5 dicas para ajudar seu cachorro a superar um trauma e voltar a ter confiança

Manter uma rotina, treinamentos específicos para animais com fobias, ter um ambiente seguro em casa e brincar bastante com o tutor são formas de ajudar um animal a se recuperar de um trauma

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 abr 2018 - 8:43

Muitos cachorros ficam com traumas de alguma situação ruim pela qual passou. Isso acontece principalmente com animais que sofreram maus-tratos, que foram violentados e/ou abandonados.

Pesquisas já mostraram que, assim como acontece com os humanos, os cães também podem sofrer de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Alguns dos sintomas dessa condição são: Alterações no temperamento ou aumento da irritabilidade; Mudança brusca de comportamento; Agressão de medo; Hipervigilância; Evitar coisas muito específicas; Fazer xixi de medo; Tremor.

Sofrer violência, tomar um susto forte, cair da escada ou ser deixado em casa sozinho por muito tempo, cada uma dessas coisas podem afetar os cachorros de uma forma diferente e se transformar em um trauma.

É bom lembrar que, quem determina o que é ou não traumatizante é o animal e que experiências podem ser vividas, recebidas e entendidas de formas diferentes. Então, o que pode ser traumatizante para um cão pode ser vivenciado de uma forma mais tranquilo por outro peludo, como cortar as unhas, descer escadas, uma visita ao veterinário.

(Foto: Reprodução / Patricia McConnell)

O trauma pode acabar mudando o comportamento do animal e a sua qualidade de vida, por isso é essencial ajudar seu cachorro a superar isso de forma correta, sem forçar nada e nem piorar ainda mais a situação.

Pensando nisso, nós trouxemos algumas dicas para que você consiga ajudar seu cão a recuperar a confiança e perder o trauma.

1 – Manter uma rotina estrita

Um cão que passou por um trauma ou que sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) pode se tornar um animal bastante medroso e desconfiado, além de se sentir desprotegido. Para que esse cachorro volte a ter confiança, é importante que ele não passe por surpresas ou sustos e que tudo aconteça da forma que ele espera ou já está acostumado.

Ter uma rotina regular ajuda com isso. Passear e alimentar o cão sempre nos mesmos horários todos os dias é muito importante. As mudanças e novidades devem ser inseridas de forma muito gradual para que ele não se assuste a vá se acostumando aos poucos.

(Foto: Reprodução / Dog Show Review)

2 – Treinamentos específicos para animais com fobias

Já existem treinamentos especiais para animais que sofrem de medo excessivo ou que têm fobia de alguma coisa específica. Esses treinamentos, sem nenhum tipo de imposição ou forçando o animal, ajudam os cães a se sentirem mais confortáveis ​​em relação a tudo o que está causando o problema. Eles são ensinados que aquela coisa que lhes causa medo nem sempre é assustador como já pode ter sido um dia.

3 – Brincadeira como terapia

De acordo com Jaak Panksepp, psicólogo e cientista de animais da Washington State University, algumas atividades podem ajudar os cães a lidar com os sintomas do TEPT.

“As sessões de exercícios e brincadeiras devem ser vigorosas, mas o cão deve estar relaxado e aproveitar o tempo de brincadeira. Estas sessões destinam-se a aumentar os níveis de dopamina, melhorando o humor do seu cão de forma segura e eficiente. ”, explica Jaak Panksepp.

(Foto: Reprodução / Les Chiens Togo)

Esses momentos de brincadeiras com o tutor ou um adestrador ajudam o cão a esquecer o estresse. Além disso, hormônios do “bem-estar” são liberados e ajudam a combater a depressão.

4 – Ambiente seguro

Para se livrar do TEPT, o animal precisa de um ambiente em que se sinta seguro e livre daquilo que lhe causa medo. Um local tranquilo, calmo e silencioso, incluindo coisas que façam o animal se sentir bem, com um brinquedo ou o panhinho preferido, são perfeitos.

O lugar seguro de um cachorro pode estar em qualquer lugar que eles escolherem, como debaixo da cama ou da mesa de trabalho do tutor. Para ajudar ainda mais, você pode se certificar de que apenas coisas alegres e felizes aconteçam com o animal quando ele estiver nesse espaço. Nunca mande o cachorro para lá como punição e não invada o território deles.

5 – Evite se estressar na frente do cão

Seu cachorro percebe o seu humor e sabe quando o tutor está estressado, com raiva, triste e feliz. Sabendo disso, é essencial que você tenha um controle sobre seu humor, principalmente quando estiver com raiva, ansioso e estressado, quando você estiver com o animal, pois ele pode acabar absorvendo o que você está sentindo.

Ter reações negativas podem afetar o cão, que vai ficar mais feliz quando você estiver feliz e ficará apreensivo quando você estiver ansioso.

(Foto: Reprodução / Wag Walking)

Ajudar um cachorro com Transtorno de Estresse Pós-Traumático a recuperar sua confiança e sua alegria é uma tarefa difícil e bem longa. Problemas emocionais são mais complicados de se tratar e curar do que os problemas físicos.

O importante é não forçar o animal a conviver com o que lhe causa medo, evitar ficar ansioso com o problema do cão, não desistir e pedir ajuda a um médico veterinário para que ele lhe indique qual a melhor forma de cuidar do seu cachorro.

Fonte: I Heart Dogs

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian