9 Epitáfios escritos para cães na época da Grécia Antiga e dos Romanos

Mensagens cheias de emoção nos deram uma noção do significado do cachorro na sociedade da Grécia Antiga e de Roma

por Samantha Kelly — publicado 21 ago 2014 - 8:18

É interessante ver a relação e o significado que os animais tinham em outras sociedades que não a nossa atual. Para investigar e descobrir mais detalhes dos mistérios que a história do mundo guarda tão poderosamente, elementos e objetos nos dão uma ideia e um pequeno acesso ao que teria sido pisar na Terra há tanto tempo.

Em nove epitáfios caninos, da época da Grécia antiga e dos romanos, lemos as mensagens cheias de emoção que os tutores escreveram para seus cachorros, para que a importância que eles tiveram em suas vidas não fosse esquecida. 

Confira abaixo 9 emocionantes mensagens de despedida:

 

1) Eu estou em lágrimas, enquanto carrego você ao seu último lugar de descanso, da mesma maneira quando eu tão animado trouxe você, com minhas próprias mãos, quize anos atrás.

Os antigos não tinham vergonha de demonstrar seus sentimentos.

 

2) Tu que passares por este caminho, se por acaso tu marcar este monumento, não Ria, peço-te. Embora seja a sepultura de um cão. Lágrimas escorriam por mim, e a poeira se acumulou em cima de mim pelas mãos de mestre.

Antigamente, antes dos cemitérios para pets, os gregos e romanos enterravam seus pets ao lade das estradas, em sepulturas gravadas.

 

3) Meus olhos estão molhados com lágrimas, nosso pequeno cachorro, enquanto eu te carreguei para a sepultura. Então, Patricius, nunca mais me dará mil beijos. Nunca mais irá descansar no meu colo. Com tristeza eu te enterrei, porém mereceste. Em um lugar de descanso de mármore, eu te coloco para sempre ao lado da minha sombra. Em tuas qualidades, fostes sagaz como um ser humano. Ah, eu! Que companheiro amado perdemos.

Esse texto foi achado na tomba de Patricius, um cachorro italiano.

 

4) Para Helena, filha adotiva, alma sem comparação e merecedora de todo louvor.

Cães domésticos, particularmente cães de colo, eram referidos como adotivos. Isso é sugere que os pets já eram considerados membros de família.

Tumba da cadela Helena. Foto: Reprodução

Tumba da cadela Helena. Foto: Reprodução

5) Essa é a tumba do cachorro, Stephanos, que faleceu, a quem Rhodope derramou lágrimas e enterrou como um humano. Eu sou o cachorro Stephanos, e Rhodope fez essa tumba para mim.

O tutor Rhodope fez questão de escrever um epitáfio que deixava claro que seu cachorro, Stephanos, foi muito amado.

 

6) Myia nunca latiu sem razão, e agora está em silêncio.

Palavras simples e poderosas para o cachorro Myia.

 

7) Aqui a pedra diz que abriga o cão branco da Melita, o guardião mais fiel de Eumelus; Bull, chamavam-o enquanto ele ainda estava vivo; mas agora sua voz é aprisionado nas vias silenciosas da noite.

O tutor Eumelus utilizou de uma mensagem poética para se despedir do cão, Melita.

 

8) Issa está mais perto do amor pardal de Lesbia. Mais puro do que os beijos de uma pomba, mais doce do que cem donzelas em uma, mais rara do que a pedra preciosa da rica Índia. Ela é o animal de estimação de Publius, Issa querida. Ela geme, com uma voz que se assemelha a de um humano.

O tutor Publiu escreveu uma mensagem que utilizou termos mitológicos.

 

9) Certamente, mesmo quando te deitares morto neste túmulo, julgo que as feras ainda temerão os teus ossos brancos, caçadora Lycas; e teu valor o grande Pelion sabe, e esplêndida Ossa e os picos solitários de Cithaeron.

Esse é um epitáfio do cachorro Lycas, que trabalhava como um caçador.

Epitáfios antigos para cachorros. Foto: Reprodução

Epitáfios antigos para cachorros. Foto: Reprodução

 

Fonte: TheDoDo

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times