Cadelinha idosa com má formação na face é adotada e ajuda crianças

Médicos veterinários que examinaram a cadelinha acreditam que a sua má formação na face é decorrente de cruzamento irregular de criadouro ilegal

por Andrezza Oestreicher — publicado 11 maio 2018 - 19:55

A cadelinha Maribel teve uma vida muito difícil e complicada. Porém, felizmente, no momento de sua vida em que ela mais precisava, ela encontrou a família perfeita para lhe dar todo o amor e os cuidados que ela merecia.

A vida da cadela só começou a mudar depois que uma boa pessoa viu a peludinha vagando sozinha pelas ruas e pediu ajuda para o controle de animais do Kentucky, nos Estados Unidos.

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Além de abandonado, o animal tinha uma séria má formação facial. Maribel não tinha focinho e o lábio superior também lhe faltava.

Ela foi imediatamente levada a um veterinário, onde foi comprovado que Maribel já era uma senhora de nove anos de idade. A cadela, que é da raça Jack Russel passou por vários exames e uma equipe médica constatou que ela não havia sido ferida.

De acordo com os veterinários, sua deformação facial era, muito provavelmente, uma anomalia congênita – semelhante a ter uma fenda palatina, que pode ter sido causada por conta de procriação e cruzamento irregular em fábrica de filhotes ou criadores e canis ilegais.

A pequena Maribel apresentava ainda dolorosos tumores mamários, uma hérnia inguinal e problemas dentários. Mas nada disso tirou o bom humor da cadelinha idosa. Ela parecia perceber que sua vida iria melhorar ainda mais.

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Com pouco tempo a cadela foi transferida para a Woodstock Animal Foundation (WAF), instituição que cuida de animais com necessidades especiais.

Para tentar juntar o valor necessário para pagar todos os tratamentos que a cadelinha iria precisar, a WAF publicou a história de Maribel nas redes sociais e em pouco tempo conseguiu arrecadar cerca de seis mil dólares em doações, valor bem maior do que eles precisavam para pagar todas as contas médicas.

Porém, algo ainda melhor veio logo em seguida. Ao ver a carinha de Maribel em um noticiário de TV que contava o caso da cadelinha, a coaching de vida e conselheira que Kelli Shook, de Toledo, Ohio, sabia que aquela peludinha era o que faltava na sua família.

“Eu não sei o que foi. Era apenas algo em meu coração que sabia que ela parecia perfeita. Ela era muito amigável, indo até todo mundo, sem medo de outros animais, sem medo de pessoas. Ela é ótima com crianças, ela adora crianças”, disse Kelli ao The Dodo.

Kelli percebeu que além de ser um novo membro de sua família, a cadelinha também poderia ajudá-la em seu trabalho com crianças. “Estamos começando um programa para jovens aqui em nossa área, onde podemos ensinar empatia às crianças usando animais que não são considerados tradicionalmente abraçáveis ou amáveis. [Como] animais como Mirabel, que têm algum tipo de defeito congênito ou foram abusados”, explicou a nova tutora.

A coaching de vida contou que as crianças realmente não se importam com a má formação de Maribel e não têm medo de fazer carinho nela. Elas acham a cadelinha fofa.

“Tentamos transformar isso em uma lição, dizendo: ‘Veja, você não tem medo dela e não se importa com a aparência dela, então vamos tentar ser assim com seus colegas’. Se há uma criança que parece diferente, não a tratamos de forma diferente”, conta a mulher sobre a ajuda que Maribel dá em seu trabalho com os pequenos.

Happy Kids and Pets Day!!

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A tutora disse ainda que, como a cadelinha já teve boa parte de sua vida em péssimas condições e não se sabe quanto tempo mais ela ficará com sua família, todos vão fazer o melhor para que ela tenha um resto de vida como merece e ajudando muitas crianças.

“Só porque um animal teve uma parte de sua vida ruim, isso não significa que ele não seja um animal de estimação ou de terapia incrível”, completou ela.

Fonte: Goodfullness

Tutora de dois cachorros, Thalita Rebouças afirma se sentir uma mãe

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 9:31

Antes de ter um cachorrinho, nós não temos noção do tamanho do amor que eles podem nos dar e também despertar em nossos corações. E é justamente por isso que muitos tutores se sentem pais e tratam seus pets como verdadeiros filhos, pois é um amor incondicional.

É exatamente assim que a jornalista, escritora e, agora também, apresentadora Thalita Rebouças se sente com seus dois fofos e amados cachorros de estimação, Lindão e Babete.

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Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade,

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Cachorro fica com medo de trovões e acaba indo parar em telhado de mercado

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:27

Não é tão difícil encontrar pessoas que têm medo de trovões. Os fortes barulhos o forte barulho, que é causado por descargas elétricas na atmosfera, conseguem assustar muita gente.

Com sua audição extremamente desenvolvida, os cachorros também sofrem bastante com os trovões. Se para nós os barulhos já são fortes, imaginem para eles.

