Cachorro tem seus pelos pintados de roxo e fica com queimadura química na pele

Depois de ficar com a pele em “carne viva” e passar por três meses de tratamento, a cadelinha está bem melhor e ganhou um novo lar enquanto segue em recuperação

por Andrezza Oestreicher — publicado 27 jan 2018 - 11:43

*Atenção, imagens fortes.

Na Flórida, nos Estados Unidos, uma pequena cadelinha ficou com a pele gravemente queimada e quase morreu ao ter seus pelos pintados com produto químico para cabelos humanos.

De acordo com informações divulgadas nas redes sociais do Pinellas County Animal Services (PCAS), abrigo e instituição de cuidado animal que cuidou da cadela durante todo o seu tratamento, Violet, como a pet é chamada, sofreu uma queimadura química muito grave na pele depois de ter seus pelos pintados de roxo por seu tutor, que não teve seu nome revelado e nem se é um homem ou mulher.

(Foto: Reprodução / Facebook Pinellas County Animal Services)

O que se sabe é que a intenção do humano de Violet era combinar a cor dos pelos da cadela com seu nome, que em português significa violeta.

A pequena cadelinha, uma mistura de Maltês, foi resgatada e levada para a Pinellas County Animal Services (PCAS) em um estado muito grave. Além das queimaduras severas por boa parte da sua pele e de estar bastante magra e apática, os voluntários da instituição ficaram com muito medo de que a cadela ficasse cega, pois seus olhos também tinham sido afetados e estavam bem inchados.

Ao chegar no PCAS, a cadela imediatamente teve os cuidados que precisava. Violet recebeu uma série de medicamentos, incluindo para dor, e tomou um banho reforçado para que a maior quantidade possível de produto químico fosse retirada do seu corpo. Em seguida, ela recebeu curativos e foi passar a noite na casa de um dos veterinários da instituição.

(Foto: Reprodução / Facebook Pinellas County Animal Services)

Violet estava em uma situação tão grave que voluntários e veterinários do abrigo ficaram surpresos quando ela voltou com vida para a instituição no dia seguinte.

Para saber o real estado da pele de Violet e dar o melhor tratamento possível, era preciso cortar os pelos da cadelinha, e para isso ela teve que ser sedada. A equipe ficou completamente chocada ao ver que a situação era pior do que todos imaginavam. A pele da pequena cadelinha estava caindo e ficando em “carne viva” em quase todo o seu dorso e na cabeça.

Porém, felizmente, a cadelinha foi forte o suficiente e, com todo o amor que recebeu da equipe, conseguiu enfrentar três meses de tratamento, que incluiu medicamento para dor, antibióticos, fluidos intravenosos, remoção de crostas de ferida, além de anestesias e trocas de curativos, e foi conseguindo se recuperar.

(Foto: Reprodução / Facebook Pinellas County Animal Services)

De acordo com informações da PCAS, com o tempo, à medida que ia se recuperando, ela começou a ficar mais confiante e sair de sua “conchinha”, mostrando sua verdadeira essência.

Ela começou a caminhar por todo o local, visitando cada sala e escritório e passou até a pedir petiscos, abraços e carinhos leves. “Era claro – Violet estava se recuperando e queria que todos soubessem disso”, diz uma publicação da instituição nas redes sociais.

Ainda não 100% recuperada, mas já bem o suficiente, a cadelinha Violet conseguiu mais uma vitória. Ela foi escolhida para ser adotada por um homem bastante amoroso e tem um novo lar.

(Foto: Reprodução / Facebook Pinellas County Animal Services)

Esperamos que este grave caso, que felizmente acabou bem, sirva de lição para que os tutores tenham sempre muito cuidado com os produtos que utilizam em seus animais de estimação. Nunca use nenhum tipo de produto humano, sejam eles químicos ou não, nos pets sem uma indicação do veterinário. Cuide bem dos seus bichinhos.

Fonte: Mirror UK

Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

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Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

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Não é pantera! Conheça o cachorrão preto lindo de Paolla Oliveira

por Samantha Kelly — publicado 19 abr 2018 - 8:35

Tem gente que olhou direto para o sofá. Mas nós, cachorreiros de primeira, fomos direto do cachorro. A primeira vez que vimos esse meninão, ficamos sem saber ele era mesmo um dog ou uma pantera.

Depois da confusão inicial, vimos que esse pretão lindo é o Marley, cão da raça Cane Corso e pet da musa maior Paolla Oliveira.

A atriz, que está sempre envolvida com a causa animal e frequentemente empresta sua imagem e tempo para chamar atenção para ongs e animais que necessitam de ajuda,

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Homem mata cachorro do vizinho e tenta servir o animal como jantar para o tutor

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 abr 2018 - 18:21

A crueldade humana contra os animais está atingindo níveis que nem conseguimos acreditar que possa ser verdade. Na Coreia do Sul, um homem matou o cachorro do vizinho, cozinhou o animal e convidou o próprio tutor para jantar.

