Cães que cresceram juntos em fazenda de carne se reencontram meses depois nos Estados Unidos

Depois que foram resgatados e levados para os EUA, os cães acabaram se separando. O momento do reencontro ente eles foi emocionante e cheio de amor

por Andrezza Oestreicher — publicado 6 jan 2017 - 19:24

Kenji e Sophia são cães que cresceram juntos em uma fazenda de carne de cachorro na Coreia do Sul. O casal, que sempre foi muito unido, chegou até a ter filhotes juntos.

Felizmente o casal conseguiu se resgatado com vida da fazenda. Porém, desde que eles foram retirados de lá por um grupo chamado Jindo Love e levados para os Estados Unidos, seus caminhos acabaram se separando.

Os cães cresceram juntos em uma fazenda de carne e se separaram após serem resgatados. (Foto: Reprodução / Lindsay Goldstein)

Kenji foi enviado para um abrigo, o Sweet Paws Rescue, em Massachusetts, onde ele conheceu sua nova mãe Lindsay Goldstein e foi adotado. “Ele é um cão muito doce. Ele é tão calmo e afetuoso, e adora atenção e carinho na barriga”, contou Lindsay ao site The Dodo.

Sabendo da história dos dois, a tutora de Kenji organizou o reencontro dos cães. (Foto: Reprodução / Lindsay Goldstein)

O cão se adaptou muito bem à sua nova casa e nova vida, porém ele não conseguia se relacionar com outros cães, talvez por eles não serem Sophia e por sentir falta de sua companheira.

Sabendo da história do cão com a cadelinha, a amável e cuidadosa tutora Lindsay procurou Sophia para organizar um encontro entre os companheiros e melhores amigos.

Os animais ficaram muito felizes em se ver e não paravam de se abraçar. (Foto: Reprodução / Lindsay Goldstein)

“Quando ele viu Sophia, ficou óbvio que eles lembravam um do outro e se amavam”, disse Lindsay. Foi uma cena emocionante, cheia de amor e muito bonita de se ver.

O casal não para de se abraçar, se cheirar e de brincar juntos. A felicidade era visível nos olhos de ambos os cães. “Ele tinha mais energia do que nunca naquele dia e adorou correr pelo pátio com ela”, falou Lindsay sobre o comportamento de Kenji.

O reencontro dos cães foi emocionante e cheio de amor. (Foto: Reprodução / Lindsay Goldstein)

Para ver a felicidade dos cães brincando juntos basta clicar aqui.

 

Fonte: The Dodo

Cães treinados trabalharam no processo de buscas após incêndio da Grenfell Tower, em Londres

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 jun 2017 - 18:15

Na madrugada do dia 14 de junho, um grande e trágico incêndio tomou conta de um prédio residencial de 24 andares localizado em Londres, o Grenfell Tower, e causou a morte de mais de 70 pessoas.

Bombeiros e policiais começaram a trabalhar o mais rápido possível para apagar o fogo e começar as buscas por sobreviventes. E foi aí que começou a participação de cães de serviço.

Cachorros especialmente treinados ajudaram no lento e meticuloso processo de busca.

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Apesar de rumores, festival anual em Yulin segue vendendo carne de cachorro e gato

por Samantha Kelly — publicado 21 jun 2017 - 16:14

Ativistas em todo o mundo comemoraram quando a Humane Society International (HSI) declarou que o governo chinês iria banir o consumo de carne de cachorro no controverso festival de Yulin.

Há 10 anos o festival oferece aos participantes carne canina e felina como opções no menu. Estima-se que nos 10 dias de funcionamento do evento ele abata, por ano, uma média de 10 mil cães e gatos.

Em entrevista para a BBC,

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Cachorrinho vai até pet shop buscar sua ração sozinho

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 jun 2017 - 8:53

Quando nós estamos precisando de alguma comida vamos até o supermercado sozinhos para comprar e quando a comida de nossos animais acabam nós fazemos o mesmo.

Porém, o cachorrinho Pituco, que vive com sua família na cidade de Paraí, no Rio Grande do Sul, parece que não gosta de esperar pelos seus tutores e prefere ir sozinho atrás de mais comida.

O pequeno cachorro sempre vai até uma pet shop próximo de sua casa sozinho para buscar sua ração.