O cãozinho Thor é acostumado a ficar com seus irmãos caninos na cobertura da casa onde vive, em Caxias do Sul,

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Tutora de dois cachorros, Thalita Rebouças afirma se sentir uma mãe

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 maio 2018 - 9:31

Antes de ter um cachorrinho, nós não temos noção do tamanho do amor que eles podem nos dar e também despertar em nossos corações. E é justamente por isso que muitos tutores se sentem pais e tratam seus pets como verdadeiros filhos, pois é um amor incondicional.

É exatamente assim que a jornalista, escritora e, agora também, apresentadora Thalita Rebouças se sente com seus dois fofos e amados cachorros de estimação, Lindão e Babete.

O desconfiado Lindão, um gostoso peludão da raça Coton de Tulear, foi um presente que Thalita ganhou do seu ex-marido há cerca de três anos. A tutora conta que ele é um cão muito carente que, para que ele não ficasse sozinho, ela acabou adotando outro animal para fazer companhia para Lindão.

Na hora de adotar, a escolhida para fazer parte da família de Thalita foi a cadelinha Babete, uma fofa, alegre e hiperativa vira-lata que, segundo a tutora, tem uma personalidade bem diferente de seu irmão mais velho.

Porém, apesar das diferenças, a mamãe afirma que seus filhos peludos convivem muito bem juntos.

Thalita contou que sempre teve cachorros em casa, mas eles eram de seus pais e que ela queria ter seus próprios animais. Agora, com Lindão e Babete ela não só realizou o seu sonho de ter seus cachorros como se sente uma verdadeira mãe dos pets.

“Agora me sinto mãe! A melhor coisa da vida é ter cachorro, só quem tem sabe que é um amor muito louco e maravilhoso. Você se sente a pessoa mais amada e especial do mundo”, afirma ela.

Acho , só acho, que A Babete tá meio irritada com esse laço. 😂😂😂😂 Não guento a cara dessa cachorrinha !!!

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A escritora, que é idolatrada pelos jovens por conta de seus livros, ainda incentiva seus fãs a adotarem um animal de estimação: “Adote um cachorrinho. Adote um bichinho de estimação, porque é amor em estado bruto”.

Fonte: Gshow

Cachorros com doença em fase terminal se tornam amigos e aproveitam seus últimos meses juntos

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 maio 2018 - 9:36

Receber a notícia de que nosso cãozinho está com uma grave doença em fase terminal e que lhe resta apenas poucos meses de vida é muito difícil. Porém, apesar da tristeza, o ideal é aproveitar ao máximo esses dias e tentar deixar o animal o mais confortável possível, além de mimá-lo bastante.

É exatamente isso o que os tutores dos cães Harley Bruiser, um Buldogue de 10 anos de idade, e Buckeye, um Golden Retriever de 15 anos de idade, estão fazendo por seus animais. Os médicos deram apenas cerca de 4 a seis meses de vida para ambos os cachorros.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, May 14, 2018

Mas, além de muito amor de seus tutores, os cães também estão ganhando muito carinho um do outro. Os pets se conheceram depois de receber o triste diagnóstico e logo ficaram amigos.

Para aproveitar o fim de suas vidas como merecem, como muito amor, mimo e alegria, cada um ganhou de seus tutores uma lista de desejos que estão realizando, em maior parte, juntos.

Os cães já aproveitaram um dia de compras em uma loja de animais e ganharam muitas guloseimas e muitos carinhos até agora. E ainda tem mais por vir. “Eu acho que é realmente importante continuar dando ao seu animal a melhor qualidade de vida até o final”, afirma a veterinária Grace Kemp, tutora de Buckeye.

O Golden Retriever foi adotado por Grace ainda bem jovem e após ser resgatado. Além de membro da família, ele também é um companheiro de trabalho da tutora e sempre a acompanha no hospital veterinário.

Posted by Grace Kemp on Friday, May 18, 2018

Depois de anos dando muito amor para a sua família, o cãozinho Harley, que está mais próximo da estimativa que seu veterinário lhe deu, está ganhando ainda mais amor e sendo mais mimado do que já era normalmente.

O fofo Buldogue também aproveitou um gostoso picolé ao pôr do sol e um passeio com seus tutores em uma Harley Davidson.

Ashley McElfresh, tutora de do cãozinho, está publicando todas as aventuras do animal, que está fazendo uma viagem de carro com sua família, em um grupo no Facebook chamado “Bucket List Adventures of Harley Bruiser”, onde Buckeye frequentemente aparece realizando desejos da lista junto com seu amigo canino.

Posted by Ashley McElfresh on Monday, April 30, 2018

A intenção dos tutores com essa lista de desejos é que os cães, mesmo com todas as suas condições, aproveitem seu restinho de vida e sintam que são muito amados e que têm uma grande importância para toda a família.

Fonte: People