Cadela se desespera com fogos de artifício e cai do terceiro andar

Vizinhos se juntaram e, com um lençol, conseguiram fazer uma espécie de rede de proteção para amortecer a queda

por Andrezza Oestreicher — publicado 3 jan 2018 - 9:36

Apesar de muito se falar no mal que os fogos de artifício fazem para os cães, infelizmente, as pessoas continuam soltando esses explosivos de forma exagerada no período de Natal e Ano Novo.

Em Goiânia, uma pequena cadelinha ficou tão desesperada com os barulhos dos fogos de artifício, que praticamente se jogou da varanda de um apartamento que fica no terceiro andar.

Cadelinha se desesperou com barulho de fogos e ficou pendurada na varanda. (Foto: Reprodução / Vídeo / G1)

Na tarde do dia 31 de dezembro, moradores de um condomínio em Goiânia perceberam que os vizinhos de outro prédio estavam tentando lhes avisar que algo de errado acontecia em dos apartamentos.

“Meu esposo e eu estávamos no meu apartamento, e notamos um barulho estranho, de gritos. Haviam vizinhos comemorando na churrasqueira e notamos outras pessoas do prédio vizinho apontando para o terceiro andar”, contou Flávia Cattarina, uma das moradoras do condomínio.

Acontece que os barulhos de fogos de artifício, que já estavam explodindo antes mesmo da virada do ano, assustaram tanto a cadelinha Tina, uma Shih-Tzu de 11 anos de idade, que ela conseguiu passar por um pequeno espaço que estava aberto da porta da varanda e ficou presa na grade.

Por sorte, ela não caiu de uma vez. A cadela ainda conseguiu se segurar na grade da varanda por um tempinho, o que já foi o suficiente para que moradores se juntassem e com um lençol fizessem uma rede de proteção para segurar o animal da queda de cerca de 15 metros.

Tina estava com o coração batendo muito acelerado quando foi salva. (Foto: Reprodução / Vídeo / G1)

Em vídeo publicado nas redes sociais é possível ver a cadela tentando se segurar com as patinhas até escorregar e cair no lençol. As imagens, que são desesperadoras, também mostram o momento em que uma moradora pega a cadela e fala que o coração do animal está batendo muito acelerado.

O salvamento da cadelinha foi comemorado pelos moradores e Jean Carlos Silva, tutor de Tina, ficou bastante grato a todos que ajudaram. Ele contou que apesar de ter notado a cadela nervosa por conta dos fogos, não se preocupou em deixá-la sozinha por alguns minutos para ir ao supermercado, pois ela já era acostumada com apartamento.

“Ela é acostumada há 11 anos com apartamento, super dócil, mas na hora que solta foguete é terrível, incomoda muito”, explicou Jean.

(Vídeo: Reprodução / YouTube janilton jesus)

O tutor disse ainda que um dos seus vizinhos ligou para ele assim que viu a cadelinha pendurada na varanda e que ele voltou imediatamente para casa, mas Tina já havia sido salva.

“Eles me mostraram o vídeo, e eu nem acreditei, foi desesperador, quase chorei. Se o pessoal não tivesse reagido tão rápido, não estaria com ela no colo hoje”, disse Jean emocionado. Ele informou que a cadela está bem, mas que ela só se acalmou completamente após a virada do ano, quando acabaram os fogos.

Fonte: Estado de Minas / G1

Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

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Através de anúncio na internet mulher descobre que cachorro desaparecido estava com vizinhos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 15:24

Só quem tem um cachorrinho desaparecido sabe o desespero que é o momento das buscas, de não saber como o animal está, e a tristeza que toma conta quando a esperança de encontrar o amado animal vai se acabando.

Foi com essa angústia e tristeza que a tutora Silmara Ribeiro do Amaral e sua filha, uma menina de oito anos, viveram durante um ano após o desaparecimento do amado cachorro da família, um Pug de três anos chamado Gordo.

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Cãozinho tem duas patas amputadas por causa da falta de cuidados com seus pelos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 9:20

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os pets precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um Poodle Toy, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão,

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Médicos Veterinários poderão ser obrigados a informar indícios de maus-tratos a animais para a polícia

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 abr 2018 - 9:00

Durante consultas ou até mesmo em avaliações simples, médicos veterinários podem ser capazes de identificar se um animal está sendo vítima de maus-tratos ou de alguma negligência.

Pensando nisso e em ajudar a diminuir o número de animais maltratados pelos próprios tutores em nosso país, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que prevê a obrigação de médicos veterinários comunicarem imediatamente à Polícia Judiciária quando constatarem indícios de maus-tratos naqueles animais nos quais prestarem atendimentos médicos.

