5 dicas para ter um bom passeio na praia com o seu cachorro

Escolher a praia certa, ter cuidado com a temperatura, ficar de olho no animal e mantê-lo hidratado são dicas importantes para ter um dia feliz na praia com seu cachorro

por Andrezza Oestreicher — publicado 28 jun 2017 - 18:45

Apesar de já estarmos no Inverno, em muitas cidades de nosso país as temperaturas continuam altas e não pretendem baixar. Para quem mora no litoral isso é muito bom, pois significa que a praia está garantida durante as férias.

Muitas pessoas gostam de levar seus cachorros para aproveitarem a praia. Os peludos adoram brincar no mar, mas é preciso ter alguns cuidados extras para ter um bom passeio na praia com o seu cão.

(Foto: Reprodução / Youne.com)

1 – Escolha a praia certa

Em alguns locais, certas praias não permitem cachorros, já em outros locais as praias possuem uma área específica para os cães. Antes de levar seu peludo para tomar banho de mar, é importante se informar se existe algum tipo de regra ou restrição para animais na praia que você pretende ir. E lembre-se de sempre levar a coleira do cachorro.

2 – Não esqueça de levar coisas para o seu cão

Ao levar o seu cão para a praia é importante lembrar de levar algumas coisas para ele como um pote para beber água, uma toalha para ele se enxugar depois do banho de mar, brinquedos, sacola para catar as fezes do animal e até alguma comida, caso vocês forem ficar muito tempo. Se o cachorro gosta de ficar muito na água, também é bom levar um colete salva-vidas próprio para cães.

(Foto: Reprodução / Bed and Breakfast)

3 – Tenha cuidado com a temperatura

Se você está sentindo o sol muito quente e precisa de uma sombra, o seu animal também sente o mesmo. Lembre-se de mantê-lo na sombra com você. Além disso, fique sempre de sentir como está a temperatura da areia. Não se esqueça de que os cães podem sofrer queimaduras na pele e nas almofadas das patas. Já existe no mercado protetor solar para cachorro, então, antes de levar o animal para a praia converse com o médico veterinário para que ele indique o melhor produto para proteger o seu animal do sol.

4 – Mantenha o cachorro hidratado

Além do calor, os cães acabam brincando e se cansando muito mais quando estão na praia, isso vai fazer com que eles sintam bem mais sede do que quando estão em casa. Por isso é essencial que você ofereça bastante água para seu cachorro durante o tempo em que estiverem na praia para que ele não fique desidratado e passe mal (e também para evitar que ele acabe bebendo água do mar).

(Foto: Reprodução / Public Domain Pictures)

5 – Fique atento ao animal

É normal que o animal queira aproveitar o espaço da praia para correr, brincar e tomar banho de mar. Muitos tutores deixam seus cães sem coleira para que eles fiquem mais livres para brincar. Porém, é importante ficar de olho no cachorro e manter ele sempre perto de você para evitar que o animal fuja, se perca ou que acabe se afogando no mar. Manter seu animal seguro é extremamente importante para que o passeio termine de forma feliz.

Além disso, outras pessoas e crianças que estão frequentando a mesma praia podem ter medo de cachorro e não vou querer um animal pulando perto delas.

Antes de levar seu amigo peludo para ter um divertido dia na praia é importante conversar com o médico veterinário para saber se seu animal está apto para um passeio como esse.

Fonte: I Heart Dogs

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian