Cadelinha que sofreu maus-tratos na Coreia do Sul ganha nova família e não para de sorrir

A cadela, que precisou ter suas quatro patas amputadas, ganhou próteses ao ser adotada e se tornou cão de terapia

por Andrezza Oestreicher — publicado 1 dez 2017 - 9:30

Quem vê a cadelinha Chi Chi, uma Golden Retriever de três anos de idade, sempre tão feliz e sorridente não imagina o passado cruel que ela teve.

Chi Chi foi encontrada jogada no lixo na Coreia do Sul. Suas patas estavam amarradas de forma tão forte que já estavam machucadas e com infecções. A situação era tão feia que ela parecia estar morta.

A cadelinha Chi Chi sofreu graves maus-tratos e precisou ter as quatro patas amputadas. (Foto: Reprodução / People / Robert Fugate)

Porém, o grupo de resgate que a encontrou não desistiu de sua vida e levou o animal imediatamente o veterinário. Lá, ela recebeu os cuidados necessários e teve suas quatro patas amputadas, única forma de manter a cadelinha viva.

No dia seguinte à cirurgia, o grupo de resgate que encontrou a cadelinha, e que trabalha em parceria com um grupo de resgate de Los Angeles, nos Estados Unidos, publicou nas redes sociais um vídeo de Chi Chi já feliz e abanando o rabinho.

Elizabeth Howell se apaixonou de cara pela cadela e logo soube que tinha que levar Chi Chi para a sua casa. “Seus olhos apenas roubaram meu coração. Ela estava no meu coração a partir daquele minuto”, disse a mulher.

Em janeiro de 2016, Elizabeth entrou em contato com o grupo de resgate de Los Angeles, o ARME (Animal Rescue and Media (and) Education) para informar que gostaria de ficar com Chi Chi. Foi aí que começou todo o trabalho para conseguir levar a cadela da Coreia do Sul para os Estados Unidos.

Ao ser adotada, ela ganhou próteses e teve mais liberdade para correr, pular e se divertir. (Foto: Reprodução / People / Robert Fugate)

Em março de 2016, finalmente, Chi Chi chegou a seu novo lar, em Phoenix, e pôde conhecer sua nova família.

De acordo com a nova tutora, Elizabeth, a cadelinha tinha muito medo das pessoas, parecendo ter realmente sido bastante maltratada. Porém, com poucos meses no novo lar, Chi Chi se abriu e começou a relaxar e confiar em sua nova família.

Chi Chi ganhou de presente de seus tutores quatro próteses para as suas patas amputadas. Todas as manhãs, Richard Howell a pegava no colo e colocava as próteses em cada uma das patas.

“É muito legal, ela se deu muito bem com elas [as próteses]. Ela corre um pouco, ela pula no sofá e ela pode subir e descer as escadas. Ela está determinada a fazer qualquer coisa e ela não desiste. Se ela quer fazer algo, ela encontra uma maneira de fazê-lo”, contou Elizabeth, orgulhosa de sua cadelinha.

Chi Chi se tornou cão de terapia e hoje visita pacientes em um hospital local e crianças de uma escola primária. (Foto: Reprodução / People / Robert Fugate)

Em seguida, Chi Chi se tornou também um cão de terapia. A cadelinha visita regularmente a área de reabilitação para amputados de um hospital local, onde ela ajuda muitas pessoas a superar seus traumas pessoais, e uma escola primária, onde as crianças adoram ler para ela.

“Ela é uma alma incrível, ela é mais do que um animal, ela realmente toca todos que ela conhece de forma positiva. Sua história prova que você pode passar por algo horrível e com a atitude certa, você pode obter qualquer coisa”, disse Richard.

Fonte: People

Cachorrinho não sai de perto de irmã morta e nem deixa ninguém se aproximar

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 dez 2017 - 9:31

A fidelidade dos cães é algo impressionante, eles sempre ficam do lado daqueles que amam, independente de serem humanos ou outros animais.

Em Palmas, um caso que prova essa enorme fidelidade tocou o coração de muitas pessoas que passavam pela Avenida Palmas Brasil.

Os irmãos caninos Bebel e Bob aproveitaram o momento em que seu tutor estava com a garagem aberta saindo com o carro para fugir de casa. A tutora Ana Paula Rodrigues não se desesperou,

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Cachorro que teve as patas cortadas com uma espada ganha próteses

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 18:39

A cada caso de violência que tomamos conhecimento ficamos mais impressionados em como os cães são seres evoluídos e como eles são capazes de se adaptar. O cachorro Cola é uma prova disso.

Cola é um cão SRD (sem raça definida, vira-lata) que vivia nas ruas de Bangkok, rodando sempre pela mesma região. Um dia, o cão teve suas patas dianteiras cortadas com uma espada por um homem que morava no mesmo bairro em que o cão costumava ficar.

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Cadelinha adotada é seguida por ovelhas da família e se torna a líder dos animais

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 9:30

A cadelinha Lady é da raça Basset Hound, que foi resgatada por um abrigo e adotada por sua família há três anos. Por conta de seu passado, que não é tão conhecido, a cadelinha tinha muito medo e chegava até a ser agressiva com outras pessoas, porém, as companhias certas fizeram com que Lady se abrisse mais para a sua nova família e ficasse mais tranquila e leve.

