Cachorra sobreviveu ao ataque terrorista sofrido pelo jornal satírico Charlie Hebdo

Uma repórter contou que ouviu a cocker spaniel entrar em todas as salas após o massacre, procurando seus companheiros.

por Karina Sakita — publicado 15 jan 2015 - 6:00

O ataque terrorista contra o jornal satírico francês Charlie Hedbo chocou o mundo todo. Uma cachorra, considerada a mascote da equipe, sobreviveu ao massacre.

Todos que trabalhavam na revista adoravam a cocker spaniel.

 

Cachorra Lila usando a fita "Je Suis Charlie". (Foto: Reprodução / Twitter)

Cachorra Lila usando a fita “Je Suis Charlie”. (Foto: Reprodução / Twitter)

 

No dia do ataque, a cachorra Lila “cumprimentou” todos que estavam na sala de reunião abanando o rabo e ficou ao lado de seu cartunista preferido, Jean Cabut, que foi uma das vítimas fatais dos terroristas.

Sigolène Vinson, repórter de crime e sobrevivente do ataque, deu uma entrevista ao jornal francês Le Monde contando detalhes deste dia terrível:

 

Enquanto eu estava deitada, sem ter certeza se eles realmente tinham ido embora, ouvi tiros vindo de longe, na rua. Então eu escutei os passinhos de Lila.

 

A repórter, que não foi assassinada por ser mulher, disse que a cachorra entrou em todas as salas para procurar seus companheiros.

 

Fontes: Bark Post / Le Monde / Daily Mail

 

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