Este caso terrível e absurdo de violência contra animais se tornou público depois que a família do cachorro assassinado publicou um pedido on-line pedindo apoio para garantir que o responsável pela morte do pet fosse severamente punido.

De acordo com a polícia local, o homem responsável pela morte do animal, um fazendeiro de 62 anos que não teve seu nome divulgado, confessou o crime e disse que matou o cachorro do vizinho por estar irritado com os constantes latidos do pet, que tinha dois anos de idade.

O criminoso contou que jogou uma pedra no cãozinho, um pequeno Corgi, e quando percebeu que o animal estava inconsciente o matou estrangulado. Em seguida, ele cozinhou o cachorro e chamou alguns vizinhos para dividir a “refeição”, incluindo o tutor do animal.

A família do cãozinho não tinha ideia do que tinha acontecido com o animal. Eles achavam que o pet estava desaparecido e chegaram a distribuir panfletos pedindo informações e oferecendo recompensas para quem encontrasse e devolvesse o cachorro.

Homem matou cachorro por estar irritado com os latidos do animal. (Foto: Reprodução / pets4homes)

De acordo com a filha dos tutores do cão, ela chegou a ir até a casa do responsável pela morte do animal, que fica três casas distante de onde o pet vivia. Ela disse que o homem a recebeu bem e foi simpático. “Quando cheguei à casa do homem, que fica a apenas três portas da nossa, ele expressou simpatia, prometendo nos informar se encontrasse o cachorro”, disse ela.

Ninguém desconfiava de nada. Porém, ela acredita que nessa época o fazendeiro já estava em posse do cão, vivo ou morto, em seu celeiro.

O criminoso ainda chegou a beber com o tutor do animal e confortá-lo sobre o sumiço do cão. Em seguida, ele convidou alguns vizinhos, inclusive o tutor, para comer carne de cachorro em sua casa.

O tutor não aceitou, pois não consome carne de cachorro. Porém, foi só depois deste convite que outro vizinho contou para a família o que realmente tinha acontecido com o pet.

Depois disso, o fazendeiro confessou seu crime para a polícia.

Apesar de o consumo de carne de cachorro ter diminuído bastante, ela ainda faz parte da culinária de uma parte dos sul-coreanos e mais de 1 milhão de cães ainda são consumidos na Coreia do Sul por ano.

O número está diminuindo graças à geração mais jovem, que está vendo cada vez mais os cães como animais de estimação e tornando o consumo da carne desses animais um verdadeiro tabu.

Fonte: The Guardian

Rainha Elizabeth fica de coração partido ao perder seu último Corgi Galês

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 abr 2018 - 19:58

Apaixonada por cachorros da raça Corgi desde que seu pai introduziu esses animais na família, em 1933, a Rainha Elizabeth está de coração partido após a morte de seu último Corgi Galês.

No seu aniversário de 18 anos, a então Princesa Elizabeth ganhou o seu primeiro Corgi de presente de seu pai. A cadelinha Susan foi a matriarca de 14 gerações de Corgi Galês que a rainha manteve por muitos anos em suas quatro casas reais.

A new photograph of The Queen at home at Windsor Castle, taken by Annie Leibovitz, will feature in @VanityFair in celebration of #Queenat90

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A cadelinha Willow, que tinha quase 15 anos de idade e era a última descendente de Susan, sofria de um câncer e estava sendo bem cuidado, porém, quando sua saúde piorou, a Rainha Elizabeth preferiu por fim ao sofrimento da amada cadela, que foi sacrificada no último domingo, dia 15 de abril, no Castelo de Windsor.

De acordo com uma fonte do Palácio de Buckingham, a perda de Willow, que se tornou sua companheira mais fiel, foi muito difícil para a rainha. “Ela lamentou a morte de todos os seus Corgis ao longo dos anos, mas ficou mais chateada com a morte de Willow do que qualquer um deles. E isso provavelmente porque Willow foi o último elo com seus pais e uma diversão que remonta à sua própria infância. Realmente parece o fim de uma era”, disse a fonte.

A escolha por não continuar a ter novos cães descendentes de Susan se deu por conta do medo que a rainha tinha de que acontecesse algum acidente, visto que ela já é idosa e os cachorros sempre ficam nos seus pés, ou de que ela tivesse um problema de saúde mais grave e acabasse deixando os animais.

Os cachorros têm passe livre pelas residências reais. (Foto: Reprodução / Instagram @theroyalfamily)

Apesar da profunda tristeza, a Rainha Elizabeth tem ainda três cães, dois Dorgis, mistura de Corgi com Dachshund, chamados Vulcan e Candy, e um Corgi, que foi adotado pela rainha depois que o tutor do animal, um funcionário do palácio de Sandringham, faleceu.

Fonte: The Daily Mail