Cão da raça Galgo se torna melhor amigo de uma raposa

O cão, muito gentil e tolerante, era exatamente a companhia que a pequena raposa precisava

por Andrezza Oestreicher — publicado 10 out 2016 - 14:02

Willa, uma pequena raposinha, foi encontrada ainda bebê por um fazendeiro em seu campo. A primeira ideia do homem foi pegar uma arma para atirar no animal. Por sorte, ele não conseguiu a arma e resolveu chamar um grupo de salvamento local para remover a raposa dali.

A pequena raposa Willa foi resgatada e levada para o santuário Sugarshine Sanctuary (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

A pequena raposa Willa foi resgatada e levada para o santuário Sugarshine Sanctuary (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

As raposas vermelhas são consideradas hoje uma “praga” na Austrália, pois são responsáveis pela morte de um grande número de animais selvagens nativos. E, por conta disso, o governo australiano encoraja as pessoas a matar qualquer raposa que encontram em suas propriedades privadas, em vez de fazer um trabalho de remoção desses animais.

Ao perder uma companheira raposa, Willa logo fez amizade com a cadela Izzy. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Ao perder uma companheira raposa, Willa logo fez amizade com a cadela Izzy. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Felizmente, a raposinha Willa, um macho, teve uma segunda chance ao ser resgatada pela organização não governamental Sydney Fox Rescue. A instituição resgata, realoja, vacina e insere microship nas raposas, mas elas nunca são colocadas livres na natureza novamente.

Ao ser resgatado, Willa recebeu tratamento para paralisia do carrapato e foi levado, juntamente com a raposa Athena para um santuário de animais chamado Sugarshine Sanctuary.

Os animais adoram ficar juntos. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Os animais adoram ficar juntos. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Poucos dias depois de chegarem ao santuário, a raposinha Athena foi tragicamente morta por uma cobra python. Willa ficou sozinha, mas não por muito tempo.

Solitária, Willa começou a seguir Izzy, um cão da raça Galgo que também morava no santuário. Assim como Willa, Izzy tinha escapado da morte. O cachorro de corrida tinha sido levado para ser sacrificado quando não estava mais apto a participar de competições.

Brincar juntos é uma diversão. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Izzy é muito gentil, cuidadosa e uma ótima companhia para Willa. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Uma mulher ouviu a história do animal e insistiu para que ela pudesse levá-lo para alguma instituição de resgate. Após conseguir ser resgatada, Izzy foi adotada por Kelly Nelder, o cofundador do Sugarshine Sanctuary.

Izzy logo se conectou a Willa e a amizade entre os animais floresceu. Segundo Kelly, Izzy tem uma natureza muito gentil e tolerante e deixa Willa fazer o quer com ela, como saltar em cima dela, roubar sua comida e se aconchegar em sua barriga. Mesmo sendo um corredor rápido, o cão diminuiu o seu passo para andar sempre ao lado de Willa.

Quando se cansam, eles gostam de deitar juntinhos. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Quando se cansam de brincar, eles gostam de deitar juntinhos. (Foto: Reprodução / Sugarshine Farm Sanctuary)

Os dois adoram ficar juntos, mas a atividade favorita de Willa é atacar e tentar pegar o rabo de Izzy até se cansar. Depois das brincadeiras, Willa e Izzy sempre se deitam juntinhos e a cadela dá uma lambida carinhosa na raposinha.

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times