Cachorrinho com dificuldade de locomoção volta a andar ao ser adotado por tutor especial

Mesmo sabendo da dificuldade que teria ao escolher um cão com um problema grave de saúde, Tony adotou o animal que mais precisava dele

por Andrezza Oestreicher — publicado 29 nov 2016 - 18:51

Tony Hayden tinha um cãozinho da raça Dachshund que viveu com ele por 21 anos. Quando o animal faleceu, Tony ficou com seu coração partido, mas ele sabia que não deveria esperar muito e tinha que ter outro Dachshund.

Depois de muito pesquisar pela internet, Tony encontrou um cachorro completamente diferente de todos os outros que ele já tinha conhecido.

Meatball nasceu com hipoplasia cerebral. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

Meatball nasceu com hipoplasia cerebral.
(Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

O cãozinho Meatball nasceu com uma condição chamada hipoplasia cerebral, e por isso foi considerado defeituoso e acabou sendo descartado. Por conta de suas condições, Meatball precisaria de um cuidado especial, mas isso não fez com que Tony fechasse os olhos para o cão. Muito pelo contrário.

Tony passou a pesquisar e buscar informações sobre a condição de Meatball.

Por conta de sua condição, o cão tinha dificuldades para se movimentar. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

O cão tinha dificuldades para se movimentar.
(Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

A hipoplasia cerebral deixou o filhote com um cerebelo não desenvolvido – a parte do cérebro que controla o movimento e a coordenação. Como consequência, os movimentos de Meatball eram desajeitados. Para o cão, fazer algo simples como caminhar era muito complicado e precisava de muito esforço.

Apesar das condições do cão, Tony adotou e cuidou do animal. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

Apesar das condições do cão, Tony adotou e cuidou do animal. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

Apesar das dificuldades que sabia que teria, Tony adotou Meatball e o levou para a sua casa. Durante os primeiros seis meses, o cão fez exercícios de fisioterapia com seu novo tutor e passou a fazer acupuntura duas vezes por semana para estimular o fluxo sanguíneo.

Agora, Meatball já é capaz de correr e se divertir por aí. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

Agora, Meatball já é capaz de correr e se divertir por aí. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

Quando atingiu os 8 meses de idade, Meatball já estava andando. Ele dava apenas algumas mancadas, mas o seu progresso era enorme.

Hoje, dois anos após ter sido adotado por Tony e ganhar um novo lar, Meatball já consegue correr.

Todo o amor que recebeu de seu tutor foi essencial para a recuperação do cão. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

Todo o amor que recebeu de seu tutor foi essencial para a recuperação do cão. (Foto: Reprodução / Facebook e Instagram Here Comes Meatball)

A história de Meatball nos mostra que até mesmo os menores cães podem se recuperar e ter uma vida normal quando encontram a pessoa certa e recebem o cuidado e amor que precisam.

 

(Fonte: The Dodo)

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times