Cão paralisado estava prestes a ser sacrificado quando descobriram um carrapato em seu corpo

Caso mostra a importância de manter esses parasitas longe de nossos animais e do cuidado que devemos ter, sempre checando os pelos de nossos cães

por Andrezza Oestreicher — publicado 8 jun 2016 - 10:06

Ollie, um cão de dez anos de idade da raça Pastor de Shetland ( ou Shetland Sheepdog / Sheltie), sempre foi um animal muito saudável. Ele adora correr e brincar ao ar livre, e ama quando sua família o leva para acampamentos.

Porém, depois da última viagem que fez com sua família, Ollie começou a ficar um pouco abatido. Seus pais, Al e Joelle Meteney, o levaram imediatamente ao seu médico veterinário, que fez vários testes no animal, todos sem sucesso.

Os exames não revelaram absolutamente nada, mas Ollie piorava. Em pouco tempo o animal estava completamente paralisado, incapaz de comer ou até mesmo fazer suas necessidades sozinho, e ninguém conseguia encontrar o motivo ou uma causa para essa situação de Ollie.

O cãozinho fez vários exames e nada detectava o que ele tinha. (Foto: Reprodução / DoveLewis Emergency Animal Hospital)

O cãozinho fez vários exames e nada detectava o que ele tinha. (Foto: Reprodução / DoveLewis Emergency Animal Hospital)

Para os tutores do animal, que o amaram desde o primeiro momento, era muito triste vê-lo sofrer daquele jeito, e por isso, quando viram que o cão só piorava, eles tomaram a difícil decisão de colocar um fim em todo o sofrimento do cão. Era hora de sacrificá-lo.

O casal então levou o cão para o hospital veterinário DoveLewis Emergency Animal Hospital. Enquanto o Dr. Adam Stone e sua estagiária Neena Golden preparavam Ollie para o procedimento, Neena ficou fazendo carinho no animal, alisando atrás de suas orelhas para confortá-lo. E foi nesse momento que Neena sentiu um pequeno nódulo no cão. Era um carrapato que estava em local de difícil remoção.

Dr. Stone então se lembrou de uma raríssima doença chamada “paralisia do carrapato”, onde a saliva do carrapato entra no organismo do cão durante um período prolongado de tempo e causa problemas neurológicos. Casos dessa doença são bastante raros, e nem todos os veterinários são familiarizados a este problema.

Os cuidados para evitar carrapatos devem ser grandes, pois eles podem transmitir doenças muito graves e até causar a morte do animal. (Foto: Reprodução / DoveLewis Emergency Animal Hospital)

Os cuidados para evitar carrapatos devem ser grandes, pois eles podem transmitir doenças muito graves e até causar a morte do animal. (Foto: Reprodução / DoveLewis Emergency Animal Hospital)

Para confirmar se esse era mesmo o caso de Ollie, o carrapato deveria ser retirado e depois o cão ficar em observação por três dias, para ver se sua condição iria melhorar. Depois de o carrapato encontrado ter sido retirado pelos médicos, o pelo de todo o seu corpo foi tosado, para se certificar de que não existia mais nenhum outro parasita escondido em seus pelos.

O diagnóstico parecia ser um tiro no escuro, mas após uns dias em observação foi comprovado que ele estava 100% correto.

Na verdade, não foi preciso nem os três dias para que a melhorar de Ollie fosse notável. 10 horas após a retirada do carrapato, o cão já estava quase de volta a sua forma. Seus tutores ficaram extremamente emocionados com o progresso e a melhora de Ollie.

Ollie precisou ter seu pelo todo tosado para confirmar que não tinha mais nenhum parasita em seu corpo. (Foto: Reprodução / DoveLewis Emergency Animal Hospital)

Ollie precisou ter seu pelo todo tosado para confirmar que não tinha mais nenhum parasita em seu corpo. (Foto: Reprodução / DoveLewis Emergency Animal Hospital)

Por passar muito tempo ao ar livre, Ollie realmente estava suscetível a carrapatos, mas depois do grande susto seus pais estão ainda mais cautelosos e cuidadosos quanto a isso. De acordo com seu tutor, na ocasião do último acampamento, Ollie estava usando uma coleira contra carrapatos e pulgas, e por isso foi mais difícil de relacionar a doença do cão com esse tipo de parasita.

Graças ao raciocínio rápido dos veterinários do DoveLewis Emergency Animal Hospital Ollie está completamente curado e tem muitos mais viagens de acampamento e aventuras pela frente. E a partir de agora, os pais de Ollie vão tomar ainda mais medidas para protegê-lo de carrapatos.

 

Fonte: The Dodo

Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído.

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Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc!

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Adolescentes gravam símbolo da suástica na cabeça de um Chihuahua e assustam família

por Andrezza Oestreicher — publicado 22 ago 2017 - 18:23

No Arizona, Estados Unidos, um cãozinho com um símbolo da suástica pintado na cabeça deixou uma família bastante aterrorizada.

Uma mulher ficou chocada quando o animal, que é de um vizinho, apareceu na porta de sua casa. O medo que ela sentiu é fácil de explicar.

A suástica é como uma marca da raça ariana e foi muito utilizada pela Alemanha Nazista, período em que os alemães acreditavam que sua raça era a pura e havia muito preconceito com outros povos.

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Veterinários são enviados para tratar cães de rua que vivem próximo de Chernobyl

por Andrezza Oestreicher — publicado 23 ago 2017 - 11:00

A explosão e o incêndio na fábrica de Chernobyl em 26 de abril de 1986 foi o pior acidente nuclear civil do mundo e deixou altos níveis de radioatividade nas áreas ao redor da fábrica.

Hoje, 31 anos depois, ainda existem áreas de contaminação radioativa na região e muitos cães abandonados vivem por essa região sem receber nenhum tipo de cuidado.

Os cães que vivem por lá são alimentados por trabalhadores da usina. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

De acordo com o grupo Four Paws, centenas de descendentes de cães abandonados na área de Chernobyl estão vagando por dentro e ao redor do reator destruído. Ainda segundo informações, muitos destes animais vivem em áreas com contaminação radioativa.

Pensando nestes cachorros, um grupo internacional de bem-estar animal com base nos Estados Unidos, disse que está enviando uma equipe de médicos veterinários para a Ucrânia para cuidar destes cães.

O grupo, que irá se juntar a uma turma de outros especialistas que já estão na região, vai oferecer tratamentos médicos, como vacinas contra a raiva e serviços de castração, para os cachorros que vivem dentro da área conhecida como “zona de exclusão”.

“Devido a animais selvagens que também vivem dentro da zona de exclusão, os cães abandonados são frequentemente infectados com raiva, representando um risco para as pessoas que trabalham na usina”, informaram representantes do grupo Four Paws.

Os cachorros irão receber cuidados médicos e vacinas. (Foto: Reprodução / Daily Mail / Getty Images)

Ainda de acordo com o grupo, após o desastre nuclear, aconteceu o que ficou conhecido como “temporada aberta”, quando soldados foram autorizados a caçar os animais que viviam pela região atingida. Alguns cães sobreviveram a esse período e acabaram fugindo para bosques próximos.

Porém, a presença de outros animais e a falta de comida fez com que esses cachorros voltassem para a cidade abandonada e para a usina nuclear ainda ativa. “Lá, os trabalhadores começaram a alimentar os cães e eles ficaram desde então”, explicou Julie Sanders, diretora internacional de animais de companhia da Four Paws.

Fonte: Radio Free Europe/Radio Liberty

Tata Werneck adota cãozinho deficiente da Ampara Animal

por Samantha Kelly — publicado 23 ago 2017 - 8:41

A musa do humor brasileiro mais uma vez deixou claro que o seu talento é proporcional ao seu coração.

Já mãe de 14 pets, ela abriu as portas de sua casa novamente, agora para um cachorro especial que foi regatado através do incrível trabalho que a Ampara Animal realiza.

Meu novo filho! Doida pra chegar e te dar todo amor que vc não recebeu! Pra cuidar de todas as feridas que pessoas maldosas fizeram com vc! E juntos seremos mto felizes! E obrigada @amparanimal ! Por todo cuidado que tem com os bichos que (não consigo entender) algumas pessoas não têm capacidade de ter!

Foto: Reprodução/Instagram

Nino já aparece muito confortável e se familiarizando com sua nova moradia em vídeos postados nas redes por Tata e seu companheiro Rafael Vitti.

O fato dele não ter uma perna não muda em nada sua disposição e capacidade de amar e só prova que todos merecem uma segunda chance.

Nino tá feliz 😁 @amparanimal @tatawerneck

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Deitei no tapete mesmo esperando mamãe chegar 😍❤️

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