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Cães treinados trabalharam no processo de buscas após incêndio da Grenfell Tower, em Londres

por Andrezza Oestreicher — publicado 21 jun 2017 - 18:15

Na madrugada do dia 14 de junho, um grande e trágico incêndio tomou conta de um prédio residencial de 24 andares localizado em Londres, o Grenfell Tower, e causou a morte de mais de 70 pessoas.

Bombeiros e policiais começaram a trabalhar o mais rápido possível para apagar o fogo e começar as buscas por sobreviventes. E foi aí que começou a participação de cães de serviço.

Cães treinados trabalharam junto com bombeiros e policiais após a tragédia. (Foto: Reprodução / Metro UK / PA)

Cachorros especialmente treinados ajudaram no lento e meticuloso processo de busca. Os cães foram essenciais neste caso, principalmente para acessar os pisos superiores e locais que os humanos não conseguiriam. Pois como o prédio estava bastante danificado, os animais causariam menos danos, por serem menores e mais leves do que os humanos.

Assim como os bombeiros humanos, as equipes caninas da London Fire Brigade que estiveram no local e entraram no prédio receberam equipamentos especializados de segurança, incluindo proteção para as patas.

Apesar de parecer uma tarefa bastante perigosa, os cães foram o tempo inteiro assistidos pelos bombeiros e não sofreram nenhum dano ou ferimentos por conta do trabalho realizado no prédio, em meio aos escombros.

Os cães foram assistidos pelos bombeiros e não sofreram nenhum dano. (Foto: Reprodução / Metro UK / Getty)

Os cães que trabalharam no local também são treinados para identificar uma variedade de substâncias inflamáveis. Porém, nada foi encontrado pelos animais.

Fonte: Metro UK

Apesar de rumores, festival anual em Yulin segue vendendo carne de cachorro e gato

por Samantha Kelly — publicado 21 jun 2017 - 16:14

Ativistas em todo o mundo comemoraram quando a Humane Society International (HSI) declarou que o governo chinês iria banir o consumo de carne de cachorro no controverso festival de Yulin.

Há 10 anos o festival oferece aos participantes carne canina e felina como opções no menu. Estima-se que nos 10 dias de funcionamento do evento ele abata, por ano, uma média de 10 mil cães e gatos.

Em entrevista para a BBC, infelizmente donos de barraquinhas e restaurantes locais confirmaram que tudo seguirá exatamente como nos outros anos e que não houve nenhum comunicado oficial quanto a questão de venda de carne canina e felina por parte nem do governo chinês, nem dos organizadores do evento.

Há uma forte presença policial nas ruas para evitar que ativistas querendo salvar os animais e vendedores entrem em conflito.

Devido a repercussão negativa que o festival atrai todos os anos, as autoridades locais baniram o abate público de cães em 2016 para evitar mais protestos.

O governo de Yulin declarou repetidamente que não organiza o evento e, por isso, não poderia proibir a presença dos cachorros. Em adição, o país não proíbe o consumo de carne de de cães e gatos.

Mesmo com os contratempos, o trabalho não para e ontem (20), após 10 horas de negociações, um grupo parceiro da HSI conseguiu parar um caminhão e salvar mais de 800 cães e alguns gatos que estavam indo em direção de Guangzhou, o maior centro de venda de carne de cães e gatos do mundo.

Cães sendo resgatados esse ano pela Humane Society International (HSI). Foto: Reprodução HSI/ Facebook

 

Entendendo o impasse

O consumo do carne canina é muito comum e aceito culturalmente em países como a China e Coréia do Sul, sendo até recomendado nos meses mais quentes do ano.

Os locais que consomem carne de cachorro reclamam que qualquer proibição seria uma imposição de costumes estrangeiros, e que os animais são abatidos de forma humana.

Já ativistas garantem que muitos cães e gatos são roubados de residências para serem usados como comida, que são transportados em pequenas gaiolas e abatidos de forma cruel.

Além da pressão ocidental, muitos chineses têm mudado de opinião quanto ao costume, principalmente porque hoje a China possui 62 milhões de cachorros registrados como animais de estimação.

Cães pendurados e prontos para o consumo na China. Foto: AFP