Após passar vida preso por corrente, cachorro finalmente está livre para correr

Cachorro que viveu três anos preso em corrente no quintal é resgatado, consegue correr livre pela primeira vez e está aprendendo o que é ser um animal de estimação

por Andrezza Oestreicher — publicado 6 nov 2017 - 9:35

Peanut é um cachorrinho que, apesar de já ter três anos de idade, só agora realmente começou a viver, ou ter a vida que ele e todos os cãezinhos merecem.

O animal ganhou um lar quando tinha poucos meses de idade, porém, em sua nova casa, que fica na Pensilvânia, Estados Unidos, o cachorro foi levado para viver no quintal, onde ficava o tempo inteiro acorrentado e sem receber nenhum tipo de carinho.

O cãozinho vivia acorrentado e só tinha essa casinha para ficar. (Foto: Reprodução / The Dodo / Russelline Steinbuhler)

Os vizinhos do cão só tomaram conhecimento da forma em que o pobre animal vivia quando uma cercava que ficava ao redor do quintal de sua casa caiu. Assim, todos passaram a ver o dia a dia do cachorro, sempre acorrentado.

Segundo informações, alguns vizinhos informaram do caso para as autoridades locais, porém nada foi feito. Até que o grupo de resgate de animais HOPE for Erie Animal Wellness, uma organização sem fins lucrativos, ficou sabendo do caso.

Por estarem muito longe da região onde Peanut vivia, era preciso que vizinhos intermediassem a ajuda. E assim Russelline Steinbuhler soube do pobre cãozinho que vivia preso bem perto de sua casa.

Com a ajuda de Russelline Steinbuhler e do grupo HOPE ele ganhou uma nova casinha e uma corrente mais longa. Poucas mundaças fizeram grande diferença na vida do cão. (Foto: Reprodução / The Dodo / Russelline Steinbuhler)

O cachorro vivia em uma casinha que já estava em péssimo estado. Cheia de furos, que deixavam entrar bastante água, com o piso bem podre e sem nada para protegê-lo.

Ao ver a situação do cão de perto, Russelline viu que não poderia simplesmente deixar que ele continuasse a viver daquela forma, então ela decidiu entrar em contato com os tutores do animal e pediu para ajudar a melhorar a vida de Peanut.

Os tutores do cão, que não eram maldosos com Peanut e pareciam ter deixado o cachorro viver no quintal por conta de um pensamento antigo de que os animais devem viver do lado de fora da casa, afirmaram que ele realmente ficava o tempo inteiro acorrentado e aceitaram a ajuda de Russelline, que por sua vez estava sempre recebendo apoio e orientação do grupo HOPE.

Quando foi libertado, Peanut foi levado para tomar um banho. (Foto: Reprodução / The Dodo / Russelline Steinbuhler)

O cãozinho então ganhou uma nova casinha, novas tigelas de água e ração e finalmente uma nova coleira com uma corrente bem mais comprida, que permitia que ele pudesse andar aproveitar mais da grama do seu quintal.

De acordo com Russelline, com esse pouco que recebeu o cãozinho já mudou. Ele parecia ser um animal mais feliz e estava gostando bastante da grama.

Depois disso, a mulher começou a interagir mais com o cão, passando a fazer visitas diárias ao animal, que nunca socializava com humanos. Ela ficava um tempinho com ele, ensinava algumas coisas e brincava com Peanut.

Time to Run – Finally!

First things first, Peanut was put in the play yard at Critter Camp and finally got to run. He has lived on a chain since he was a few months old. This is what the joy of a dog that has lived on a chain 24/7 and finally gets to run looks like. 🙂

Posted by Russelline Steinbuhler on Sunday, August 20, 2017

As coisas estavam bem melhor para o cão, mas iriam melhorar ainda mais depois que uma nova lei entrou em vigor na Pensilvânia. Essa lei limitava a quantidade de tempo que um cachorro poderia ficar preso por uma corrente.

Com isso, os tutores de Peanut preferiram entregar de vez o cachorro para a HOPE. E assim o cãozinho finalmente pôde saber o que é ser um animal de estimação e o que é ter liberdade para correr, coisa que ele nunca tinha feito em sua vida.

Ao sair da casa onde vivia, o cachorro foi levado para tomar um bom banho e em seguida foi para a área externa do local, onde finalmente ele correu livremente pela primeira vez em sua vida. Todos que estavam ali ficaram muito emocionados com a cena e Peanut parecia estar muito feliz.

Agora Peanut está em um amoroso lar temporário aprendendo o que é ser um animal de estimação de verdade. (Foto: Reprodução / The Dodo / Russelline Steinbuhler)

O cãozinho foi encaminhado para um lar temporário, onde está aprendendo, com uma família bastante amorosa, a ser um animal de estimação que vive dentro de casa.

Fonte: The Dodo

Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado.

Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Ele é muito feliz com sua nova família, que o ama muito. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: The Animal Rescue Site / Facebook Amaze-Bobb

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian