5 condições médicas que podem ser percebidas pelos cães

Enxaqueca, câncer, diabetes, narcolepsia, estresse e ansiedade são doenças que os cães são capazes de detectar através do olfato

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 maio 2017 - 18:45

Quem tem cachorro em casa já deve ter notado como eles parecem perceber quando não estamos bem e até quando estamos doentes, não é mesmo?

O que muita gente ainda não sabe é que eles são realmente capazes de perceber diversas condições médicas, e tudo isso por conta do cheiro que as pessoas exalam quando estão com doenças específicas.

O nariz dos cães é de 10 mil a 100 mil vezes mais sensível do que o dos humanos, além disso, enquanto possuímos apenas 6 milhões de receptores olfativos, os cachorros têm 300 milhões. É por isso que esses animais conseguem sentir cheiros que nem imaginamos existir, como o de certas doenças.

É por conta disso que no mundo todo, o poder no nariz canino está sendo usado em hospitais e laboratórios. Os focinhos estão ajudando a detectar algumas condições médicas em seres humanos e com isso ajudando a salvar vidas.

Cães conseguem detectar algumas condições médicas através do olfato. (Foto: Reprodução / Brigadoon Service Dogs)

Confira 5 condições médicas que os cachorros conseguem sentir e detectar:

1 – Câncer

Cães da instituição sem fins lucrativos In Situ Foundation têm a capacidade de detectar o câncer em estágio inicial em pequenas amostras de urina humana, saliva ou pelo hálito com mais precisão do que qualquer equipamento moderno.

2 – Diabetes

Os cachorros conseguem detectar níveis baixos de glicose no sangue de diabéticos graças a uma substância chamada isopreno. De acordo com cientistas, o isopreno cresce consideravelmente durante a hipoglicemia, chegando a dobrar. A substância, que não é notada por humanos, é percebida pelos cães através da respiração humana, que passa a conter muito isopreno durante a hipoglicemia.

O poder no nariz canino está sendo usado em hospitais e laboratórios para detectar doenças e salvar vidas. (Foto: Reprodução / Bed and Biscuit Austin Lakeway)

3 – Narcolepsia

Essa é uma condição médica muito perigosa. A narcolepsia é um distúrbio cerebral que afeta a capacidade de controlar os ciclos sono e atenção/insônia. Isso significa que uma pessoa pode adormecer de repente enquanto sobe uma escada ou atravessa uma rua movimentada. Cães de serviço conseguem ajudar pessoas que sofrem com esse distúrbio por terem uma capacidade de detectar uma mudança bioquímica sutil, que ocorre no odor, quando um ataque está chegando. Dessa forma, esses animais conseguem alertar a pessoa que sofre dessa condição a tempo para ela buscar segurança e não sofrer acidentes.

4 – Enxaquecas

Apesar de não ser uma doença que causa grandes riscos, pessoas que sofrem com enxaqueca podem ficar bastante debilitadas durante as crises. Um estudo informal observou que 60% dos pacientes entrevistados que sofrem com enxaqueca disseram que seu cão os havia alertado de alguma forma pouco tempo antes de aparecer uma dor.

Os cachorros conseguem detectar certas condições médicas por conta do cheiro que as pessoas exalam quando estão com doenças específicas. (Foto: Reprodução / Stuff Auckland Now)

5 – Estresse e ansiedade

Os cães conseguem facilmente sentir quando estamos estressados e ansiosos. Isso acontece porque eles conseguem sentir o cheiro que exalamos, e é imperceptível para nós mesmos, quando liberamos certos hormônios, como adrenalina e cortisol, enquanto vivemos situações estressantes ou de ansiedade. Essa percepção dos cães ajuda especialmente pessoas que apresentam condições como espectro do autismo e estresse pós-traumático.

Fonte: I Heart Dogs

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian