Cães levam alegria para hospitais infantis e casas de idosos em Campo Grande

Os animais ajudam a levar mais alegria para as crianças em tratamento e para os idosos que sentem falta de visitas

por Andrezza Oestreicher — publicado 31 mar 2017 - 19:27

Existe alguma coisa mais fofa, mais amorosa e mais companheira do que um cão? Nós, amantes destes animais, sabemos bem que eles são tudo isso e muito mais.

Pensando nesse lado dos cães, uma Universidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, criou o projeto “Cão Terapeuta”, coordenado pelo professor Diogo Gomes da Silva, do curso de veterinária, que já utilizava cachorros em suas aulas.

O projeto Cão Terapeuta é feito por estudantes voluntários. (Foto: Reprodução / G1 / Globo Repórter)

Os próprios cachorros de Diogo o ajudavam durante suas aulas, para mostrar na prática o que os alunos aprendem ali na teoria. “Os alunos ficam mais motivados, eles começam a perguntar sobre questões da rotina dos cães, como que a gente treina os cães, como são os cuidados, até que dieta você dá para os seus cachorros”, explicou o professor Diogo.

Com o projeto Cão Terapeuta, os cachorros saíram das salas de aula e foram ajudar mais gente.

As crianças se divertem bastante com os cães. (Foto: Reprodução / G1 / Globo Repórter)

Agora, os cachorros são levados a hospitais infantis e casas de idosos onde visitam quem está em tratamento e precisando tanto de alegria e um carinho especial.

Os cães que participam do projeto, todos muito tranquilos e dóceis, são de próprios alunos da Universidade, que fazer parte da ação como voluntários.

Os cães são levados no colo para que cheguem no hospital sempre limpinhos e não sujem as patinhas na rua. (Foto: Reprodução / G1 / Globo Repórter)

Antes de serem levados até as instituições, os cachorros são examinados, tomam banho e vão carregados no colo até chegarem aos braços de quem estão indo visitar, um cuidado especial para que eles não sujem suas patinhas na rua.

Tanto as crianças quanto os idosos adoram os momentos que passam com os animais, que deixam o ambiente mais leve e alegre e ocupam o espaço triste que a falta de visita deixa nos corações dos que vivem em casas de idosos.

Os idosos ficam mais felizes e voltam a sorrir quando estão com os cachorros. (Foto: Reprodução / G1 / Globo Repórter)

Os cães fazem as crianças esquecerem que estão em tratamento no hospital e os idosos deixarem de se sentir tão solitários. Todos eles voltam a sorrir e a ter um brilho nos olhos quando estão na companhia dos cachorros do projeto.

O amor e o carinho que os cães têm para dar fazem bem para todos.

Fonte: G1

Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído.

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Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc!

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

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Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

Os cães que vivem por lá são alimentados por trabalhadores da usina. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído. Ainda segundo informações, muitos destes animais vivem em áreas com contaminação radioativa.

Pensando nestes cachorros, um grupo internacional de bem-estar animal com base nos Estados Unidos, disse que está enviando uma equipe de médicos veterinários para a Ucrânia para cuidar destes cães.

O grupo, que irá se juntar a uma turma de outros especialistas que já estão na região, vai oferecer tratamentos médicos, como vacinas contra a raiva e serviços de castração, para os cachorros que vivem dentro da área conhecida como “zona de exclusão”.

“Devido a animais selvagens que também vivem dentro da zona de exclusão, os cães abandonados são frequentemente infectados com raiva, representando um risco para as pessoas que trabalham na usina”, informaram representantes do grupo Four Paws.

Os cachorros irão receber cuidados médicos e vacinas. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

Ainda de acordo com o grupo, após o desastre nuclear, aconteceu o que ficou conhecido como “temporada aberta”, quando soldados foram autorizados a caçar os animais que viviam pela região atingida. Alguns cães sobreviveram a esse período e acabaram fugindo para bosques próximos.

Porém, a presença de outros animais e a falta de comida fez com que esses cachorros voltassem para a cidade abandonada e para a usina nuclear ainda ativa. “Lá, os trabalhadores começaram a alimentar os cães e eles ficaram desde então”, explicou Julie Sanders, diretora internacional de animais de companhia da Four Paws.

Fonte: Radio Free Europe/Radio Liberty

Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc! E juntos seremos mto felizes! E obrigada @amparanimal ! Por todo cuidado que tem com os bichos que (não consigo entender) algumas pessoas não têm capacidade de ter!

Foto: Reprodução/Instagram

Nino já aparece muito confortável e se familiarizando com sua nova moradia em vídeos postados nas redes por Tata e seu companheiro Rafael Vitti.

O fato dele não ter uma perna não muda em nada sua disposição e capacidade de amar e só prova que todos merecem uma segunda chance.

Nino tá feliz 😁 @amparanimal @tatawerneck

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Deitei no tapete mesmo esperando mamãe chegar 😍❤️

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