Águia de Ouro faz primeiro desfile sem crueldade animal em homenagem a cachorros e outros bichos

Desfile da escola de samba, que também criticou circos e parques com animais, contou com a participação de ativistas e homenageou a protetora Luisa Mell

por Andrezza Oestreicher — publicado 25 fev 2017 - 13:18

A escola de samba de São Paulo Águia de Ouro mal acabou o seu desfile pelo Sambódromo do Anhembi e já entrou para a história. Ela foi a primeira de todas as agremiações a desfilar totalmente limpa de qualquer crueldade animal.

A escola Águia de Ouro fez um desfile em homenagem aos cachorros e outros animais. (Foto: Reprodução / Flávio Moraes / G1)

Com o enredo “Amor com amor se paga. Uma história animal”, a Águia de Ouro homenageou o papel do cão na sociedade e na cultura popular, além de passar uma mensagem de amor a todos os animais e fazer críticas a circos e parques que seguem mantendo bichos presos com a intenção de entreter os humanos.

A escola, que foi a última a se apresentar na primeira noite de desfile, não utilizou nenhum material proveniente de animais. No lugar das penas foram usadas palhas. Muitos brilhos, cristais e luzes de LED também foram vistas nas fantasias.

Luisa Mell foi o Anjo da Águia de Ouro e vestiu uma fantasia com mais de 40 mil cristais. (Foto: Reprodução / Leo Franco / AgNews / Ego)

Luisa Mell, uma das ativistas e protetoras de animais mais conhecidas do Brasil, também foi homenageada pela escola, para a qual deu todo o seu apoio após saber que esta não utilizaria materiais animais.

Fernanda Tavares, modelo brasileira que já desfilou nas principais passarelas do mundo, fez a sua estreia em um sambódromo. Ela confessou que só aceitou o convite por causa do tema da escola.

A escola, que também homenageou São Francisco de Assis, contou com a participação da modelo Fernanda Tavares. (Foto: Reprodução / Marcelo Brandt / G1)

A escola, que contou com três mil componentes que desfilaram em 20 alas, também lembrou os famosos personagens caninos que protagonizaram desenhos animados, filmes, séries e quadrinhos.

A Água de Ouro lembrou ainda da relação de amor entre mendigos e cachorros e do caso da orca Tilikun, que vivia no parque SeaWorld, em Orlando, e morreu em janeiro.

A comissão de frente mostrou a relação de amor entre mendigos e cachorros. (Foto: Reprodução / Nelson Almeida / G1)

Em seu último carro alegórico, a escola fez uma crítica a empresas que ainda realizam testes em animais e mostrou cães da raça Beagle e macacos fazendo testes em humanos.

Fonte: G1

Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018,

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Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava.

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Mãe e filha escolhem o mesmo presente uma para outra e família ganha dois cachorros

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 fev 2018 - 9:33

No dia 14 de fevereiro é comemorado o Valentine’s Day (ou dia de São Vallentin) em muitos países do mundo. A data é como o Dia dos Namorados para nós brasileiros, porém ainda mais amplo, pois, além de casais e romance, também são celebradas as relações de amor de amizade e entre familiares, como mães e pais e seus filhos.

Nos Estados Unidos, um vídeo que mostra o momento em que mãe e filha trocam presentes acabou viralizando nas redes sociais.

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Coreia do Sul não vai parar de servir carne de cachorro durante Olimpíadas de Inverno

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 18:40

Sabendo que o consumo de carne de cachorro é muito grande na Coreia do Sul, onde se acredita que este tipo de carne é uma rica fonte de energia e são abatidos cerca de 2 milhões de cães todos os anos, ativistas animais intensificaram ainda mais as campanhas para tentar dar fim a esta prática.

Além de diversos protestos realizados em Seul, capital da Coreia do Sul, também foram feitas petições on-line pedindo o boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018, evento que teve sua abertura no dia 9 de fevereiro e segue até o dia 25 deste mesmo mês.

Ativistas fizeram protestos e intensificaram campanhas para acabar com o consumo de carne de cachorro. (Foto: Reprodução / AFP / Arquivos)

As próprias autoridades locais até tentaram intervir e evitar que carne de cachorro fosse servida por restaurantes na cidade sede das Olimpíadas de Inverno durante os dias em que o evento estivesse sendo realizado.

Porém, mesmo sendo oferecidos subsídios em troca dessa breve paralisação nas vendas de carne de cachorro, o oficial do governo de Pyeongchang, Lee Yong-Bae, informou que apenas dois, de um total de 12 restaurantes, acataram a solicitação.

Para evitar “uma impressão ruim dos estrangeiros”, os restaurantes substituíram os anúncios que mostram pratos feitos com carne de cachorro por pratos considerados “mais neutros”, como o yeomsotang (sopa de cabra).

Felizmente, de acordo com informações locais, à medida que os cães passam a ser vistos como animais de estimação, o consumo de carne de cachorro está diminuindo, principalmente entre a população mais jovem.

Fonte: Diário Catarinense / Agence France-Presse

Homem encontra cachorro perdido em frente a portão de fazenda

por Andrezza Oestreicher — publicado 17 fev 2018 - 9:34

Edi Paulo Dalbosco, policial aposentado, logo percebeu quando um cãozinho apareceu, no dia 13 de fevereiro, do lado de fora de uma fazenda localizada na região da zona rural de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul, região onde vive.

De acordo com o Sr. Edi, ele até chegou a tentar levar o cachorro perdido para a sua casa, onde tem outros dois cães, mas o animal não quis sair de jeito nenhum de onde estava. Ele afirmou ainda que conversou com vizinhos para saber se alguém conhecia o animal, mas nenhum deles sabia de quem era o cachorro.

O cachorro não quer sair da frente deste portão que dá acesso a uma fazenda. (Foto: Reprodução / G1 / Edi Paulo Dalbosco)

O homem não pensa que o animal tenha sido abandonado. Ele acredita que o cachorro vive na fazenda ou deve ser dos proprietários do local. Ainda de acordo com o Sr. Edi, os donos do sítio vão até lá apenas nos finais de semana.

“Tem um pessoal que tem um sítio, fazenda, que vem no fim de semana e volta para a cidade. Provavelmente o cachorro se perdeu, seguiu o rastro até o portão e ficou ali esperando. Tentei chamar ele aqui para a minha morada, onde tenho mais dois, mas ele preferiu ficar”, contou o homem, que ficou preocupado com o cão e levou comida e água para ele.

Ainda na noite da última quinta-feira, dia 15 de fevereiro, o cão continuava no mesmo local. O Sr. Edi espera que os proprietários da fazenda visitem o local neste fim de semana e que o animal seja mesmo deles.

Caso alguém tenha informações que ajudem a encontrar os tutores do cachorro, é só entrar em contato através do número (54) 99954-9644.

Fonte: G1