Na nova casa, os tutores Michael Jobson e Fiona Morton não conseguiam levá-la para passear no parque,

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Cachorrinho não sai de perto de irmã morta e nem deixa ninguém se aproximar

por Andrezza Oestreicher — publicado 18 dez 2017 - 9:31

A fidelidade dos cães é algo impressionante, eles sempre ficam do lado daqueles que amam, independente de serem humanos ou outros animais.

Em Palmas, um caso que prova essa enorme fidelidade tocou o coração de muitas pessoas que passavam pela Avenida Palmas Brasil.

Cachorro não sai de perto de cadelinha que morreu atropelada. (Foto: Reprodução / G1 / Nice Regina)

Os irmãos caninos Bebel e Bob aproveitaram o momento em que seu tutor estava com a garagem aberta saindo com o carro para fugir de casa. A tutora Ana Paula Rodrigues não se desesperou, pois isso já tinha acontecido antes e os cachorros logo voltaram para casa.

Porém, dessa vez algo muito triste aconteceu. Bebel, cadelinha que já fazia parte da família há 10 anos, foi atropelada e acabou falecendo no canteiro central da Avenida Palmas Brasil, em Palmas, no Tocantins.

Bob, como um ótimo exemplo de cão fiel e companheiro, não saiu de perto de sua irmãzinha e também não deixava ninguém se aproximar.

Tocada com a situação, gerente comercial Nice Regina Santos ficou por cerca de 10 minutos tentando se aproximar dos animais e chamando o cão que estava vivo, ela ainda fez um vídeo mostrando que Bob não se afastava de sua irmã.

“O que mais me emocionou foi ele não abandoná-la, proteger e não querer sair de perto”, contou Nice, que publicou o vídeo nas redes sociais.

Além de não abandonar a irmã canina, o cãozinho não deixava ninguém se aproximar. (Foto: Reprodução / G1 / Nice Regina)

Foi através da publicação do vídeo que Ana Paula descobriu o motivo pelo qual seus cães não tinham voltado para casa. “O atropelamento aconteceu à tarde, quando foi às 22h30, eu estava nas redes sociais e vi o vídeo. Já vi que eram eles. Eu entrei em desespero, peguei o carro e fui buscá-la para fazer o enterro”, contou a tutora, explicando que Bob tinha voltado sozinho para casa apenas um pouco antes disso.

“Tudo o que ele fazia era com ela. Depois da morte da Bebel, ele ficou triste, fica uivando à noite chamando ela. Durante o dia, fica só deitado na cadeira. A família também sentiu muito. Na minha casa eu nunca estava sozinha, porque onde eu ia, a Bebel me acompanhava”, disse a tutora emocionada afirmando que os animais eram muito companheiros e viviam grudados.

Fonte: G1

Cachorro que teve as patas cortadas com uma espada ganha próteses

por Andrezza Oestreicher — publicado 16 dez 2017 - 18:39

A cada caso de violência que tomamos conhecimento ficamos mais impressionados em como os cães são seres evoluídos e como eles são capazes de se adaptar. O cachorro Cola é uma prova disso.

Cola é um cão SRD (sem raça definida, vira-lata) que vivia nas ruas de Bangkok, rodando sempre pela mesma região. Um dia, o cão teve suas patas dianteiras cortadas com uma espada por um homem que morava no mesmo bairro em que o cão costumava ficar.

Cachorro teve suas patas dianteiras mutiladas com uma espada. (Foto: Reprodução / Lillian Suwanrumpha / AFP)

Cola foi mutilado depois que mordeu os sapatos do responsável pela violência.

O cão foi resgatado e cuidado por um britânico, chamado Johm Dalley, que vive na Tailândia há alguns anos. Cola foi levado para viver com seu salvador em Phuket, um balneário localizado no sul do país, onde o homem decidiu criar uma associação dedicada aos cães de ruas chamada “Soi Dogs” (soi significa rua em tailandês).

Hoje, um ano depois, Cola já consegue correr e se divertir bastante novamente. O cachorro recebeu próteses parecidas com as utilizadas por atletas paraolímpicos. O cão ganhou o aparato depois que Johm recorreu a uma empresa é especializada em próteses humanas e tudo foi feito sob medida para Cola.

Hoje, o cão está bem adaptado e muito feliz com suas novas próteses. (Foto: Reprodução / Lillian Suwanrumpha / AFP)

“Queríamos conseguir uma prótese que não fosse muito pesada, um pouco flexível ao nível do pé”, contou Teddy Fagerstrom, diretor do laboratório de ortopedia responsável pelas próteses de Cola.

Essa foi a primeira prótese feita pela empresa para cães e, segundo Teddy Fagerstrom, Cola é o primeiro animal a usar próteses parecidas com as de atletas paralímpicos.

Johm garante que Cola se adaptou muito bem com as suas novas próteses e hoje é um cão muito feliz.

Fonte: Correio Braziliense