cuidado e em meio a muita sujeira, incluindo as próprias fezes.

Os cães estavam sem nem um tipo de alimentação e completamente sem água, extremamente magros e desidratados.

Além dos cachorros vivos, também foi encontrada a ossada de um animal em um corredor e um cão em estado de decomposição foi encontrado dentro de um cômodo que estava trancado.

A situação de negligência em que os animais estavam vivendo foi comprovada por equipes da Vigilância Sanitária e do Departamento de Zoonoses que foram chamadas no local.

Os cachorros vivos foram apreendidos e resgatados pela polícia. (Foto: Divulgação / PMA)

Os cachorros vivos foram apreendidos e resgatados pela polícia e encaminhados para receber os cuidados e tratamentos necessários em um centro especializado na cidade.

De acordo com informações da polícia, o proprietário da casa, que não tinha sido localizado até sábado, vai ser multado em R$ 30 mil pela Polícia Militar Ambiental e também irá responder a um inquérito sobre crime ambiental.

A suspeita é de que a residência funcionava com um criadouro ilegal e a polícia está investigando o local.

Fonte: G1