Cachorro tem a garganta cortada, mas consegue sobreviver

A recuperação total do cão demorou quase um ano e agora ele está pronto para ser adotado por uma nova família.

por Karina Sakita — publicado 1 mar 2014 - 7:00

Um caso chocante de crueldade aconteceu na Austrália: um homem cortou a garganta de seu cachorro com uma faca de desossar e o abandonou para que morresse num terreno, em Sidney.

O cachorro, que se chama Bouncer e é uma mistura de Staffordshire terrier, foi encontrado quase morto por vizinhos, que o levaram ao veterinário imediatamente.

A Animal Welfare League foi avisada pelo veterinário sobre os terríveis ferimentos que o cão sofreu. Inspetores trabalharam com a polícia para encontrar e processar o autor do crime, Jacob Vanderschoot.

O crime aconteceu em março de 2013 e depois de 10 meses de julgamento, Jacob  foi considerado culpado pelo ataque ao filhote, que tinha apenas 10 meses de vida na época.

Mas apesar da brutalidade do crime, a sentença foi de apenas 12 meses de prestação de serviços comunitários.

Após o ataque, a Animal Welfare League está com a custódia de Bounce e está fazendo um tratamento intensivo de reabilitação do cão há quase um ano, incluindo especialistas em comportamento.

Tudo isso para que ele seja um cachorro normal e confie nas pessoas novamente.

Com o sucesso de sua reabilitação, o cão vai para uma casa de adoção em breve, para encontrar uma nova família.

 

Bounce passou por um tratamento com especialistas em comportamento. (Foto: Reprodução / Daily Mail)

Bounce passou por um tratamento com especialistas em comportamento. (Foto: Reprodução / Daily Mail)

 

Bounce passou por um tratamento com especialistas em comportamento. (Foto: Reprodução / Daily Mail)

O cachorro está pronta para ser adotado por uma nova família. (Foto: Reprodução / Daily Mail)

 

Fonte: Daily Mail

Cães treinados trabalharam no processo de buscas após incêndio da Grenfell Tower, em Londres

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 jun 2017 - 18:15

Na madrugada do dia 14 de junho, um grande e trágico incêndio tomou conta de um prédio residencial de 24 andares localizado em Londres, o Grenfell Tower, e causou a morte de mais de 70 pessoas.

Bombeiros e policiais começaram a trabalhar o mais rápido possível para apagar o fogo e começar as buscas por sobreviventes. E foi aí que começou a participação de cães de serviço.

Cachorros especialmente treinados ajudaram no lento e meticuloso processo de busca.

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Apesar de rumores, festival anual em Yulin segue vendendo carne de cachorro e gato

por Samantha Kelly — publicado 21 jun 2017 - 16:14

Ativistas em todo o mundo comemoraram quando a Humane Society International (HSI) declarou que o governo chinês iria banir o consumo de carne de cachorro no controverso festival de Yulin.

Há 10 anos o festival oferece aos participantes carne canina e felina como opções no menu. Estima-se que nos 10 dias de funcionamento do evento ele abata, por ano, uma média de 10 mil cães e gatos.

Em entrevista para a BBC,

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Cachorrinho vai até pet shop buscar sua ração sozinho

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 jun 2017 - 8:53

Quando nós estamos precisando de alguma comida vamos até o supermercado sozinhos para comprar e quando a comida de nossos animais acabam nós fazemos o mesmo.

Porém, o cachorrinho Pituco, que vive com sua família na cidade de Paraí, no Rio Grande do Sul, parece que não gosta de esperar pelos seus tutores e prefere ir sozinho atrás de mais comida.

O pequeno cachorro sempre vai até uma pet shop próximo de sua casa sozinho para buscar sua ração.

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Cães treinados trabalharam no processo de buscas após incêndio da Grenfell Tower, em Londres

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 jun 2017 - 18:15

Na madrugada do dia 14 de junho, um grande e trágico incêndio tomou conta de um prédio residencial de 24 andares localizado em Londres, o Grenfell Tower, e causou a morte de mais de 70 pessoas.