(Foto: Reprodução / Wide Open Pets)

O texto aprovado se insere na Lei 5517/68, que trata da profissão de médico veterinário.

De acordo com o relator, deputado Ricardo Izar (PP-SP), “é justo e necessário que essa comunicação seja realizada pelo estabelecimento, porém, o texto deixa dúvidas de como será feita e quem será responsável pela fiscalização dos estabelecimentos. Com a vinculação do dispositivo à Lei 5517/68, caberá aos Conselhos Federal e Regional de Medicina Veterinária, autarquia já constituída, a exercer a fiscalização do profissional e do estabelecimento para verificar o efetivo cumprimento da legislação”.

Ainda de acordo com o deputado, o governo não terá nenhum novo custo, pois a estrutura existente nos conselhos absorveria essa fiscalização como rotina.

De acordo com o texto aprovado, os comunicados de maus-tratos feitos pelos médicos veterinários para a polícia devem conter relatório assinado com algumas informações mínimas específicas como:
– nome, endereço e contato do acompanhante do animal no momento do atendimento;
– informações do atendimento prestado, contendo a espécie, raça e características físicas do animal, descrição de sua situação de saúde na hora do atendimento e os respectivos procedimentos adotados.

(Foto: Reprodução / Animal Lawyers)

Porém, foi retirada do texto a pena que previa interdição do estabelecimento para quem descumprir a medida.

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Esperamos que esse passo ajude a diminuir os casos de violência contra animais de estimação no Brasil.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Através de anúncio na internet mulher descobre que cachorro desaparecido estava com vizinhos

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 abr 2018 - 15:24

Só quem tem um cachorrinho desaparecido sabe o desespero que é o momento das buscas, de não saber como o animal está, e a tristeza que toma conta quando a esperança de encontrar o amado animal vai se acabando.

Foi com essa angústia e tristeza que a tutora Silmara Ribeiro do Amaral e sua filha, uma menina de oito anos, viveram durante um ano após o desaparecimento do amado cachorro da família, um Pug de três anos chamado Gordo.

Esses sentimentos deram lugar novamente para a esperança depois que Silmara viu um anúncio na internet que buscava uma “namorada” para um pequeno Pug em Itapetininga, município de São Paulo onde a mulher mora. Imediatamente a tutora reconheceu seu animal desaparecido e entrou em contato com as pessoas que fizeram a publicação no intuito de ter seu cachorrinho de volta.

Porém, ter o animal de volta em sua casa não foi tão fácil assim e a tutora precisou da ajuda da Justiça para que isso acontecesse.

Cachorro foi encontrado através de anúncio na internet. (Foto: Reprodução / G1 / Silmara Ribeiro do Amaral)

Apesar de os responsáveis pelo anúncio terem passado informações erradas para Silmara, a tutora não desistiu de encontrar seu cãozinho e continuou pesquisando na internet. Até que ela descobriu que as pessoas que estavam com o cachorro eram praticamente seus vizinhos e moravam apenas a uma quadra de distância.

“Não quiseram me informar o endereço, mas como sabia o bairro consegui descobrir que a casa onde meu cachorro estava ficava uma quadra da minha. Fui até lá e os moradores me contaram várias histórias. Uma hora disseram que tinham ganhado o cachorro ainda filhote, outra hora que o irmão de um deles quem achou. Eu falei que era meu e que tinha criança pequena que sofria pelo animal. Mas não quiseram devolver”, contou Silmara ao G1.

Como as pessoas que estavam com o animal se negaram várias vezes devolvê-lo, a tutora foi até o 2º Distrito Policial, onde registrou um boletim de ocorrência por apropriação de coisa achada.

Segundo Marcus Tadeu, delegado responsável pelo caso, as pessoas que estavam com o cachorro alegaram que não queriam devolvê-lo por já estarem muito apegados ao animal.

Família ficou muito feliz com o retorno do animal para casa. (Foto: Reprodução / G1 / Silmara Ribeiro do Amaral)

A tutora só conseguiu ter seu cãozinho de volta depois que um mandado de busca e apreensão foi expedido pela Justiça e os policiais conseguiram resgatar o cachorro da casa onde estava.

De acordo com o delegado, o caso vai ser investigado cuidadosamente e o casal que estava em posse do animal irá responder pelo crime de apropriação de coisa achada.

Após tanta tristeza, a família está muito feliz com a volta do amado cachorrinho para casa. “Foi algo de Deus eu ter visto aquele anúncio. Dias antes tínhamos perdido nossa cachorrinha. E o Gordo estava sumido. Minha filha estava tão triste com a morte da cachorrinha e com o desaparecimento do Pug. Até que vi o anúncio e encontrei nosso animal. Estamos muito felizes. Não tem nem o que dizer”, contou Silmara.

Fonte: G1