5 raças de cães que mudaram bastante com o passar dos anos

Veja quais raças sofreram as maiores modificações desde que foram criadas.

por Karina Sakita — publicado 19 set 2014 - 18:26

Os cachorros foram domesticados pelos humanos há séculos e algumas raças existem desde o início dessa relação do homem com o cão. Mas, de lá pra cá, muita coisa mudou e as raças ficaram bem diferentes de suas origens.

A maioria das raças foram criadas para uma determinada função e a aparência delas está relacionada à isso.

Muitos trabalhos caninos (como caça, pastoreio e transporte) deixaram de existir. Com isso, os criadores foram fazendo modificações nas raças ao longo dos anos, com o argumento de melhora-las.

Infelizmente, nem sempre as alterações afetam os cachorros de maneira positiva.

Veja 5 raças de cães que mudaram bastante com o passar dos anos:

 

Bull Terrier

 

Originalmente, o bull terrier foi criado para bull-baitings, que eram lutas entre cães e touros. Depois esse esporte se tornou ilegal. Sua característica atual mais marcante é o formato de ovo de sua cabeça, mas a raça não era assim quando foi criada.

Para saber mais sobre a raça, clique aqui.

 

Bull Terrier em 1915. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Bull Terrier em 1915. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Bull terrier atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Bull terrier atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Shar Pei

 

O cachorro de origem chinesa mudou bastante desde sua criação. A transformação mais notável foi o excesso de pele que causam as famosas rugas. O shar pei tradicional era só um pouquinho enrugado.

Para saber mais sobre a raça, clique aqui.

 

Shar Pei, em 1984.(Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Shar Pei, em 1984.(Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Shar Pei atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Shar Pei atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Chow Chow

 

É uma das raças mais antigas que existem e foi criada para ser cão de guarda. No início, o chow chow tinha pelo mais curto e focinho maior.

Para saber mais sobre a raça, clique aqui.

 

Chow Chow em 1901. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Chow Chow em 1901. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Chow Chow atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Chow Chow atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Buldogue Inglês

 

Essa raça também foi criada para lutar com bois. Sua agilidade quase desapareceu com seu novo tipo físico. O buldogue inglês já tinha a cara achatada, mas tinha o corpo musculoso. Atualmente, se tornou gordinho e um pouco enrugado.

Para saber mais sobre a raça, clique aqui.

 

Buldogue Inglês, em 1925. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Buldogue Inglês, em 1925. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Buldogue Inglês atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Buldogue Inglês atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Mastim Napolitano

 

O cães da raça mastim napolitano eram grandes, ágeis e poderosos. Atualmente, esses cachorros continuam grandes e poderosos, mas existem diversas preocupações com a saúde e falta habilidade para trabalhar por causa da aparência.

Para saber mais sobre a raça, clique aqui.

 

Mastim Napolitano, em 1925. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Mastim Napolitano, em 1925. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Mastim Napolitano atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

Mastim Napolitano atual. (Foto: Reprodução / The I Love Dogs Site)

 

Fonte: The I Love Dogs Site

 

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian