ASPCA resgata 700 animais de abrigo nos Estados Unidos que os mantinha em péssimas condições

Responsáveis pelo abrigo foram presos. Os animais resgatados receberam toda a assistência médica necessária e estão sendo cuidados por veterinários e pela ASPCA

por Andrezza Oestreicher — publicado 3 fev 2016 - 14:15

A grande vontade dos amantes de cães é poder ajudar o maior número de animais possíveis, não é mesmo? Porém essa não é uma tarefa tão simples. Muita gente até tem boa vontade e atitude, resgatando animais, mas para que esse tipo de trabalho seja feito, infelizmente só o amor e a vontade não bastam.

Para ajudar animais abandonados resgatando-os das ruas é necessário ter uma estrutura adequada para abrigá-los e fundos para conseguir mantê-los bem e saudáveis. Mas, às vezes não é possível conseguir tudo isso e os cães acabam saindo das ruas para viver em locais com péssimas condições e sem maiores cuidados.

Foram encontrados animais vivendo em ambientes imundos. (Foto: Reprodução / ASPCA)

Foram encontrados animais vivendo em ambientes imundos. (Foto: Reprodução / ASPCA)

E foi exatamente isso o que a ASPCA, Sociedade Americana de Prevenção da Crueldade Animal, encontrou ou atender um chamado do Departamento de Agricultura da Carolina do Norte e do Gabinete do Xerife do Condado de Hoke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, pedindo ajuda para resgatar animais de um abrigo que alojava os bichinhos em péssimas condições.

O The Haven, nome do abrigo, havia perdido sua licença de funcionamento já há algum tempo, justamente por conta das péssimas condições que oferecia aos animais, incluindo água inadequada e falta de cuidados médicos.

Cães e gatos viciam presos em gaiolas pequenas e enferrujadas. (Foto: Reprodução / ASPCA)

Cães e gatos viciam presos em gaiolas pequenas e enferrujadas. (Foto: Reprodução / ASPCA)

A ASPCA resgatou do abrigo cerca de 700 animais, entre eles cerca de 350 cães, mais de 250 gatos, 47 cavalos e outros bichinhos, que viviam em um lugar descrito como imundo, dentro de gaiolas pequenas e enferrujadas e comanimais do lado de fora em piquetes sem cobertura. Muitos dos animais estavam doentes, alguns abaixo do peso e todos estavam sem tratamentos médicos, alguns animais inclusive vivendo com feridas abertas.

De acordo com a ASPCA, que em sua contagem final resgatou 700 animais em uma operação que contou com a ajuda de cerca de 140 pessoas entre veterinários, funcionários e voluntários, também foram encontrados animais mortos na propriedade.

Alguns animais ficavam do lado de fora em lugares sem cobertura e proteção. (Foto: Reprodução / ASPCA)

Alguns animais ficavam do lado de fora em lugares sem cobertura e proteção. (Foto: Reprodução / ASPCA)

Os animais resgatados receberam assistência médica e foram levados para um abrigo temporário onde farão exames médicos e serão melhor avaliados. Segundo informações divulgadas pela ASPCA, essa foi uma das maiores apreensões de animais em 150 anos de ação da organização.

Os responsáveis pelo abrigo The Haven, o casal Stephen Spear, 67, e Linden Spear, 59, foram presos e enfrentam acusações de crueldade contra os animais, entre outras.

Foram retirados do local 700 animais. (Foto: Reprodução / ASPCA)

Foram retirados do local 700 animais. (Foto: Reprodução / ASPCA)

Para quem quer ajudar animais abandonados fica aqui a dica, antes de levar animais para a sua casa pense bem se você realmente tem condições. Entre em contato com organizações regulamentadas para saber como prosseguir.

Para quem não tem condições de manter muitos animais, mas tem muita vontade de ajudar, procure algum abrigo sério na sua cidade e pergunte como ajudar. No Brasil existem várias organizações sérias que fazem um belo trabalho cuidando de animais carentes e que estão sempre precisando de ajuda.

 

Fonte: I Heart Dogs

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times