Cachorro que escolheu uma escola como lar tem seus tratamentos pagos pelos estudantes

O cão, que tem a frequência na escola mais regular do que muitos alunos, tem permissão para entrar nas salas de aula e é amado por todos que frequentam o local

por Andrezza Oestreicher — publicado 30 mar 2017 - 19:38

Não se sabe qual foi o motivo que fez com que um cão de rua entrasse na escola estadual Dom Hermeto e não quisesse mais sair de lá. Mas hoje, 16 anos depois, ninguém consegue mais imaginar o local sem a presença de Amarelo, nome que o animal ganhou.

Há 16 anos, Amarelo fez da escola, localizada em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, seu lar e foi abraçado por todos que frequentam o local, principalmente pelos alunos, que “adotaram” o cão.

O cãozinho Amarelo vive na escola estadual Dom Hermeto há 16 anos. (Foto: Reprodução / G1 / RBS TV)

“Ele é uma presença frequente todos os dias. Manhã, tarde e noite. Com o tempo, a gente foi verificando que inclusive no sábado ele se apresentava na frente do portão esperando que houvesse aula. Acabou que os alunos simpatizaram com ele, e ele acabou se inserindo no contexto da escola”, contou o diretor da escola, Adair Vicente da Campo.

O cão Amarelo tem permissão até para entrar em sala de aula, os professores não se incomodam. Já os alunos adoram ter o cãozinho como colega de classe e até elogiam o comportamento do animal. “Ele se comporta, não atrapalha nada. Ele se comporta melhor que muita gente”, diz Maria Rita da Costa, aluna do 7º ano.

O animal é amado por todos no local e os alunos até ajudam a pagar os tratamentos médicos do cão. (Foto: Reprodução / G1 / RBS TV)

O amor e cuidado dos alunos com o cão pôde ser comprovado quando ele mais precisou. Já considerado idoso, Amarelo não tem mais a saúde de quando chegou ao local. No ano passado, 2016, o cão precisou de um tratamento veterinário mais específico e teve tudo pago pelos próprios alunos, que fizeram uma vaquinha para juntar dinheiro e ajudar Amarelo.

“O Amarelo é muito especial pra nós. Ele é o mascote, ele é tudo. Quando ele estava mal, a gente ficou muito mal também”, contou a estudante Taiele Costa Amaral, do 6º ano.

Amarelo tem permissão para entrar nas salas de aula e sempre se comporta muito bem. (Foto: Reprodução / G1 / RBS TV)

Segundo os professores, além de fazer muito bem aos alunos, o cão também ajuda a passar para os jovens ensinamentos importantes como solidariedade e respeito aos animais. “A questão do espírito da solidariedade e também que os animais merecem respeito. A gente tem conseguindo passar isso para os alunos, e isso é muito bom”, afirmou Miguel Fábio da Silva, professor de geografia do colégio.

Amarelo, que ganhou uma coleira de identificação com os dados da escola, está bem e segue tomando medicamentos, tudo fornecido pelos estudantes.

Fonte: G1

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times