Bombeiros e policiais começaram a trabalhar o mais rápido possível para apagar o fogo e começar as buscas por sobreviventes. E foi aí que começou a participação de cães de serviço.

Cães treinados trabalharam junto com bombeiros e policiais após a tragédia. (Foto: Reprodução / Metro UK / PA)

Cachorros especialmente treinados ajudaram no lento e meticuloso processo de busca. Os cães foram essenciais neste caso, principalmente para acessar os pisos superiores e locais que os humanos não conseguiriam. Pois como o prédio estava bastante danificado, os animais causariam menos danos, por serem menores e mais leves do que os humanos.

Assim como os bombeiros humanos, as equipes caninas da London Fire Brigade que estiveram no local e entraram no prédio receberam equipamentos especializados de segurança, incluindo proteção para as patas.

Apesar de parecer uma tarefa bastante perigosa, os cães foram o tempo inteiro assistidos pelos bombeiros e não sofreram nenhum dano ou ferimentos por conta do trabalho realizado no prédio, em meio aos escombros.

Os cães foram assistidos pelos bombeiros e não sofreram nenhum dano. (Foto: Reprodução / Metro UK / Getty)

Os cães que trabalharam no local também são treinados para identificar uma variedade de substâncias inflamáveis. Porém, nada foi encontrado pelos animais.

Fonte: Metro UK

Apesar de rumores, festival anual em Yulin segue vendendo carne de cachorro e gato

por Samantha Kelly — publicado 21 jun 2017 - 16:14

Ativistas em todo o mundo comemoraram quando a Humane Society International (HSI) declarou que o governo chinês iria banir o consumo de carne de cachorro no controverso festival de Yulin.

Há 10 anos o festival oferece aos participantes carne canina e felina como opções no menu. Estima-se que nos 10 dias de funcionamento do evento ele abata, por ano, uma média de 10 mil cães e gatos.

Em entrevista para a BBC, infelizmente donos de barraquinhas e restaurantes locais confirmaram que tudo seguirá exatamente como nos outros anos e que não houve nenhum comunicado oficial quanto a questão de venda de carne canina e felina por parte nem do governo chinês, nem dos organizadores do evento.

Há uma forte presença policial nas ruas para evitar que ativistas querendo salvar os animais e vendedores entrem em conflito.

Devido a repercussão negativa que o festival atrai todos os anos, as autoridades locais baniram o abate público de cães em 2016 para evitar mais protestos.

O governo de Yulin declarou repetidamente que não organiza o evento e, por isso, não poderia proibir a presença dos cachorros. Em adição, o país não proíbe o consumo de carne de de cães e gatos.

Mesmo com os contratempos, o trabalho não para e ontem (20), após 10 horas de negociações, um grupo parceiro da HSI conseguiu parar um caminhão e salvar mais de 800 cães e alguns gatos que estavam indo em direção de Guangzhou, o maior centro de venda de carne de cães e gatos do mundo.

Cães sendo resgatados esse ano pela Humane Society International (HSI). Foto: Reprodução HSI/ Facebook

 

Entendendo o impasse

O consumo do carne canina é muito comum e aceito culturalmente em países como a China e Coréia do Sul, sendo até recomendado nos meses mais quentes do ano.

Os locais que consomem carne de cachorro reclamam que qualquer proibição seria uma imposição de costumes estrangeiros, e que os animais são abatidos de forma humana.

Já ativistas garantem que muitos cães e gatos são roubados de residências para serem usados como comida, que são transportados em pequenas gaiolas e abatidos de forma cruel.

Além da pressão ocidental, muitos chineses têm mudado de opinião quanto ao costume, principalmente porque hoje a China possui 62 milhões de cachorros registrados como animais de estimação.

Cães pendurados e prontos para o consumo na China. Foto: AFP