Cão vive há quase sete anos em abrigo esperando para ser adotado

Apesar de tudo o que já viveu, Rayne continua sendo um bom cão e os voluntários do abrigo ainda acreditam que ela terá sim o seu final feliz

por Andrezza Oestreicher — publicado 25 out 2016 - 17:09

A cadela Rayne foi encontrada no telhado de sua casinha de cachorro em um quintal inundado enquanto um forte temporal caía no sul da Califórnia. Não se sabe ao certo quanto tempo ela ficou em cima da casinha.

Segundo o vizinho que pediu ajuda para salvar o cão, na data em que a ajuda chegou, o tutor do animal estava internado no hospital há três semanas.

Rayne foi encontrada há sete anos em cima do telhado de sua casinha de cachorro, em um quintal inundado, durante uma forte chuva. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

Rayne foi encontrada há sete anos em cima do telhado de sua casinha de cachorro, em um quintal inundado, durante uma forte chuva. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

A cadela tinha sido acorrentada e estava presa a sua casinha quando o quintal começou a inundar. Para não se afogar, ela subiu no telhado e ficou lá até ser salva pelo grupo de resgate da The Barking Lot.

Na época em que foi resgatada, Rayne tinha 3 anos de idade. Como seu tutor ainda estava no hospital, ele concordou em entregar o cão para a instituição que a salvou.

Apesar de ser um bom cão, Rayne continua esperando para ser adotada. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

Rayne continua esperando para ser adotada e recebe ajuda dos voluntários do abrigo. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

Porém, o final feliz para a cadela estava longe de chegar. Hoje, com 10 anos de idade, ela segue sob os cuidados da The Barking Lot já há quase sete anos, esperando por uma família que queira adotá-la e cuidar dela para sempre.

Rayne é uma cadela muito grande e do tipo Pit Bull, o que acaba dificultando sua adoção por conta dos preconceitos que existem em relação a cães desta raça. Para completar, ela também tem uma pequena desfiguração no focinho de um machucado que sofreu.

Apesar de não socializar tão bem com outros animais, Rayne se dá muito bem com humanos. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

Apesar de não socializar tão bem com outros animais, Rayne se dá muito bem com humanos. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

Vários voluntários já levaram Rayne para casa para passar o final de semana, porém, ela tem a dificuldade de não socializar tão bem com outros cães, apesar de já ter recebido ajuda de adestrador. Esse é o maior fator para que ela ainda não tenha sido adotada por algum dos voluntários, visto que todos eles já possuem outros cães.

Os voluntários que ajudam Rayne seguem esperançosos de que a cadela ainda terá o seu final feliz. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

Os voluntários que ajudam Rayne seguem esperançosos de que a cadela ainda terá o seu final feliz. (Foto: Reprodução / The Barking Lot)

Porém, apesar de tudo o que já viveu, Rayne continua sendo um bom cão e, como coisas boas sempre chegam para aqueles que são bons, os voluntários, que continuam fazendo de tudo para ajudá-la, acreditam que um dia a cadela ainda terá o seu final feliz.

Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

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Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade,

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Cachorros encontrados em estado de negligência em um condomínio de luxo são resgatados

por Andrezza Oestreicher — publicado 19 jan 2018 - 9:38

Após denúncias de vizinhos, 14 cachorros foram resgatados de uma casa localizada em um condomínio de alto padrão em Mogi das Cruzes, São Paulo.

De acordo com informações dadas pelos vizinhos e registradas em boletim de ocorrência, todos os moradores da casa estavam viajando e os animais estavam, ou deveriam estar, sendo cuidados por uma funcionária. Porém, o que se via no local era uma cena de completo abandono. Os animais estavam vivendo em meio a muita sujeira e fezes.

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Para viajar na cabine dos aviões da Delta, cachorros deverão comprovar que são bem comportados

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 18:36

A companhia aérea Delta Airlines informou que a partir de 1º de março, algumas normas irão mudar para que alguns animais possam voar na cabine de suas aeronaves junto dos tutores.

Em anuncio feito na última sexta-feira, dia 19 de janeiro, a empresa vai exigir dos tutores, além de toda a documentação que já é exigida atualmente, algumas garantias extras de que o animal é capaz de se comportar dentro da cabine do avião durante todo o tempo de voo.

Os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Entre essas exigências estão provas de saúde ou vacinação pelo menos 48 horas antes do voo.

De acordo com a companhia aérea, essas medidas foram tomadas para que a segurança de todos durante os voos seja ainda maior.

O motivo que levou a Delta a tomar essas medidas foi o aumento no número de reclamações de animais que, além de urinar e defecar no avião, mordem outros passageiros, como o caso que aconteceu em junho do ano passado, onde um passageiro foi mordido diversas vezes no rosto pelo cachorro de outra pessoa e precisou ir para o hospital.

Essas exigências valem, principalmente, para animais de serviço, que viajam fora das gaiolas, como cães-guia, que ajudam pessoas algum tipo de limitação, e animais de apoio emocional, que muitas vezes não são treinados. Nestes casos os tutores deverão assinar uma declaração afirmando que o animal sabe se comportar.

As novas exigências valem, principalmente, para animais de serviço. (Foto: Reprodução / The Vacation Times)

Para os animais que viajam em gaiolas nada muda.

De acordo com John Laughter, vice-presidente sênior de segurança da Delta, a empresa está buscando um equilíbrio entre “a necessidade legítima dos passageiros de terem esses animais” e a segurança durante os voos.

Fonte: O Globo

Pequeno gatinho ajuda cachorro a superar dor após perder seu melhor amigo

por Andrezza Oestreicher — publicado 20 jan 2018 - 9:30

Nós sempre falamos das diversas formas como os cães podem ajudar a nós e a outros animais. Porém, às vezes são eles que precisam de ajuda, como aconteceu com Forsberg quando ele perdeu o seu melhor amigo.

Forsberg, um cachorro da raça Golden Retriever, era muito apegado ao gato Ginger. Eles eram melhores amigos, faziam tudo juntos e eram muito felizes com a amizade que tinham.

Quando faleceu, o gato Ginger deixou seu amigo canino bastante deprimido. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Porém, depois de oito anos e meio de uma linda amizade, Ginger faleceu aos 15 anos por conta de um câncer de tireoide e deixou seu amigo canino sem os seus aconchegos.

O cãozinho Forsberg ficou completamente devastado com a falta do amigo. No começo, sem entender o que tinha acontecido, o cachorro chegou a passar dias procurando por Ginger, chegando a ficar bastante deprimido.

Para ajudar o cão, a tutora Jen Philion decidiu levar um novo animal para casa, e optou por um fofo gatinho preto chamado Maxwell.

Forsberg voltou a ser feliz depois que um novo gatinho entrou para a família. (Foto: Reprodução / Instagram @jenphilion)

Ela até ficou com medo da reação do cão e de que ele viesse a ficar estressado com o novo animal, mas, felizmente, Forsberg e Maxwell se deram muito bem rapidamente.

De acordo com Jen, a preseça do novo gatinho fez com que Forsberg deixasse a tristeza de lado e voltasse a mostrar sua real essência novamente. Maxwell era a companhia que o cão precisava para ter com quem se aconchegar. Já o gatinho adorou ter o amigão como caminha.

Things must be happening outside.

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O tempo passou e a amizade e o amor entre eles cresceu bastante e hoje, dois anos depois, mesmo Maxwell tendo se transformado em um gato muito folgado, Forsberg ainda adora ficar na presença do amigo que lhe ajudou no momento mais triste de sua vida.

Fonte: The Holidog Times