Cachorra de rua paralítica ganha uma nova chance com cadeira de rodas

A cadela perdeu o movimento das patas traseiras após ser agredida por um homem.

por Karina Sakita — publicado 29 jul 2014 - 19:13

Uma cachorra de rua dos Estados Unidos conheceu o pior e o melhor dos humanos: ela perdeu o movimento das patas traseiras após ser agredida cruelmente por um homem, mas foi acolhida por um santuário de animais e voltou a andar com uma cadeira de rodas.

 

A cachorra reaprendeu a andar com a ajuda de uma cadeira de rodas. (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

A cachorra reaprendeu a andar com a ajuda de uma cadeira de rodas. (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

 

Por causa da agressão, a cadela Ashley, que é uma chow chow mix, teve fraturas nas costas, pelvis e fêmur.

O motivo dessa crueldade? Ashley tinha apenas 6 meses de vida e estava no quintal desse homem, que ficou furioso com a presença dela em sua propriedade e chutou a cachorra diversas vezes.

Graças a generosidade dos vizinhos desse homem, a cachorra viajou do estado da Flórida até Wisconsin, para ficar sob os cuidados de um santuário de animais na cidade de Star Prairie.

 

Foto da cachorra Ashley logo que chegou no santuário de animais. (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

Foto da cachorra Ashley logo que chegou no santuário de animais. (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

 

A Homes For Life funciona com o apoio de voluntários, que dão à Ashley o conforto de um lar com chão aquecido, calças limpas para evitar o surgimento de feridas em suas patas traseiras e massagens diárias em suas patas para ajudar a circulação.

Leah O’ Fallon da Homes For Life explica as dificuldades que a cachorra enfrentou por causa da agressão:

 

Ashley passou por diversas cirurgias mas como ela sofreu uma fratura nas costas, teve uma paralisação instantânea em suas patas traseiras e não foi possível ligar novamente os nervos rompidos, eles eram responsáveis pela ligação entre sua coluna com a parte de trás de seu corpo.

 

E para piorar, como a cachorra era filhote quando tudo aconteceu, cada vez que ela crescia precisava passar por uma nova cirurgia.

Quando ela atingiu seu tamanho definitivo foi possível usar uma cadeira de rodas.

Atualmente, Ashley tem 10 anos e adora correr e brincar com os cinco cachorros que vivem com ela.

 

Ashley adora brincar com seus amigos caninos. (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

Ashley adora brincar com seus amigos caninos. (Foto: Reprodução / Daily Mail uk)

 

Fonte: Daily Mail UK

Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído.

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Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc!

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

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Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

Os cães que vivem por lá são alimentados por trabalhadores da usina. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído. Ainda segundo informações, muitos destes animais vivem em áreas com contaminação radioativa.

Pensando nestes cachorros, um grupo internacional de bem-estar animal com base nos Estados Unidos, disse que está enviando uma equipe de médicos veterinários para a Ucrânia para cuidar destes cães.

O grupo, que irá se juntar a uma turma de outros especialistas que já estão na região, vai oferecer tratamentos médicos, como vacinas contra a raiva e serviços de castração, para os cachorros que vivem dentro da área conhecida como “zona de exclusão”.

“Devido a animais selvagens que também vivem dentro da zona de exclusão, os cães abandonados são frequentemente infectados com raiva, representando um risco para as pessoas que trabalham na usina”, informaram representantes do grupo Four Paws.

Os cachorros irão receber cuidados médicos e vacinas. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

Ainda de acordo com o grupo, após o desastre nuclear, aconteceu o que ficou conhecido como “temporada aberta”, quando soldados foram autorizados a caçar os animais que viviam pela região atingida. Alguns cães sobreviveram a esse período e acabaram fugindo para bosques próximos.

Porém, a presença de outros animais e a falta de comida fez com que esses cachorros voltassem para a cidade abandonada e para a usina nuclear ainda ativa. “Lá, os trabalhadores começaram a alimentar os cães e eles ficaram desde então”, explicou Julie Sanders, diretora internacional de animais de companhia da Four Paws.

Fonte: Radio Free Europe/Radio Liberty

Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc! E juntos seremos mto felizes! E obrigada @amparanimal ! Por todo cuidado que tem com os bichos que (não consigo entender) algumas pessoas não têm capacidade de ter!

Foto: Reprodução/Instagram

Nino já aparece muito confortável e se familiarizando com sua nova moradia em vídeos postados nas redes por Tata e seu companheiro Rafael Vitti.

O fato dele não ter uma perna não muda em nada sua disposição e capacidade de amar e só prova que todos merecem uma segunda chance.

Nino tá feliz 😁 @amparanimal @tatawerneck

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Deitei no tapete mesmo esperando mamãe chegar 😍❤️

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