4 fev 2015 - 14:29
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Campanha evidencia corpo de matrizes caninas, obrigadas a procriar repetidamente

Campanha "Pelo fim dos criadores de fundo de quintal" é uma iniciativa do centro Battersea Dogs and Cats Home

Escrito por Samantha Kelly
Jornalista do Portal do Dog

Abusadas por criadores não licenciados, as cadelas são obrigadas a procriar repetidamente, ano após ano, com seus filhotes servindo como dinheiro fácil e rápido.

Os filhotes são vendidos para futuros tutores que nem imaginam suas origens e que o excesso do processo também influencia na saúde física e mental dos cães, com muitos nascendo com defeitos fisicos e temperamentais.

As mães, chamadas de “matrizes”, uma vez que serviram seu propósito e não conseguem mais gerar filhotes, ou lucros (em outros palavras), são abandonadas, carregando em seu corpo e psicológico anos de abuso.

No vídeo abaixo, produzido especialmente para a campanha “Pelo fim dos criadores de fundo de quintal“, do centro Battersea Dogs and Cats Home, em Londres, as cadelas Marjorie, Frankie e Layla foram abandonadas com sinais clássicos que indicam seus passados como matrizes, como tetas severamente esticadas.

 

 

Com a campanha, o Battersea luta para que haja uma proibição na venda de cachorros com menos de oito semanas e a introdução de uma licença de criação necessária para qualquer local produzindo duas ou mais ninhadas por ano.

No site especial da campanha, ainda há dicas para os que desejam comprar um filhote de uma raça específica, como:

– Não comprar filhotes online;

– Checar se o criador consegue responder todas as perguntas sobre os filhotes e mães que estão em sua responsabilidade;

– Visitar, pelo menos duas vezes, o local que os filhotes vivem. Conhecer a mãe e ver com os próprios olhos o tratamento que os cães recebem.

>>> Para os que desejam comprar um filhote e querem saber como identificar se o criador é sério, confira matéria especial do Portal do Dog: Como saber se o criador do meu cachorro é confiável?

 

 


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    • Gustavo Henrique Coutinho

      Polícia ambiental, geralmente. Mas não adianta muita coisa não… Pelo menos aqui em Goiânia os criadores já voltaram pra rua e continuam, além de maltratando as matrizes, disseminando doenças.

    • Kathy-Luise

      Certo Fernando !!!tb ..adotei um cao de Rua…da Hungria..pois onde moro nao tem cao de Rua…estou muito feliz com ele..devagar estou conseguindo…ensinar..a morar,,,dentro de casa..e com a familia… ( sou da Alemanha )

      • Fernando Ramires

        Moro na Irlanda e aqui raramente se vê algum animal de rua, mas eu adotei um de alguém que estava doando online.

    • http://instagram.com/samuel_silvestre Sam

      chorei :/

    • http://www.filhotespw.blogspot.com.br Douglas

      Mas quem faz este tipo de comercio,é o próprio cliente.A maioria,não que saber como os cães são cuidados,não visitam os canis,escolhem animais pela cor,por facilidade de pagamento e a maioria compra um cachorro de raça,pra mostras status.Muitos cães,passam a vida trancado em lavanderias,outros quando os proprietários vão trabalhar,passam o dia trancados em gaiolas ou caixa de transporte,outros,alimentam seus cães um ia sim e dois não,pra que o apartamento não fique sujo,e isso não é fato isolado.Quem está errado,o mau criador ou o maus comprador?????Se existisse de fato a POSSE RESPONSÁVEL DE ANIMAIS,nenhuma destas situações existiria.